impregnated31 de Janeiro :capítulo 8
Lembro de termos andado por várias ruas de mochilas nas costas até chegarmos ao que parecia ser o objetivo de Clary. Era um portão cinza desgastado no canto de uma rua sem saída e deserta. Foi quando segurou na mochila para jogá-la no chão e sentar-se na soleira que percebi que ela largou a minha mão naquele momento. Sentei-me ao seu lado.
– É aqui que você mora? – perguntei.
Clary olhou por trás do ombro e depois para mim.
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