— É a verdade.
— Sei algo para você ficar feliz.
— O que?
— Não digo feliz mas para da boas risadas.
— Então fala o que.
— É melhor fazer do que falar.
Ele começa a fazer cocégas nela.
— Ai não é isso.
— Ahan é a Cindy adora quando eu faço.
— Para eu tenho cocégas golpe baixo.
Eles ficam um tempo lá um fazendo cocégas no outro e dando muitas risadas Marina nunca tinha se divertido como aquele dia.
— Vamos tirar uma foto juntos?(pede Marina)
— É pode ser.(disse ele dando de ombros)
— Trouxe a camêra.
Eles dois sorrirem e batem a foto.
— Vou revelar.
— Eu trouxe um desenho para você.(disse ele tirando o desenho da sua mochila)
— Você desenha?
— Ahan desenho é minha irmã que pintou.
— Nossa que desenho lindo parece comigo.(disse ela pegando e olhando o desenho encantada era ela)
— É você.
— Me desenhou?
— Sim e linda ai eu te desenhei.
— Desenha muita gente?
— Só as que eu acho mas lindas.
— Bobo.(disse ela sorrindo com as bochechas vermelhas com aquele élogio dele a deixou sem graça mas toda contente dele falar que ela é linda)
— Gostou?
— Amei é muito lindo você é muito talentoso deveria ser desenhista.
— Mas vou ser médico.
— Se não de certo como médico pode ser desenhista, queria saber desenhar assim.
— Te ensino se quiser.
— Dúvido que consiga aprender como você.
— O que gosta de fazer?
— Eu danço ballet clássico, gosto de fazer roupas de bonecas porque gosto muito de moda, e de escrever.
— Ah é uma dança linda de patricinhas.
— Preconceituoso não tem só patricinhas.
— Dança para mim.
— Aqui nem tem som é nem nada.
— Faz alguns passos acho lindo essa dança.
— Fico meio envergonhada.
— Nada a vê não tem que dançar na frente das pessoas se for se apresentar.
— É mas de tanta gente não só de uma.
— Finge que eu não estou aqui e dança.
— Ok.
Ela se levanta começando a fazer alguns passos de ballet.
— Nossa arrasou sabe dançar muito bem.(disse ele a aplaudindo)
— É o que eu mas gosto de fazer faço aulas até hoje desde pequena.
— É o que eu mas gosto de fazer e desenhar e andar de bicicleta.
— Não sei andar de bicicleta.
— Se pudesse sair eu te ensinaria.
— Adoraria isso andar em um ar livre soltar as mãos e sentir a brisa.
— Assim você ira cair e ira sentir é a brisa na cara no asfalto.
— Bobo com alguém me carregando não eu dirigindo.
— É eu até te carregaria se não fosse tão pesada.
— Tá me chamando de gorda?
— Tô brincando você é magrinha levinha eu te carregaria fácil.
— Atá pensei que fosse porque te chamaria de fracote se não conseguisse me carregar.
— Eu consigo quer vê.(disse ele a pegando no colo)
— É provou que consegue agora me coloca no chão que eu tenho medo que me derrube.
— Eu não vou te derrubar tá eu posso com você.
Ele estava com ela no colo e eles começam a se olhar pintando um clima e se aproximam os seus rostos e estava prestes a se beijarem quando ouve um pequeno gritinho.
— Nicolas já é a hora de ir embora, ai ops eu cheguei na hora errada.(disse Cindy percebendo)
— Ah já estou indo.(disse ele a colocando no chão e Marina sorrir sem graça)
— Não gosto de estragar o clima.
— Aqui não tem clima nenhum, vamos Cindy até mas Marina.(disse Nicolas sem graça pegando sua mochila)
— Tchau Nicolas.(disse Marina lhe dando um tchau)
Marina sorrir quase se beijavam de novo é ela queria isso.
— Sei que vai reclamar estava quase beijando a menina.
— Não estava nada.
— Não me engana que eu não gosto.
— Como uma menina tão pequena sabe de tudo isso.
— Porque sou uma inteligência rara.
— Uma enxerida quis dizer.
— Mas não se preocupa não contarei a Joyce não tá não vou dedurar meu irmão.
— É não comenta nada com ela se não pode ter confusão assim por nada.
— Sei.
No dia seguinte:
— Oi Nicolas.(disse ela sorrindo quando o encontra no corredor)
— Oi Marina.(disse ele sorrindo)
— É podemos conversar vamos ficar naquele lugar como ontem?
— É Marina mas eu tenho que trabalhar.
— Quando sair?
— Vou estudar e depois ir para o colégio não tenho muito tempo assim de ficar conversando com você.
