RefugeesCapítulo 5 - Eu tenho escolha?
Voltei para casa pela estrada onde alguns caminhões passavam com tijolos e blocos de concreto e quando estava me aproximando da Aldeia dos Vitoriosos, vi-me sozinho caminhando. Um vento frio bateu em meu rosto, como se a natureza estivesse me alertando para algo hostil. Apertei os passos, podendo já sentir que algo de ruim estava para acontecer e quando estava a cerca de 300 metros de minha casa uma mão quente puxou-me pelo ombro esquerdo.
_E então, meu paciente preferido?
A voz grossa e rouca dele era inconfundível. Aquilo não era possível. Não agora.
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