Estavam todos no hospital, a Sam, a Carly, a Sra.Benson, a Wendy, o Brad, o Gibby, o Spencer, o diretor Franklin e alguns nerds do clube de Av do Freddie. Todos estavam tristes e preocupados. Sam estava encostada a um canto um pouco afastada de todos, enquanto as lágrimas escorriam-lhe pela cara sem parar. Os seus olhos estavam perdidos e fixavam-se num ponto sem realmente querer. Os seus pensamentos apenas se centravam no Freddie de forma tão intensa que começou a desesperar pela hipótese de ele não sobreviver. Às tantas, Sam começou a soluçar alto e deixou-se cair pela parede agarrando-se aos seus joelhos e baixou a cabeça, fechou os olhos e começou a fazer um movimento de embalo, para a frente, para trás, para a frente e para trás... ninguém reparou no ataque de desespero da loira, pois ali todos pensavam que ela era a menos que se importava com o Freddie, que era a que menos tinha sentimentos, no entanto eles não sabiam que era precisamente ao contrário. Bem, somente alguns, mas esses estavam demasiado concentrados na sua dor para a poderem ajudar. Spencer consolava a irmã em vão, pois ele também estava triste, Brad e Wendy consolavam-se mutuamente, o diretor tentava consolar o Gibby e os nerds fecharam-se num circulo a 'rezar'. Apenas a sra.Benson estava tão mal como a Sam, talvez só agora ela tenha percebido que a Sam era uma menina que se preocupava com os amigos. Só agora ela reparava que o Freddie tinha razão, quando dizia que a Sam era uma das suas melhores amigas. A mais velha, aproximou-se da Sam chorosa e agachou-se. A loira ao sentir a aproximação de alguém, levantou a cabeça e surpreendeu-se ao notar quem era. Num impulso a menina abraçou a mãe do Freddie.
–Ele vai melhorar não vai! — ela exclamou desesperada num soluço e a sra.Benson apenas lhe fez festas no cabelo e abraçou-a com mais força. Queria tanto lhe dizer que sim, mas sabia que o seu tom de voz a denunciaria.
Na verdade há 5 horas que os médicos estavam lá dentro, de volta do seu menino e nada diziam. Em todos os anos de enfermeira nunca lhe tinha acontecido nada assim e ela temia. Temia pela vida do seu menino, temia pela vida dos seus amigos e agora temia pela vida da Sam que sempre tentou esconder os seus sentimentos e agora com esta tragédia podia ser que nunca mais tivesse outra oportunidade de os revelar de novo.
Gefällt Ihnen die Geschichte?
Erstellen Sie Ihr kostenloses Konto in 15 Sekunden, um die nächsten Kapitel freizuschalten und auf jedem Gerät genau dort weiterzulesen, wo Sie aufgehört haben.