— Entendi não quer perder seu tempo com patricinha fútil né me achou chata ontem eu estava te alugando.(disse desmanchando o sorriso que estava)
— Não disse isso.
— Da a entender.
— Marina eu não tenho tempo não sou rico como você tenho coisas para fazer.
— Entendo.
— Não posso ficar a sua disposição.
— Ta bom.
— Tchau depois agente se fala.(disse ele lhe dando um beijo na bochecha e ele sai ela fica sorrindo ficava toda derretida perto dele)
Ele volta para trás.
— Se quer uma companhia pode ser minha irmã ela é pequena mas.
— É ela deve ser uma fofa posso ficar brincando com ela.
— Ela vai adorar te acha linda.
— Chama ela, queria ter algum irmão ou irmã meu sonho é esse mas nunca tive deve ser maravilhoso ter irmãos.
— É muito bom amo a minha pequena.
Ele pega a irmã e leva para Marina.
— Oi sou Marina quero ser sua amiga.(disse sorrindo simpática)
— Oba uma amiga grande não da minha idade eu gosto, eu já conheço você de longe é a filha do dono.(disse a pequena animada)
— É quer ser minha amiguinha?
— Claro que quero.
— Tenho muitas bonecas no quarto acho que vai adorar brincar.
— Bom vou indo.(disse e sai)
— É namorada do meu irmão?
— Não sou apenas amiga.
— Ele é lindo né?
— É muito.(disse sorrindo)
— Porque não o namora?
— Não é porque ele é lindo que eu vou namorar ele deve ter até namorada.
— Ah mas gostaria que fosse você é linda mas do que qualquer garota que já vi com ele.
— Ele tem tantas garotas?
— As amigas dele que anda com ele.
— Ah vamos lá para o meu quarto.
Elas vão juntas para o quarto.
— Me chamo Cindy.
— É eu sei o Nicolas me falou de você.
— Nossa que quarto lindo de princesa que tem.(disse admirada)
— Você não tem um quarto?
— Não dormimos todos juntos.
— Ah.
— Gostaria de ter um quarto só para mim cheio de brinquedos.
— Tenho bonecas ai que nem uso mas porque já deixei de ser criança faz tempo se quiser eu dou para você.(disse as apontando)
— Ai obrigada sempre quis ter essas bonecas não tenho muita coisa.(disse ela sorrindo maravilhada)
— Se tivesse roupas do seu tamanho daria também mas minhas roupas não servem em você.
— Barbies amo elas.(disse pegando as barbies)
— Eu gosto de costurar e vestir as bonecas, tem muitas roupinhas aqui adoro moda.(disse lhes mostrando)
— São lindas parece de estilista.(disse Cindy olhando encantada)
— É assinadas por mim Marina Moschen.
— O que mas faz?
— Eu danço ballet.
— Nossa acho linda essa dança me ensina.
— Ainda não sou professora formada mas sei muitos passos faço desde criança se quiser eu te ensino.
— Eu quero vou adorar mas não tenho roupa de bailarina.
— As que eu tenho não servem em você mas mando comprar uma do seu tamanho.
— Oba estou louca para começar as aulas.
— Enquanto não tem podemos ensaiar sem as roupas mesmo.
— Tudo bem liga o som.
— Vou colocar uma música calma de ballet.
Ela liga o som.
— Se veste de bailarina para mim vê.
— Ok.
Ela se veste de roupa rosa de bailarina e calça as sapatilhas e coloca a toca e as meias.
— Fica linda parecendo uma princesa bailarina a Barbie.
— Sou morena para ser a Barbie ela é loira dos olhos azuis e infelizmente não nasci loira dos olhos azuis quem me dera.
— Mas é linda do jeito que é.
— Linda e você que parece a Barbie mas é mas fofa que ela está mas para moranguinho.
— Adoro a barbie é principalmente a moranguinho adoro morangos.
— É vamos dançar depois fala em comida.
É elas começam a dançar Marina ensinando a menina que olhava tudo atentamente e logo aprenderia porque era muito esperta, ficam lá até que o irmão bate na porta para busca-la.
— Oi Nicolas já venho buscar a Cindy?(disse abrindo a porta sorridente)
— É já estamos indo para casa, estavam dançando?(pergunta a olhando de cima a baixo com aquela roupa de bailarina tinha a achado linda dessa forma)
— É eu estava mostrando alguns passos de ballet para ela.
— É ela arrasa na dança Cindy dançou lá no porão para mim.
— Ela quer aprender ballet.
— Ah.
— Vou até comprar uma roupa para ela.
— Não precisa.(disse Nick)
— Eu quero comprar Nicolas.
— Tudo bem.
— É quero ensinar ela a dançar.
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