The Herbalist- Darkcream Fanfic
The Herbalist- Darkcream Fanfic
Kapitel 116 min Lesezeit

Save-me.

Era uma madrugada fria e tão escura quanto a noite, as gotas de chuvas batiam violentamente contra o telhado de cerâmica vermelha de uma casa distante da civilização, coberta por campos verdes e um jardim enorme cujo as plantas de agitavam chicoteando o vento pela potência dos ventos.

O som da chuva batendo nas inúmeras árvores do jardim da residência abafavam os gritos vindos do cômodo superior onde a porta da varanda estava aberta, escancarada, batendo suas maçanetas de ferro contra as paredes pela força do vento, as cortinas serpenteavam em direção ao céu, encharcadas, tomavam a água e a puxava para dentro do quarto a jogando contra os móveis e a cama.

Local onde um esqueleto de tiara estava amarrado nos pulsos, calcanhares e pescoço presos ao móvel, o padre apesar de toda aquela bagunça e molhança causada pelas manifestações demoníacas não se abalava continua a gritar os versículos com firmeza e apertar o terço na frente do esqueleto que aos poucos parou de se retorcer, gritando agora de dor, muita dor.

A cada dia que se passava Cross sentia que estava perdendo o fitoterapeuta, seus dentes estavam desgastados de tanto range-los, sua aparência jovem e olhar alegre estava abatido, frágil e velho, as suas juntas rangiam ao se mexer, a sua alma parecia deixar o seu corpo a cada sessão, poderia jurar que estava tentando exorcizar um cadáver que ainda não virou pó.

- P-Padre... — Chamou arfante, enquanto o líder religioso se aproximava e cortava as cordas que o prendiam a cama, seus lábios estavam secos, molhados apenas por um fio de sangue que começou a escorrer, ele não tinha muito tempo. — Padre... Socorro... Acabe... Com isto...

Mas ainda uma linha de esperança pairava em seu coração, ainda havia alguém ali, além daquele demônio que insistia em matar a sua ovelha, ainda havia uma pequena fração do Dream ali.

- Você está resistindo bem meu filho, tenha fé, ele será expulso, você não será mais perturbado por esta fera, eu não vou permitir que ele roube a sua alma...-Disse convicto, desamarrando a última corda que era a que estava no pescoço do médico.

- Eu...Ght!- Não conseguiu completar, fora interrompido por um arroto que seguiu a um vômito, rubro e de gosto metálico, que infelizmente acabou sendo atirado nas roupas do líder religioso que ao ver aquilo se desesperou.

Ele estava fazendo de tudo para salva-lo, mas sentia que a alma de Dream era como água, que escorregava entre suas falanges, já havia tentando de tudo, água benta, terço, a oração de são bento, os salmos, mas o demônios continuava lhe dizendo indecências, tentando rasgar a roupa do seu inocente receptáculo, chamando o padre para adentra-lo, aquela visão fazia Cross minimamente tremer a mão em que segurava a cruz.

- Cross...- Chamou o padre pelo nome, que ao escutar o chiado de sua voz afastou a mão que usava para limpar os lábios sujos do menor.

A sua voz saiu aguda aos seus ouvidos, quebrando o silêncio daquele banheiro gelado e escuro da suíte do quarto encharcado, ainda chovia lá fora e a torneira da banheira pingava insistentemente sobre a água morna posta lá por Cross para que o fitoterapeuta se banhasse.

O mesmo lhe encrava com tristeza, seus olhos estavam fundos e seu belo olho dourado quase não brilhava.

- Eu não aguento mais.- Disse vendo o mais velho recolher a mão, sujando o pano limpo nas suas roupas ainda sujas de sangue e restos de alimento , com seu movimento o cheiro azedo e pútrido de vômito e sangue voltou a incomodar a sua sensível narina.- Eu confesso, que eu tenho medo...- Disse com a voz falha, vendo o maior negar com a cabeça.- Me desculpa, eu estou perdendo a fé.- Soluçou abaixando a cabeça. — Eu ... Eu estou sentindo muita dor! Hic! Eu não aguento mais! Mas eu não acredito mais-

- Não, não, não, Dream pelo amor de deus não diga isto! — Disse com seriedade largando o pano sujo de sangue e segurando o menor pelos braços o fazendo desviar o olhar do chão do banheiro imundo em que estavam.- Jamais diga isto! Repreenda! — Falou com seriedade olhando o florista que balançava em suas mãos como quem dormia, já se quer tinha forças para contrariar o padre ou reagir ao seu toque.- Repreenda Dream! É isto que ele quer! Vamos! Repreenda Dream joku!

