Prólogo

A vida é uma vadia, assim como Mary Sullivan, minha antiga vizinha.

Eu era feliz. Eu realmente era. Então, uma bela noite qualquer eu estava no quarto conversando com meus fantasmas de "estimação" Remo e Cedrico, quando ouvi gritos na cozinha.

Corri para ver o que tinha acontecido. Mas já era tarde de mais...

Abraçei o corpo de minha mãe, já gelado e chorei baixinho, esperando que o mesmo me acontecesse.

Não queria viver sem ela ao meu lado, não queria se quer matar aquele assassino.

Para minha surpresa não foi isso que me aconteceu. O bruxo que a matou, puxou-me pelo cabelo, afastando-me dela e dando uma boa olhada em minha cicatriz, na nuca.

- É essa! — gritou, nunca esqueçei aquela maldita voz.

No instante seguinte jogaram-me para fora de casa em direção a uma estação de trem.

Eu sabia para onde estava indo...

***

Agora estou em um trem indo para Hogwarts, a escola de magia e bruxaria.

Onde eu praticamente vou ser crucificada por ser filha de Tom Riddle, ou, se preferirem, Lord Voldemort.

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