"A noite chega, e agora começa a minha vigia. Não terminará até a minha morte. Não tomarei marido, não possuirei terras, não gerarei filhos. Não usarei coroas e não conquistarei glórias. Viverei e morrerei no meu posto. Sou a espada na escuridão. Sou a vigilante nas muralhas. Sou o fogo que arde contra o frio, a luz que traz consigo a alvorada, a trombeta que acorda os que dormem, o escudo que defende os reinos dos homens. Dou a minha vida e a minha honra à Patrulha da Noite, por esta noite e por todas as noites que estão para vir."
O vento gelado batia contra o rosto da menina Baratheon. Os joelhos ardiam por estar ajoelhada na neve, e aquelas palavras ditas ecoavam em sua cabeça.
– Não devia ter feito isso. – uma voz surgiu ao fundo.
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