The Limits of Our Imagination
The Limits of Our Imagination
Kapitel 12 min Lesezeit

Apresentação ou Primeira aula

Elas eram quatro, mas mesmo assim faziam toda a diferença. Não havia nenhuma principal, só lindas jovens que andavam pelas ruas da cidade. Uma era aventureira feiticeira e tinha viajado quase todos os lugares do mundo. A segunda era uma anã/elfa, pois apesar de ter grandes maneiras e costumes de anã, ela era alta e manuseava muito bem aço e espadas. Depois dessa, havia a terceira, a grande, agitada, sensível e um pouco violenta que ninguém (até hoje) pode explicar. A última era recatada e mansinha por fora, mas era extremamente feroz por dentro, ela era uma princesa filha de um rei meio corrupto, meio irritante, “tá” legal, 70% irritante 10% corrupto e 20% protetor.

Pela foto antiga da viagem delas para os Alpes Suíços, a primeira seria Luna, com tios avós elfos e muitos costumes da parte da família anã. Como podemos ver por suas roupas rústicas, ela não era da mais alta classe da sociedade, mas era da mais alegre classe. A segunda, que usa a capa feita de lã de camelo bactriano que ela mesma caçou na Mongólia, é Melissa, a feiticeira. Ela muda-se quando é procurada pela polícia por roubar algumas ervas para curar animais nativos. A terceira é Lúcia, uma inventora que naquele tempo, já tinha criado modelos primitivos de celulares, rádios e calculadoras. A última e também mais rica, Charlotte, pratica lutas e esportes escondidos do seu pai, em vez de ballet e piano.

Todas podiam pagar as invenções malucas de Lúcia, pois elas tinham um grande desconto de melhor-amiga de 12% e pagavam o que podiam. Celulares com recursos mais complicados do que um Iphone 6, que custavam aproximadamente cem moedas de ouro, mas por não ter tanto dinheiro, Luna trabalhava na fazenda com seus pais e depois ajudava aqui e ali no bar da Cidade dos Anões (historiadores até hoje não sabem seu nome). Ela acumulava bônus na loja e não comprava todos os dispositivos do celular e nada de aplicativos pagos, além de que seus pais preferiam que ela saísse com as amigas – anãs e elfas, ao invés das melhores amigas humanas, feiticeiras e princesas com quem ela andava — para conversar no parque, pular no lago.

Na próxima aula sobre estas tribos misteriosas, conheceremos cada uma das amigas da princesa Charlotte e sua cultura e hábitos malucos.