I — Encontro.
(...)
Os cabelos de Isabella voavam conforme ela sacudia no balanço e o vento açoitava seus fios; o sorriso que a garota possuía em seus lábios framboesa era genuíno e dono de uma felicidade imensurável. Era a sua primeira vez estando em um parque e a sua mente infantil em nenhum momento conseguiu conjecturar como seria estar naquela alameda.
— Oi — a garota assustou-se com uma voz desconhecida e também infantil soar muito próximo à sua orelha. — Posso me sentar ao seu lado? — ele perguntou.
Isabella assentiu. Naquele instante ela havia pausado o balançar para conseguir se estabelecer novamente à Terra firme. A menina estava começando a ficar tonta.
— Como é o seu nome? — o garoto com lindos olhos azuis como o mais precioso lápis-lazúli perguntou-lhe.
Corou antes de responder.
— Isabella.
— O meu é Edward — educadamente, como lhe fora ensinado por seus pais, o menino estendeu sua palma para selar o cumprimento. Sorriram em uníssono quando as peles se tocaram.
O encaixe perfeito.