- E-Eu repreendo! Deus me perdoe! — Gritou em um gemido, chorando, segurando nos braços de Cross e abaixando o olhar enquanto soluçava, descansando a cabeça no ombro do padre.- Me perdoe... Me perdoe pai... Eu já não tenho forças... Não tenho...-Soluçou, trêmulo, enquanto sentia o aperto do abraço de Cross que lhe alisava as costas — Por favor... Me salve.- Engasgou, tossindo fazendo o de batina lhe dar leves tapas nas costas. — Eu imploro, que me salve... Eu não quero morrer... Hic hic...

- Reze comigo Dream...- Pediu o padre, ainda sem se desvencilhar dele.- Pai... Eu lhe peço

- Hic... Pai... Eu lhe peço...

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- Você parece distraído...-Disse Epic enquanto apagava as velas do altar de um santo da igreja, Cross ao escutar o amigo fechou a bíblia e o encarou.

- Me perdoe... Não tenho dormido bem a noite.- Disse alisando a capa de couro preto da bíblia em suas mãos, ao escutar o amigo o ainda diácono da igreja se aproximou do padre e pegou a bíblia de sua mão e o encarou profundamente nos olhos.

- Está pensando nele não é?- Ele viu Cross desviar o olhar dando um suspiro cansado. — Alguma melhora?- Perguntou vendo o de cicatriz na bochecha negar com a cabeça.- Deus...

- Ele vem piorado desde o dia que viu o culto de páscoa na igreja... Eu sinto... Que irritei demais o demônio, e ele está matando o Dream mais rápido por minha culpa.

- Não é sua culpa.- Disse batendo nas costas dele enquanto levava a bíblia para uma pequena mesinha atrás do púlpito onde havia outros livros sagrados.- Mas do tempo que este demônio tem você já deveria tê-lo expulsado Cross, o que está acontecendo?- Perguntou olhando para o amigo que novamente parecia distante.- Irmão?

- ... Ele disse que não tem mais fé...- Ouvir aquilo fez com que Epic torcesse os lábios.- E ... Sinceramente, também estou perdendo as esperanças irmão.- Epic já iria o repreender, porém o padre bateu em sua própria boca e se virou para a cruz gigante atrás de si pedindo perdão.

- Por que isso Cross? Que demônio é esse tão forte que não consegue tirá-lo? Acaso ele está lhe tentando?- questionou novamente vendo o padre rezar com mais fervor, sim, com certeza ele estava sendo tentado, o diácono de abaixou perto do amigo que agora estava de joelhos.- Cross...- Sussurrou para o amigo que apertava mais as mãos lacrimejando.- Me diga, o que aquela criatura imunda está lhe oferecendo...

O padre apertou ainda mais o crucifixo, encostando o terço em sua testa com o olhar perturbado, ah... Se Epic soubesse...

- Cross? Cross, por acaso tá ficando maluco? Não se exorcisma um demônio se está tentado!

- Eu não estou louco! E não estou tentado!- Gritou apertando mais o terço em suas mãos.

- Então o que é?!...

Se ele soubesse que ele se apaixonou por Dream.

Seu coração disparava desde que foi ao seu encontro, ele fora chamado pelo médico herbático da cidade uns meses após o falecimento do irmão mais velho do mesmo, não ouve missa, pois almas que se suicidaram estavam destinadas ao fogo ardente do inferno. Dream viveu perturbado com a igreja por isso, ele exigia que seu irmão pudesse ser benzido, mas nem nas cinzas os padres tocaram.

Então foi surpresa pelo amargor que o médico teve pela igreja de ter pedido ajuda a um membro da mesma, e Cross se lembra, ah... Ele lembra de sentir o aroma das flores e das ervas daquele imenso e tudo jardim do Fitoterapeuta, recheado de cor e vida, que traziam um cheiro doce da mais fina relva até a grande árvore, como se para sempre em sua casa fosse primavera. O de tiara estava colhendo lavandas( Cross nunca mais sentiu o cheiro de lavandas sem se lembrar dele), as abraçando como se segurasse uma criança, enquanto cantarolava algo até notar a presença do de batina preta.

Aquele olhar, mesmo já exausto com olheiras e bolsas ainda pouco inchadas fez o seu coração se aquecer, nunca vira criatura mais bela, na verdade havia, mas o canto, as flores, a gentileza que ele teve em lhe convidar para tomar chá das flores que colhia, céus, aquilo lhe atingiu como um arrepio, inesperado, lhe sacodia todo o corpo só de segurar a sua mão.

"Eles... ficam falando na minha cabeça, eu juro, parece, ahm, que estão em todo lugar, e falam que vão me matar... que vão devorar a alma do meu irmão e a minha, é tão horrível eu nem posso dormir" Falou em agonia apertando a xícara em suas mãos. " Parece patético não é? Heh Eu... Passei a minha vida cuidando das pessoas, e... E agora, nem minhas plantas conseguem curar a dor que carrego em minha alma, não posso me salvar desses demônios..." Falou, de forma triste, sim Cross lembra de ter enxugado as lágrimas dele, de ter falado algum versículo da Bíblia, "sede forte..." Algo... Algo que fez o jovem médico sorrir.

