Tony e Bruce no laboratório.
— Tem certeza disso, Tony? – Bruce pergunta nervoso.
— Confia em mim, vai dar certo. Você vai ver.
Bruce se sente apreensivo, mas decide confiar no Tony.
— Tudo bem, mas vá com calma. Não quero que se machuque – diz Bruce.
Tony se diverte com a preocupação dele
— Devagar, Tony – Bruce o repreende.
— Relaxa, Bruce. Você tá muito tenso, cara.
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Pepper está em seu escritório falando ao telefone quando ouve um estouro muito grave. Ela corre até o elevador e desce os quatro andares que a separam do laboratório em segundos.
— Mas o que... – ela começa, mas perde a voz ao ver cena.
Mesa tombada, fumaça no ar, cacos de vidro no chão, cinzas por todo lado. Tony e Bruce com cara de criança que sabe que vai ficar de castigo.
— Que zona é essa aqui? – a ruiva pergunta, com o telefone na mão ainda.
— Foi ideia dele – Tony diz primeiro, apontando o amigo.
— Que? – exclama Bruce. Os olhos arregalados demonstram o espanto diante de tal acusação.
— Eu falei pra ele, Pepper – Tony continua sem dar tempo para que o outro juntasse palavras para se defender. – Eu disse que ia dar merda, mas você conhece esse tipo de cientista louco, só quer saber de ver o circo pegar fo...
— Deu – ela disse apenas. – Não quero saber. Eu vou sair e se esse laboratório não estiver limpo quando eu voltar... – ela foi entrando novamente no elevador, deixando suas ameaças no ar.
Tony se lembra de respirar.
— Por pouco... – ele diz. Tony olha para o amigo e fala antes mesmo de Bruce abrir a boca – Não diga.
— O quê? Que eu te avisei? – Bruce cruza os braços. – Pois é, mas eu te avisei... cadê a vassoura?

