The Rise of a Leader
The Rise of a Leader
Kapitel 26 min Lesezeit

" O Despertar da Cobra "

Uma pequena... e muito jovem... criatura há andar, mas... andando por onde e por quê?

Andando, por corredores, de uma casa talvez ou de um apartamento? Não, não era um simples andar em um simples corredor, por onde a pequena e jovem criatura andava, mas sim, um corredor feito de pedras que eram talhadas que se ajuntavam com placas de madeira, janelas de vidro e detalhes em mármore e metal.

E estas, pedras talhadas, eram densas e frias faziam composição em uma parede de um corredor de um antigo castelo, sim, de um castelo. Ainda nessas pedras juntas com cal e brita, foram organizadas para que os entalhes nelas criassem linhas, linhas que por sua vez criavam desenhos que contavam histórias do passado dali ou talvez uma simples decoração? Ela já não sabia, mas sabia que pareciam vivos, por conta das tochas presas a suportes de metal espiralados e trabalhados, as quais tinham cores de azuis, verdes e roxos ainda tremulantes... criando um jogo de luz e sombra através de labaredas fazendo essa impressão de as figuras que esses desenhos representavam parecerem bem vivos. E que acompanhassem a pequena e jovem criatura por aquele corredor infinito.

Mas isso nada importava agora, pois esta pequena... e por vezes adorável... jovem criatura só pesava em uma coisa, chegar à biblioteca que pertencia a esse detalhado castelo e até por vezes chamado de cidadela e continuar a leitura que começara. Isso até parecia fácil, mas com um, porém, que por conta de distância e sua altura lhe parecia uma eternidade, pois sua paciência esvaísse até que rápido.

Mas, com um pouco mais de autocontrole, ele chegaria onde realmente eram “seus domínios”, afinal a biblioteca era uma dos poucos lugares na cidadela que apesar de ser essencial para a cidadela não estava no núcleo dela ou mais conhecido nível Um e Dois, mas sim, entre os níveis Dois e Quatro fazendo-se ser acessível a todos que residissem na cidadela.

Mas, por fim, a biblioteca não era somente importante... era essencial para que essa criatura e todos na cidadela pudessem saber o que era a Verdade. Pois além dos três níveis que ela ocupava, possuía um feitiço que a fazia ser infinita por dentro. Mas a criatura queria-se lembrar... como era ela por dentro?

Ela aparentemente assemelhavas se a uma igreja da renascença por seu exterior bem acabado e trabalhado, a qual era composta por, Quatro grandes torres com telhados, pedras trabalhadas semelhantes do corredor que supostamente andara, havia vitrais também iguais de uma igreja, mas que podiam ver de dentro desta “igreja” qualquer paisagem que desejassem e isto que ela se lembrava de seu exterior, porém o que ela realmente lembrava era do interior.

Em seu interior ela possuía vários níveis, os quais eram ligados através de rampas, corredores, escadas de madeira e quadrados de teletransporte. dentro possuía estantes e estantes de madeira de carvalho antigo, empoeiradas, cheias de livros de diversas formas, temas, idades, e jeitos. Um carpete vermelho cobria todo o chão dela.

E era assim como ele realmente lembrava-se da biblioteca, mas o que mais se lembrava dela era aquela guardiã de a administrava disso lembrava com clareza. Uma senhora de aparente 80 anos para ele toda enfaixada e gentil, voz rouca, muito magra e que quando irritada se tornava o pesadelo para aqueles que ela considerava uma ameaça. Mas ao entrar na biblioteca algo lhe pareceu estranho? Ela não estava em seu rotineiro lugar onde podia ver tudo e a todos e isso lhe era estranho, muito estranho.

Mas não duvidará que ela estivesse em um dos vários andares, da biblioteca, verificando se todo estava em ordem, por isso devia ser rápido.

Ao entrar, caminhava entre as mesas, rapidamente, e percebe que ninguém o notara e todos que ali estavam mal desgrudavam seus olhos de seus livros, com isso conseguirá um feito inétido para si (assim pensava) ser invisível a todos e poder andar por onde quiser sem alguém lhe cumprimentar o lhe reverenciar.

Logo pega o livro que queria exatamente onde sempre ficara para que pudessem o ler lá, mesmo muito mais pesado que ele já não mais parecesse nada mais, mas só uma pluma cheia de poeira de séculos de desuso mesmo ele o lendo dia e noite nunca o terminará.

Mas sabia seu nome... Isso ele sabia bem “Os contos de um antigo Guia – volume I _O Início do Fim. Então após o pegar vai ate seu lugar preferido ali se começa a ler de onde parara, sentado em uma cadeira bem detalhada e de estofamento, vermelho vivo, com detalhes de morcego e árvore na madeira em geral. — Planícies áridas varidas pelo tempo... Transformam-se em montanhas... Sim montanhas não montes, não planaltos e sim montanhas e mesmo estas com os séculos voltam a serem planícies... – para a leitura e observa em volta procurando por algo.

— “Isso é o que já observei, mas, porque mudar para viver se viver já é mudar”?” — pensa uma jovem figura.
—... Isso que meus ancestrais, perguntaram, a si quando nada mais havia restado... Porém me questionam como nada restou se vós viveis como reis e deuses. Pois lhe digo pode um rei vir da plebe? Ou um herói do crime?
Não, não há, mas num mundo onde morrer não passa de uma benção, pois na busca pela imortalidade, homens, aqueles que tudo destroem para que somente estes restem fazem coisas que até os amaldiçoados temem, algo que estes se arrependeram com dor no fim. — Cero respirou fundo, depois fechou o livro.

Com um leve sorriso no rosto, se levanta da cadeira que estava sentado e pego o grosso livro que lia rotineiramente e com um suspiro, o leva até a estante que o guardava para que todos que viviam com ele pudessem ler também.

Afinal, na biblioteca que residia no castelo existia quase todo o conhecimento que Cero entendia e virá do mundo e vida de seu clã. — "Acho que é melhor voltar, pela a torre leste e seguir até o núcleo central do castelo assim ninguém me verá." — diz em voz baixa par si mesmo.