Aquela cena ficou marcada na vida daquelas pessoas que viram a cena. A cidade praticamente parou, com o medo da face do anjo, com o pobre Tuomas sendo incinerado vivo, com medo da lenda que virou realidade. Mas mesmo com todo esse medo, era Tarja que sofria pela perda do amigo. Ele era a pessoa mais importante para ela, era quase a vida dela, e isso tinha sido uma tortura. Ela o observava machucado, sangrando, morto. Então, antes do nascer do primeiro raio de sol, Ela correu em direção à árvore queimada. Ajoelhou-se perante a árvore, puxou uma adaga que tinha em seu bolso, fez um corte em sua mão e esfregou-a no caule da árvore.
Ela tinha esperanças de conseguir pactuar com o anjo da árvore, logo fez suas preces. Observava a árvore completamente destruída, o que fazia lhe lembrar de como a matou. Logo, uma luz que incidia nela fez sua sombra ao formato de um anjo. Ele estava presente naquele lugar, após matar Tuomas, sedentário de sangue, após ter matado Tuomas. Ele a disse: “O que a traz aqui neste lugar aonde você ajudou a destruir?”
- Tenho-lhe uma proposta a lhe fazer. Traga-o de volta à vida que lhe farei tudo o que quiseres. – Disse Tarja confiante, porém assustada.
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