Ele deu esperança a ele, fez com que aqueles olhos tão tristes brilhassem mais forte uma única vez, até que as sessões começaram, e ele poderia jurar que mesmo pela manhã, conseguia ver os olhos de Dream se tornarem demoníacos, mais escuros e cheios de maldade. As vezes isto acontecia durante a conversa de ambos, ou quando o convidava para ir a igreja, e o menor sempre se recusava, ainda amargurado por não terem dado as devidas despedidas ao seu irmão.

E mesmo ali, quando finalmente o trouxe em solo sagrado, o menor passou mal, ele poderia jurar, mesmo estando no púlpito poderia ver aquele olhar maldito sobre ele, o demônio o estava observando, analisando quem era aquele infeliz que estava tentando lhe expulsar daquele corpo fragilizado.

E infelizmente ele o leu bem, e começou a usar isto contra Cross, que certa vez recuou surpreso a proposta do demônio.

" Ele é lindo não é?" Perguntou o demônio usando a voz de Dream e a sua, vendo o padre rezando e balançando turíbulo dourado espalhando o incenso pelo quarto. " não adianta fingir padre, eu sei muito bem como você olha para ele... Eu vi, você quer fode-lo não quer?!" O padre parou e olhou o demônio com nojo, vendo o mesmo sorrir amplamente, enquanto abria as pernas. " Eu deixo... Aproveite enquanto ele está, completamente a sua mercê, sem poder se mexer~ amarrado a cama, como você mesmo o fez, é só olhar nos meus olhos que eu lhe dou ele a voc-

" Em nome de cristo eu ordeno que saia!" Gritou de surpresa pegando o demônio desprevenido ao ver a cruz em sua testa, o mesmo gritou e rosnou com fúria, tentando abafar a oração do padre que estava trêmulo, ele não ousou olhar para Dream, não ousou olhar para a intimidade que o demônio tentou mostrar.

- ... Me ofereceu coisas absurdas... Mas este não é o motivo de eu fraquezas Epic... Ele não está melhorando, eu não sei se é realmente apenas um...- Mentiu, diria, uma meia mentira.

O diácono ficou preocupado, e suspirou.

- Eu gostaria de ir contigo, mas ainda sou fraco espiritualmente, ainda vou me formar.- Falou vendo o amigo finalmente o olhar.- Você tem que ser forte Cross, se ele perdeu a fé e você quem tem que reacende-la, por favor, não perca a fé, por que se vive perder... Perderá ele também.

- Eu-

- Padre! Padre!- Gritou uma idosa invadindo a igreja com urgência.- Padre! Misericórdia padre!

- Calma.- Pediu indo até ela se levantando mudando completamente o seu semblante preocupado, afinal, deveria mostrar aos outros confiança, por mais que em seu íntimo não estivesse tão confiante assim.- O que lhe passou minha filha?

- É -É o Dream! O-O senhor Dream Padre.... Ele...

Ele mal permitiu que ela terminasse, ele correu até a bacia com água sagrada e tomou a jarra de batismo, a enchendo pela metade correu na direção da casa do Fitoterapeuta.

- Huff! Huff! Dream!- Gritou, olhando ao redor, vendo que a cerca estava aberta, e a tesoura estava no chão ensanguentada.- Oh não... Dream!- Clamou novamente pelo médico, adentrando no jardim as pressas mas ao invés de encontra-lo ferido, encontrou um pobre guaxinim, com a cabeça cortada de forma fina(feita pela tesoura com certeza) com as tripas a mostra, com o seu peito dilacerado e o coração devorado.

O padre cobriu rapidamente a boca, quase vomitando ao ver aquela cena de crueldade com o pobre animal, ele fechou os olhos e respirou fundo engolindo a bile que queimou sua laringe. Não ouve demora e logo escutou os risos do demônio na casa. Apressado Cross adentrou a sala pela porta que estava aberta, com pingos de sangue que iam até a mesa onde havia mais animais mortos, sem o coração, e com a cabeça em pratos, algo parecido tinha visto quando acharam as cinzas de Nightmare na floresta e Dream junto a elas.

O fedor de sangue lhe invadiu as narinas, ele se sentiu zonzo, ao ver aquela mesa antes cheia de plantas e cuias para moer as ervas, suja de sangue e com símbolos estranhos raspados na mesa onde tinha pedaços pequenos de osso, ele havia feito aquilo com os próprios dedos. Seu estômago revirava ao imaginar Dream ferindo suas delicadas falanges e quebrando seus ossos no processo ao escrever aquelas blasfêmias na mesa.

