Celas não raciocinava bem. Sentia vertigens, estava tonta. Pensou em deitar-se em seu caixão, mas lhe pareceu tão longe, tão solitário.
Chegou às masmorras, andando em passos lentos, e parou em frente ao caixão negro de seu mestre. Passou os dedos pela inscrição, lendo as palavras com saudosismo. “ The bird of Hermes is my name, eating my wings to make me tame”. Levantou a tampa, e se deitou dentro dele. Sentindo o cheiro de seu mestre, adormeceu.
Pela primeira vez desde a partida de seu mestre, sonhou. Um sonho muito confuso. Via flashes de batalhas, e cenas cruéis. Algumas ela reconheceu como sendo de guerras, em campos de batalhas. As mais definidas, regadas a tiros e bombas, ela identificou como sendo as vividas por Bernadotte. Em outras, ela estava sob o ponto de vista de um soldado, bradando uma espada ao vento e atacando.
Gefällt Ihnen die Geschichte?
Erstellen Sie Ihr kostenloses Konto in 15 Sekunden, um die nächsten Kapitel freizuschalten und auf jedem Gerät genau dort weiterzulesen, wo Sie aufgehört haben.
