Talanian Chronicles
Talanian Chronicles
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Capítulo 4

-Como? –pergunta o Curandeiro Lycan desorientado. -Como isso é Possi...

-O que? O que esta acontecendo com ele? –Pergunta Kristian preocupado.

-A ferida... A ferida já esta se fechando. Mas como... Como isso é possível? Eu nem ao menos usei uma erva ou magia para tratar a ferida somente para tirar a dor, mas não para curar. E mesmo assim nenhuma Erva faria efeito tão rápido muito menos uma magia...

-Bem parece que arranjamos um motivo para ficarmos nessa batalha por mais tempo não é jovem curandeiro? –Pergunta o Líder dos Lycans.

-É o que parece. Líder você irá levá-lo para a minha tenda?

-Sim, e eu irei junto esse guerreiro merece toda a nossa atenção. Nunca vi tal coisa. Um templário com tais capacidades curativas. Era normal um templário poder curar-se sozinho, mas não com tanta rapidez e de um ferimento tão grave no Maximo ele teria mais quarenta e dois minutos de vida, se muito. –diz o Líder Lycan enquanto pegava o templário em seu braço e o levava rumo à tenda recém colocada do curandeiro de sua tribo.

-Espere para onde você ta levando... –Tenta perguntar Kristian antes de ser interrompido pelo Líder Lycan.

-Calma garoto. Agente não vai deixar seu amigo morrer. –e nem conseguiríamos pensa o Lycan. –agente vai cuidar dos ferimentos na tenda, lá tem mais ervas para ajudá-lo na sua recuperação.

-Mas... –tenta retrucar Kristian antes de ser novamente interrompido pela explicação vindoura de Eragon e do paladino presente no local.

-Não precisa preocupar-se os Lycans são assim, sempre em busca de novas magias e tecnologias para impedir as mortes de seus companheiros ou matar seus inimigos.

-Eu não os culpo. –Retruca o paladino. –eles só querem a segurança de seus companheiros.

-não posso discordar. –afirma Eragon. Mas apesar de tais palavras saírem da sua boca ele não acreditava de verdade em sua veracidade afinal, por seu conhecimento na cultura Lycan, ele sabia que os Lycan, em toda a sua história, eram famosos por não pouparem esforços em busca a novas tecnologias e durante toda sua história houve vários casos em que eles sacrificaram suas ‘cobaias’ para poderem fortalecer suas tribos ou nações. “a morte de alguns para proteger a todos é o que eles defendiam” e nada mudaria tal pensamento.

Agora a luta acabara pelo menos momentaneamente, os soldados podiam descansar e o sangue esfriara. Eragon agora sentia uma forte dor vinda de seu ferimento no braço, ele esperava sentir essa dor mais cedo ou mais tarde, mas não esperava que fosse tão forte, parecia que seu braço estava sendo arrancado de seu corpo.

-Meu braço. –reclama Eragon. –Ele ta doendo muit... –Antes de Eragon completar a frase ele cai no chão ainda consciente, mas não conseguindo se mexer.

-Ei, garoto o que foi? –pergunta o paladino que logo em seguida repara no sangue de Eragon que estava escorrendo pelo seu braço. –Merda! Precisamos de mais um Curandeiro. –grita o paladino.

-Eu posso ajudar... –responde Kristian.

-Não você já perdeu muita energia se você se desgastar mais você poderá ficar em perigo e você ainda esta abalado fisicamente e mentalmente. –interrompe Eragon. –eu estou bem não precisam se preocupar. –Completa Eragon enquanto se levanta devagar ainda cambaleante.

Nesse momento chega uma jovem Ariana de cabelos louros olhos azuis e pele branca como a neve dizendo:

-por favor, não se mexa isso pode acabar fazendo as suas condições piorarem.

Eragon inclina sua cabeça para cima para ver da onde sairia àquela voz, respondendo logo em seguida:

-Eu não preciso diss... –antes de terminar a frase Eragon desmorona mais uma vez, mas agora a jovem o segura antes que ele encoste seu corpo inteiro no chão.

-Senhor você perdeu muito sangue não tente se mover nem falar... –pede a jovem.

-Linda...

-O que? –pergunta à jovem

-Você... Você é... Linda. –Ao terminar o elogio Eragon desmaia

-Senhor? Ah não Luke me ajude, ele perdeu muito sangue.

–Para onde eu o levo? –Pergunta o paladino.

-Por favor, leve-o para a minha tenda.