Home
Home

Home

Synopsis

"People tend to associate the word "home" with a structure with walls, a roof, curtains on the windows, white picket fences and a smoking chimney. Well, this view is typical of coloring books. My home was different, it was gray, with stained walls. , glazed windows, and an ugly elevator to the seventh floor."
14+Completed Story~11min

Written by

View profile

Atualmente estou numa fase muito boa, feliz comigo mesma e serena. Gosto de tecnologia, ler, videos, viagens, vidas passadas e futuras, viag...

Recommendations

0

Be the first to recommend this story to other readers!

Total: 2,128 words
01

Oneshot

2,128 words•~11 min

Fandom Characters

1

More like this

In the vast and indifferent fabric of space-time, where improbability is a constant and logic is rarely invited for tea, there exists the Department of Interdimensional Bureaucracy (DIB). Its purpose? To ensure that reality remains minimally functional or, at least, sufficiently confusing so that no one notices otherwise. But something went wrong. Horribly, catastrophically, fill-out-three-copies-of-reports wrong. Immanuel Breckford, a man whose greatest achievement until then was remembering where he left his keys, unexpectedly finds himself involved in one of the DIB's most catastrophic failures. Upon receiving a Temporary Ontological Adjustment Request Form 42/B, his existence is recalculated. To correct this cosmic blunder, the DIB sends Artemis Xyllan-7, Senior Auditor and specialist in metaphysical disasters. Armed with an expired stopwatch, a pen that alters probabilities, and the patience of a black hole, she has little time (and even less desire) to fix the problem before the universe decides to file Immanuel away permanently.

Light at the End of the World

In Hawkins, things rarely disappear for good; they change shape, location, or name and keep circulating under the guise of normality. In the summer of 1985, the town is still awash in color, music, and activity, while small inconsistencies remain scattered among ordinary events, unfinished stories, and coincidences that seem to linger longer than they should. For someone who came here hoping to find nothing but distance, the place begins to take on a strangeness that is difficult to pin down, as if something were always slightly out of place, too close to ignore and too obscure to name.

Em um mundo governado há milênios por um mesmo Rei, um abismo impenetrável manifesta sua influência. Segundo aqueles que enxergam os versos de poder, dele emana a magia. Os fiéis, por sua vez, rogam a ele em ritos como a um Deus criador que a tudo conclama. Destemidos afirmam que dele verteram os dragões da vida. Sim: um desconhecido que habita e pulsa. O abismo é o centro do mundo, e há quem diga que ele seja o próprio mundo. Cabe aos nascidos do ímpeto trilhar o trajeto que desvela a trama. Não heróis apenas vítimas de um destino moldado no abismo da existência. Leonel acorda no meio de uma rua desconhecida. Ele está nu, vulnerável diante do solo que sustenta seu constrangimento. Não fosse o breu da noite e o vácuo de sua mente, sentir-se-ia ainda pior. Leonel não se lembra. O único fio de realidade que ainda o sustenta é o seu próprio nome. E, embora não saiba, o único ente que o reconhece é uma Sombra.

Entre encontros inesperados, lembranças que insistem em voltar e caminhos que parecem se cruzar por acaso, uma velha conhecida tem a tarefa de narrar aquilo que acontece entre as linhas. Mas nem toda história nasce com um destino definido. Às vezes, algumas pessoas chegam para ficar. Outras, apenas para ensinar alguma coisa antes de partir. Há encontros que parecem coincidência, sentimentos que surgem sem aviso e escolhas que podem mudar completamente o rumo de uma vida. E, enquanto as páginas avançam, uma pergunta permanece: será que somos nós que escolhemos nossos caminhos... ou alguns deles já estavam destinados a nos encontrar? Entre acasos, encontros e destinos, talvez a verdadeira história esteja justamente naquilo que nenhuma das três ainda sabe como terminar.

Em meio a montanhas cobertas por neblina, ergue-se o Internato Valenhall, uma instituição mista, antiga e imponente, frequentada exclusivamente pelos filhos da mais alta elite. Ali, sobrenomes valem mais do que talentos, e o silêncio é uma regra tão importante quanto as notas. Uma vez por ano, o internato anuncia a abertura de poucas vagas excepcionais , destinadas a alunos de fora daquele círculo fechado. O que a classe média não sabe é que essas vagas nunca são oferecidas por acaso cada aluno escolhido carrega algo que o internato deseja, teme ou precisa controlar. Por trás dos corredores escuros, das aulas rigorosas e dos rituais tradicionais, escondem-se segredos antigos, alianças perigosas entre famílias poderosas e mistérios que jamais deveriam ter sobrevivido ao tempo. Alunos desaparecem dos registros, regras não escritas são mais letais do que punições oficiais, e há portas que só se abrem para quem está disposto a pagar o preço. Para os recém-chegados, entrar em Valenhall é a chance de uma vida melhor. Permanecer ali, no entanto, pode significar perder muito mais do que imaginavam.