- Dream...- Chamou, vendo na cabeça de um gato sem olhos, a coroa que Dream carregava em sua cabeça, com pressa ele tomou o adereço em mãos, já sentindo a presença do demônio atrás de si jogou a água benta na direção dele, mas a sombra negra sumiu gargalhando da expressão do representante da igreja.- Apareça demônio! Chega de se esconder dentro deste corpo inocente!

As risadas continuaram, desta vez vindas da escada, Cross apressou os passos na direção dela segurando a jarra e a tiara na mão direita e puxando a cruz de seu pescoço na esquerda, com pressa a retirou do pescoço quase partindo o terço, ele pisoteou os degraus, arfante, para chegar ao segundo andar, porém a criatura apareceu na sua frente e o empurrou com força o fazendo voar e cair os 30 degraus de escada abaixo.

- Ah! — Gritou contraindo o seu corpo para trás sentindo as costas reclamarem, ele tossiu, alisando o peito como se tivesse recebido o golpe em seu diafragma, o ar lhe faltou e ele não conseguiu se mexer para pegar a jarra de água benta que estava derramando o líquido sagrado pelas tábuas de madeira escura encerada da sala.

- Padre ~- Disse o demônio se sentando com força no colo do maior que gritou de dor tentando afastar o demônio, que lhe segurou a mão para não o permitir lhe afastar, forçando o de batina a se deitar novamente no chão a contra gosto, fazendo pressão no corpo do maior esfregou o seu peito no do padre.- Hmm~ Que cheiro delicioso...

- Ah!- Gemeu de dor sentindo as garras do demônio fincarem no seu pulso, diante dele não havia mais Dream, e sim uma criatura de ossos pretos e gosmentos, com olhos dourados e retilíneos, com seus dentes afiados sujos de sangue, ele salivava e a sua babá grotesca e dourada caia no rosto do padre que se forçou a pender um pouco para o lado para alcançar a pequena adaga em forma de cruz que estava em sua cintura a fincando no olho do demônio que gritou usando principalmente a voz de Dream.

- GROAAAAHHH!-Gritou agudo, puxando para fora de seu olho a faca abençoada a jogando na direção do de batina que pegou a coroa no chão que estava ensopada de água benta.

- Aah! — Gritou novamente, sentindo a faca passar de raspão em seu ombro quase atingindo sua cabeça, o demônio correu na direção dele novamente, mas Cross correu para a cozinha.

O demônio contorcendo-se pulou no teclado, fazendo sons de gemidos e estalares de ossos quebrando, agarrando o teto de gesso com suas mãos e pés descalços, virou o pescoço do padre em 180° correndo na direção de Cross que abrindo rapidamente a vasilha de sal que estava próxima ao fogão, a jogou no chão, fazendo um movimento de semicírculo criando uma redoma de sal ao redor de si aonde a criatura mesmo no teto não avançou parando na frente dele girou a coluna em 90° graus fazendo com que o seu peito estivesse para baixo enquanto da sua cintura para baixo continuava no teto.

O demônio arfou, lambendo os seus dentes com uma língua serpentina enquanto o padre recuperava o fôlego com a tiara ainda em mãos a benzia.

- Haha... Hah... Se achando esperto você não é? — Disse olhando com seu único para a porta do jardim que tinha na cozinha a abrindo com um sopro, enquanto mantinha um sorriso sádico em sua face.- Você foi capaz de machucar.. o seu amantezinho...- Riu debochando do padre que só parou de rezar quando a tiara começou a brilhar.- Tolo... Você acha mesmo que vai me impedir?- Disse enquanto o vento soprava o sal para longe, ele virou a cabeça de forma paranormal na direção das janelas que também se abriram, soprando todo o sal embora, mas Cross não tinha medo, ele olhava para o demônio com seriedade no olhar.- Mesmo que me expulse, o seu amado já está morto, hah, ele é meu!

Cross nada lhe disse, apesar de sentir a dor latejante em seu peito que não vinha da pancada, mas em ouvir a verdade, Dream, não estava mais ali... Ele não conseguiu salva-lo, e nem sabia se conseguiria se salvar agora, aquela criatura aos seus olhos era como uma legião, e não um só.

- Mas não faça essa cara.- Disse estendendo as mãos na direção do santo, puxando a sua face para que ele se aproxime enquanto lentamente a sua cabeça voltava a ficar apontada para o chão, afim de poder olhar Cross nos olhos.- Eu posso lhe permitir se despedir dele ao menos, Cross~ Venha... Se despeça dele! Com um beijo~

Debochou enquanto via o maior morder o lábio inferior, levantando a coroa na direção da cabeça do demônio, ele rezou, mas antes que completasse o exorcismo o demônio lhe puxou, apertando seu crânio com força para que rachasse, e lhe invadiu os lábios.

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