The Fury Of Winds
The Fury Of Winds
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Capítulo 1 - Prólogo

Nossa história irá começar em Londres, Inglaterra

É uma noite como outra qualquer para muitos, mas não para duas pessoas. Está chovendo e raios cortam o céu, tudo parece normal. Na principal rua da cidade, duas pessoas estão correndo, uma delas diz desesperada.

Nós temos que ir ao acampamento que nossa mãe falou. – fala uma voz de menina.

Eu sei, eu sei, mas ele não vai deixar. Temos que fazer algo antes que ele nos mate. – fala o menino.

É verdade. Vamos, temos que correr, ele está vindo aí. – fala a menina.

É isso aí. – fala o menino.

E os dois saem correndo mais do que antes. Nesse meio tempo uma sombra escura também está correndo pelas ruas e gritando palavrões para algo a sua frente.

Esse dinheiro é meu, seus moleques. E vocês são meus também. – fala o homem.

Nem pensar seu careca fedorento. – fala um menino.

Vocês vão me pagar seus moleques enxeridos. – fala o homem.

Você que pensa seu grandalhão. – fala o menino.

Os raios no céu ficam mais fortes e a chuva também. O menino levanta um dos braços juntamente da menina em direção ao céu como que tentando se proteger da chuva, em um instante depois o menino junto da menina apontam para o homem e o menino diz.

Prefiro ver você morto a agredir e abusar de nós dois seu brutamontes. – fala o menino.

Isso aí, irmão. – fala a menina.

Hum, vocês não vão me ver morto tão cedo seus pirralhos. – fala o homem.

E como se o que os garotos disseram fosse algo bom, dois raios cortam o céu e ambos acertam o homem em cheio, matando-o instantaneamente. Tanto a menina quanto o menino ficam indignados com o que acabou de acontecer. Eles não esperam nem mais um minuto e fogem para algum lugar longe dali. Amanhece e os garotos seguem para o aeroporto, aonde vão até o banheiro trocam de roupa e se preparam para pegarem o avião. Os dois vão comprar as passagens com a desculpa de que vão até a casa do pai que está separado da mãe deles.

No que posso ajudar? – fala a mulher.

Duas passagens para New York. – fala o garoto.

Sinto muito, só com autorização de um adulto. – fala a mulher – Mande a mãe de vocês vir comprar.

Olha, ela disse para a gente comprar, ela não quer ter anda a ver com isso. A separação deles não foi muito bem, pelo contrário foi muito tumultuada. – fala o garoto.

Nossa. Está bem, aqui estão às passagens. Divirtam-se. – fala a mulher.

Ok, ok. Até que enfim. – fala o menino – Vamos.

E assim os dois seguem rumo ao portão de embarque para New York. O avião estava quase partindo; eles entregam a passagem de cada um e assim os dois embarcam no avião rumo a “Grande Maçã”. Algumas horas depois os dois estão pousando em solo americano, a ansiedade é tanta que eles não sabem o que fazer.

Vamos lá. – fala a menina.

É agora. – fala o menino – E como nós vamos chegar ao acampamento?

Boa pergunta irmão. – fala a menina.

Todos os passageiros somem no meio da multidão e eles seguem pegam as malas na esteira e ficam parados no meio do aeroporto. Logo em seguida eles vêem alguém com muletas se aproximar deles.

E aí? Fizeram boa viagem? – fala a pessoa.

Hum, o que você quer conosco? – fala o menino.

Bem, eu estou para levá-los ao acampamento. Podem me chamar de Grover. E vocês são? – fala Grover.

Ok. Pode me chamar de Annie Marie. – fala a menina.

Ok, ok. Até parece, como você pretende fazer isso? – fala o garoto.

Você vai ver garoto. – fala Grover.

Ah, este aqui, sempre desconfiado é o meu irmão gêmeo, Charlie. – fala a menina.

Ok, então olá Annie e Charlie. Eu serei o guia de vocês até o acampamento. – fala Grover – Me sigam.

E assim os dois irmãos seguem até um táxi e vão até o Acampamento Meio-Sangue.