A iluminação atracava todos os aposentos. Uma luz quentinha e amarelada como os raios do sol. Os sintomas causados por ela invadiram os sentidos de Pathos, o que a fez despertar de um sono reparador. Ela dormia num piso claro e liso: por mais que fosse o chão, era confortável, porém não condizia tanto com o local o qual pertencia.
Com os olhos ainda semicerrados, recém acordada de um sono que nem ao menos sabia do como fora dominada. Diferentemente do habitual costume de afugentar-se do frio com o ato de abraçar o próprio corpo, dessa vez, ergueu os braços, estendendo bem cada músculo, querendo que cada partícula de seu ser soubesse que estava viva e acabara de despertar.
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