Já passava de meia noite quando Ana bateu na porta de Cecília, sem avisar. Depois dos compromissos que tinha durante o dia e a noite, queria o colo da namorada, que tava aprendendo a entender sua vida profissional (ou pelo menos tentando).


“Tem certeza que eu num te atrapalho?” — Ana perguntou, com um beijo na bochecha de Cecília.

As duas deitadas na cama, abraçadinhas como duas pelúcias, de frente uma pra outra.

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