A Second Chance
A Second Chance
Kapitel 24 min Lesezeit

Capítulo 2

Após sair do meu banho relaxante, o roupão cobria meu corpo e a toalha ainda estava na cabeça para evitar que meu cabelo molhasse o chão, acendi um cigarro na varanda para relaxar, quando ouvi algumas batidas na porta da minha suíte e de imediato eu a abri. O recepcionista do hotel me desejou uma boa tarde e entregou um convite para um luau. Que eu estava convidada para participar da festa que foi preparada para aquela noite.

Sorri confirmando a minha presença, e fechei a porta.

O convite tinha o meu nome, e a festa marcava as 7 da noite. Obviamente eu iria as 9.

Procurei em minha mala um vestido apropriado para a ocasião e encontrei um vestido frente único vermelho, com um corte antes do joelho, que havia comprado antes da viagem. Tirei-o da mala e o coloquei na cama, voltei a varanda e me sentei

Como um filme, minha vida passou adiante de mim, e toda minha lembrança havia parado em Carlos Daniel. Eu precisava tirar ele da minha mente e do meu coração. A separação foi dolorosa, mas eu ia superar.

Voltei para o quarto e comecei a me produzir, aquela noite deixaria minha vida passada para trás e recomeçaria uma nova. Ainda estava em tempo.

Peguei a minha carteira de mão e chequei minha aparência no espelho, dei um sorriso encantador para o que eu vi. Me perfumei.

Cheguei ao luau e me sentei a um barzinho todo coberto e com luzes. Não demorou muito para o barman vir me perguntar o que eu ia querer beber. Pedi um coquetel de frutas para comemorar o meu divórcio e comemorar que eu estava livre dos Bracho para sempre.

Olhei ao meu redor e havia muitas pessoas dançando, conversando, rindo e música ao ar livre por cantores que nunca vi na vida. Um olhar cruzou o meu no exato momento que levei o canudinho aos lábios.

Alto, barba por fazer, sobrancelha baixa e um olhar penetrante. Chegou a me dar um arrepio pelo corpo quando seus olhos sustentaram com os meus. Dei o meu melhor sorriso que poderia, ao qual todos os homens se rendiam ao meus pés.

Eu vi um sorriso torto brotar dos lábios dele e ele virar a cabeça pra olhar para moças jovens dançarem. Fiquei furiosa.

Ninguém antes havia ignorado Paola Bra...

Não.

Bracho não. Essa parte da minha vida ia ficar muito para trás.

Tomei mais alguns coquetéis e já estava ficando impulsionada pelo som animado da música, e a bebida havia me deixado um pouquinho alegre. Levantei para ir dançar, parei em frente a banda quando senti uma mão deslizar suavemente pela minha cintura.

Virei a cabeça no mesmo instante para avisar ao atrevidinho para cair fora quando aqueles olhos azuis da cor do mar, tão penetrantes quanto as profundezas de um oceano abaixaram para olhar para mim.

– Acompanhada é mais empolgante, não acha? – aquela voz rouca e grossa falou ao pé do meu ouvido. Ele falava em Inglês, porém eu consegui compreender.

Tirei a mão dele de mim e o encarei.

– Não falo seu idioma – retruquei em espanhol

– Perdão senhorita – ele respondeu em espanhol, mas o sotaque totalmente carregado, e parecia muito sexy – Te vi no bar desacompanhada e pensei que poderíamos nos conhecer melhor, e nada melhor como uma dança para nos aproximar.

Me viu? Ele não havia parado o nosso flerte para encarar aquelas moças magrelas e sem sal?

Eu queria me fazer de difícil, mas a Paola atrevida gritava para sair de dentro. Eu queria naquele momento sensualizar com ele, talvez provoca-lo e tascar um beijo naquela boca carnuda. E mais tarde trocar caricias e brincadeiras na cama.

– Então... Estou esperando pela resposta. – ele continuou esperando que eu dissesse sim.

Dei o meu sorriso travesso, puxando ele pela mão para segurar minha cintura novamente. Eu estava louca para transar, e havia um pedaço de mal caminho na minha frente. Que se dane, não vou ser a sonsa da minha irmãzinha Paulina. Eu não sou assim.

Vou aproveitar essa noite.

Kommentare & Reaktionen

Teile deine Gedanken, hefte Sammel-Stempel an und interagiere mit dem Autor und der Community.

Geschichten-Index