Havia uma névoa enfeitiçando o ar. Mona olhava para todos os lados, mas nada conseguia ver. Estava acostumando-se a chegar em lugares misteriosos, portanto não tinha ansiedade ou medo.
Ela andou para onde acreditava ser a frente e acabou por encontrar uma rua acinzentada, com pessoas acinzentadas. Mona observava os comerciantes negociando com os que por ali passavam. Havia cerca de cem barracas naquele local.
Uma criança erguia um balão num sorriso com um dente a menos; alguns homens de gravata saíam da Barraca de Apostas satisfeitos e cheios de dinheiro. Barraca de TVs, de relógios, de animais e até mesmo de sonhos.
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