
- Cinco meses... – Falou Bray – Cinco meses que nossas vidas acabaram...
— Quem diria que um pequeno vírus podia infectar o mundo inteiro.
— Verdade... Kate, nossa comida está muito pouca... Podemos ir á cidade?
— Qual? Ah, preciso de roupas novas – Falei sorrindo meiga-.
— Seattle.
— Seattle? Cidade grande tem muitos zumbis, Não? Que a diversão comece.
Bom... Acho que nem me apresentei, mas quem se importa? Meu nome é Katrina Thomas, tenho 21 anos (Pois é, sou velha já) e minhas habilidades? Facas, Espadas e flechas. Sei lutar como ninguém. Perdi toda a minha família e meus amigos por causa dessa epidemia. Apenas sobrou meu irmão Brayan Thomas, de 23 anos. Eu mencionei que somos gêmeos? Pois é, somos... Continuando, Eu e minha família soubemos antes que isso ia acontecer, meu pai era cientista. Assim que soubemos arrumamos a malas e saímos em direção a Atlanta. Meu pai, minha mãe morreram no caminho. Agora sou eu e Bray seguindo para Atlanta.
Estávamos indo em Seattle antes, e depois partiríamos para Atlanta. O caminho até Seattle seria longo, então decidi dormir.
FLASH BACK ON
— Katrina? Brayan? Luci?
— O que?
— Preparem as malas AGORA. Só o necessário.
— Por quê? O que aconteceu?
— FALA ALGUMA COISA PORRA – gritei –
— Dra. Lena criou um vírus... T-Vírus, ele está espalhado já por todo o mundo e quando uma pessoa morrer, ela vive de novo, como um Zumbi, eles começam a comer as outras pessoas...
— Eu... DIZ QUE ISSO NÃO É VERDADE! – gritei novamente -.
— Isso... Não existe pai – Falou Brayan –
— Existe. Agora subam.
Olhei para mamãe e ela estava muito pálida. Subi para meu quarto e fiz as malas, deu uma de roupas, e uma de espadas, facas e armas. Fui para o quarto da mãe e coloquei umas roupas dela. Desci trazendo minhas malas e quando eu ia subir vi o Bray trazendo as malas da mamãe. Coloquei tudo no carro e fui ajudar Brayan a arrumar as comidas. Arrumamos tudo e demos o fora dali. Pelo caminho todo ficamos calados.
FLASH BACK OFF
FLASH BACK ON
— Brayan e Katrina, eu e Lucie vamos pegar mais comidas e armas. Fiquem aqui e NÃO SAIAM NUNCA entendeu? Brayan, se a gente demorar mais de uma hora, vai embora coa a Kate ouviu?
— Mas...
— Mas nada.
Eles foram caminhando, olhei para Brayan que tentava entrar no banco da frente.
— Acha que eles vão voltar?
— Papai é esperto, vai conseguir.
Passou duas horas e eles não voltaram...
— Vamos? –Perguntei e ele deu partida no carro – Não ir embora. Vamos procurar eles, falei pegando minhas facas e meu arco e flecha.
— Nem pensar.
— Eu... – Quando eu ia falar, aparece uma horda de Zumbi. – Vamos dar o fora daqui.
Saimos de lá e fomos em direção a Forks, passou alguns minutos e eu e Brayan estávamos paralisados. Não conseguia falar nada... Nem sentir nada. Tudo doía e nada me acalmava
— Vai ficar tudo bem pequena – Falou Brayan me abraçando de lado –
Brayan sempre foi meu melhor amigo, ele era Loiro, de olhos azuis e todas as garotas da faculdade queriam ele. Diferente de mim que tinha os cabelos pretos e curtos, olhos azuis. Ele sempre foi meu protetor, e me ajudava em tudo sempre. Era bom ter ele comigo.
FLASH BACK OFF
— Chegamos.
Peguei minha arma e minas espadas, depois uma faca e meu arco. Sai do carro e entrei em Seattle junto com Bray. Apareceram cinco Zumbis, eu matei três e o Brayan dois.
Continuei andando e veio mais uns dez, peguei minha espada e decapitei dois que vinham em minha direção e Bray atirou em mais três. Peguei minhas facas e matei mais cincos. Entrei em uma loja de roupas e peguei um short preto, uma bota cano longo e uma camisa, coloquei na bolsa e sai da loja. Vi o Bray saído de uma loja de armas com uma besta, um saco cheio de flechas, duas espingardas e duas pistolas. Corri para pegar a besta e ele me deu facilmente afinal, ele nem sabia usar. Eu e Brayan entramos em um bar e eu terminei de encher minha bolsa com garrafas de cerveja, vodca e uísque. Bray pegava comidas enlatadas e salgadinhos e aguas.
Olhei para Brayan que me olhava com um sorriso divertido no rosto e dei dois tiros pra cima e logo veio uma horda até a gente.
Peguei meu brinquedinho novo e comece a matar os Walkers. No final, eu matei 15 e Brayan 20. Fomos até o carro e colocamos tudo dentro.
— Merda. – Falou Brayan batendo sua mão no volante. –
— O que foi?
— Gasolina... Esquecemos da gasolina.
— Peraê.
Desci do carro e fui até uma auto-estrada que tinha perto dali, encontrei um Walker no caminho. Ele era gordo e mal conseguia caminhar, saquei minha faca e o perfurei o crânio o fazendo se dividir em dois. Continuei caminhando e cheguei a vários carros parados, peguei o litro que estava segurando e coloquei a gasolina deles ali. O caminho de volta foi tranquilo.
— Aqui a gasolina – Falei atirando o litro em cima de Brayan que estava deitado no banco de trás do carro –.
— Valeu.
Brayan colocou a gasolina e seguimos para Atlanta.
— Bray?
— Fala maninha.
— Eu sinto falta deles. – Falei em um sussurro
Brayan parou o carro e me olhou.
— Eu também Kate... Mas eles podem estar bem, né?
— Eles são fortes... Quando viram a horda o pai deve ter entrado em uma casa com a mamãe...
— É... Eles estão bem – Falou beijando minha testa. – Obrigado.
— Porque? – Perguntei confusa –
— Por estar aqui comigo. É bom saber que não estou sozinho.
— Obrigada também... Somos a dupla invencível.
— Hey, vamos dormir?
— Vamos.
Peguei meu saco de dormir e coloquei ao lado do carro, ela perigoso, mas eu precisava dormir. Acordei com os cutucões e sussurros de Brayan.
— Fique quieta. Está vindo uma horda muito grande, mais de 100 Walkers.
