Swirl sentava-se em um tronco esculpido e polido por seu pai, feito para servir de assento fora da nova casa. Perdido em pensamentos, absorvia os suntuosos olhos azuis da floresta que cercava sua moradia.
Quatro dias após seu encontro com a jovem, ele frequentemente se deparava com um semblante carrancudo. Seus pais e irmão acreditavam que sua tristeza era por não ter conseguido uma presa para o aniversário.
— Ainda furioso, mano? — perguntou Yeast, seu irmão gêmeo, que se sentou ao lado dele, pressionando a palma nas costas de Swirl. — Maninho, às vezes você é crianção. Não acha que está passando dos limites? Sei que é péssimo em perder, mas são quatro dias de cara emburrada. Dá um sorrisinho, vai.
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