A new beginning
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Kapitel 27 min Lesezeit

Uma chance.

Acordei meio tonta tinha um barulho chato ao meu lado fazendo bip, bip, bip. Meu corpo todo doía, acho que foi por causa da viagem.

-Oi. –falou uma voz calma e suave.

Virei-me para ver quem era e tinha um homem bonito, alto, loiro, e com roupa de medico.

-Oi. –falei com a voz meio rouca, onde eu estou esse não é meu quarto.

-Meu nome é Carlisle Cullen, eu sou medico. –falou chegando um pouco mais perto de mim. –Qual é seu nome?

-Meu nome é Beatriz Swan, mas pode me chamar de Bia, tenho 14 anos parece que tenho mais porque sou alta para a minha idade. –respondi com um sorrisinho fraco.

-Prazer, você sabe por que esta aqui? Lembra de alguma coisa?

-Não, eu só lembro-me de estar no carro com a minha mãe e depois nada.

-Hum... –Enquanto eu falava, ele ia anotando em uma folha.

-O que aconteceu? –perguntei já imaginando o pior.

-Bom... Você e sua mãe sofreram um acidente de carro você sofreu pequenos arranhões e alguns hematomas, e sua mãe... –parou de falar quando me viu chorando. –Não se salvou ela teve uma perna quebrada, ferimentos graves, e o pescoço também quebrou, e não deu para fazermos nada ela morreu.

Comecei a chorar desesperadamente eu queria levantar daquela maca, mas antes que eu pensasse em alguma coisa o doutor me sedou e tudo começou a escurecer.

Duas semanas depois.

Eu estava naquele hospital a duas semanas que saco eu não estava agüentando mais todo dia o doutor Cullen conversava comigo tentando me manter feliz eu tinha certeza que era porque eu já estava já estava entrando em depreção eu não comia direito, chorava o tempo todo e o velório da mamãe foi triste eu não parei de chorar e só fui eu e Carlisle.

Carlisle disse que hoje ele traria a família dele para me conhecer.

Eu estava no meu quarto a enfermeira tinha trago o meu almoço e por sorte era maça a comida que eu mais gosto, infelizmente eu não estava com tanta fome e deixei a comida de lado.

Eu estava assistindo TV tava passando um filme chato até que eu desisti e desliguei, no mesmo instante que bateram na porta.

-Entra. –falei.

-Oi Bia eu trouxe minha família para conhecer você, eles podem entrar? –Carlisle perguntou.

-Claro. –falei e soltei um suspiro.

Todos entraram e ficaram lado a lado, tinha uma loira linda, uma baixinha de cabelo espetado linda também, uma mulher que mais parece a Branca de neve, um Grandalhão que tinha um sorriso enorme estampado no rosto, um com o cabelo leonino e bonitinho, e um muito lindo que quase me fez desmaiar alto de cabelos bagunçados cor de cobre.

familia Cullen

-Oi querida meu nome é Esme eu sou esposa de Carlisle. –Falou com um tom amoroso à mulher que parecia a branca de neve.

-Oi meu nome é Beatriz... Só Bia. –não tinha sentido falar meu sobrenome.

-Meu nome é Alice meu pai falou muito de você. –A baixinha falou batendo as palminhas, meu Deus do céu.

-Prazer. –falei mostrando um sorrisinho no rosto.

-Meu nome é Emmett tudo bem? –O grandalhão perguntou, e olhei para a maca mostrando que eu estou em um hospital e lógico que não estava bem.

-Estou né? –foi só o que eu falei para não falar porcaria.

Os que estavam em volta tentaram não rir.

-Meu nome é Jasper e pelo jeito nós vamos nos dar muito bem. –falou e eu não entendi muito bem.

-Meu nome é Rosálie e você é muito bonita. –a loira falou e não me senti muito segura.

-O meu é Edward e é um prazer conhecer você Bia. –Edward cumprimentou e a voz dele é muito bonita.

-É um prazer conhecê-lo, na verdade é um prazer conhecer todos vocês. –falei meio triste.

-Podemos conversar um minuto? –Carlisle perguntou olhando para a família dele.

-Claro. –responderam e todos foram para fora menos o Edward.

Eu queria ver minha mãe e me lembrei de que minha foto estava em cima de um armarinho do outro lado da parede.

-Edward. –chamei. –Pode pegar aquela foto que esta em cima do armarinho, por favor.

Ele pegou a foto olhou e a virou para ver o que estava escrito a trás.

-É sua mãe? –perguntou. –Ela escreveu isso para você?

-É, mas não olhe, por favor. –pedi pegando a foto.

-Por quê? A frase é bonita.

-Não é a frase que me faz sentir assim, é saber que eu não consegui fazer o que eu sempre prometia a minha mãe. –falei e caíram algumas lagrimas de meus olhos.

-Minha mãe também morreu, mas isso foi há muito tempo.

-Como assim? Esme não é sua mãe? –perguntei enxugando meus olhos.

-Não, nenhum Cullen é filho de... sangue mas somos filhos de coração, e se tudo der certo você também será filha de Esme. –ele falou e eu senti um aperto no coração.

-Não vocês... Acho que... Não podem... –estava com dificuldade de criar uma frase.

Antes dele falar alguma coisa a porta se abriu e Carlisle e Esme entraram fechando a porta atrás deles.

-Carlisle,... Esme eu não... Quero que vocês me... adotem. –falei entre lagrimas.

-Mas eu... –Esme começou a falar, mas Carlisle a interrompeu.

-Esme deixe que eu falo com ela, encontro vocês em casa.

Esme e Edward saíram do quarto e Carlisle sentou em uma poltrona ao meu lado.

-Eu quero te adotar por que acho você uma menina legal, divertida e meus filhos te adoraram também, por que você não quer que eu te adote? –Carlisle perguntou e eu pensei muito antes de responder.

-Carlisle você não entende, todas as pessoas que eu amo se vão primeiro meus avós depois minha mãe, e eu já te considero como um pai e eu não quero perder mais ninguém. –falei.

-Eu também te considero como filha, e se você me der uma chance eu prometo não te magoar e eu não vou te deixar eu prometo, me de uma chance. –falou se levantando.

Eu não sei o que fazer, olhei para a foto da minha mãe que estava em minha mãe e li novamente o que estava escrito.

“Sempre te amarei filha aconteça o que acontecer nunca se esqueça disso, e quando a vida te der um empurrão para você cair, levante-se, erga a cabeça e comece tudo de novo.”

-Ta eu te dou uma chance. -respondi