YiliumminiumO ômega que deveria estar morto
Cerca de 500anos após desaparecer, Yiliunminium regressara ao planeta natal, escoltado pela guarda-real. As algemas de duraque não importavam, o rosto bonito sorria, quase aliviado. Os cabelos dourados* balançavam, cintilantes, tal como esperar-se-ia dum ômega de alta categoria.
Fora imediatamente levado à audiência no castelo, que já acontecia por horas, presidida pelo próprio Rei. Exaltados, os nobres exigiam que fosse banido ou executado.
Quando o viram, porém, predominou o silêncio. Era impossível disfarçar o desconforto de estar no mesmo ambiente que Yiliunminium. Sua presença os esmagava em existência e intelecto, os calava.
“Que grande crime é esse que cometi?”

