+Fiction

The Eclipse

PJandHP

The Eclipse
Kapitel 117 min Lesezeit

Capítulo Único

Quíron disse que precisávamos ir à Casa Grande então me arrumei, peguei uma mochila coloquei algumas roupas e meus doces (sempre guardo alguns comigo) e coloquei meu arco e a aljava nas costas, a espada como sempre em forma de presilha estava em meu cabelo, no momento que fosse preciso era só tirar e Velox aparecia.

Eu e minha meia-irmã, Ondina, saímos do chalé e fomos em direção a Casa Grande. Eu estava meio apreensiva, afinal nunca tinha ido a uma missão, e achava que aquilo realmente fosse pra uma missão, então não me senti muito confiante, mas as outras semideusas deviam estar, portanto coloquei uma expressão confiante no rosto. Estava trovejando e havia tempestades, não gosto de tempestades, principalmente quando temos uma atmosfera ruim no Acampamento.

Chegamos à Casa Grande.

Assim que nós entramos na Casa Grande vimos um cara sentado ao lado do Sr. D. e Quíron, ele usava um terno azul e tinha uma barba, era Zeus, nós sentamos nas cadeiras que estavam lá.

-Vocês foram chamadas aqui para algo muito importante. – Falou Quíron.

-Olá jovens semideusas, os Deuses precisam da sua ajuda. – Zeus falou. – Apolo e Selene desapareceram, e precisamos que vocês resolvam esse problema!

-Como o Lorde Zeus disse, mas isso é perigoso, vocês tem que estar cientes do que fazer, vocês aceitam isso? – Falou Quíron. – O oráculo de Delfos está inquieto e tem que falar rapidamente a profecia!

Ah, ótimo! Agora era pior do que eu pensava. Apolo e Selene estavam desaparecidos, provavelmente raptados, mas por quem? Isso era o que me deixava mais nervosa, não conseguia imaginar quem poderia ter feito tal coisa. Era uma coisa vil e horrível. Obra de um titã, quem sabe.

Eu estava a ponto de sair correndo, entrar no meu chalé e não sair mais! Nunca fui uma das mais corajosas, mas teria de arranjar forças para conseguir completar a missão. Zeus estava lá, então não queria mostrar fraqueza.

Minha irmã pegou minha mão, isso me deu força, afinal é sempre bom ter uma mão amiga numa época como aquela. Botei em minha cabeça que todas nós iríamos voltar com uma missão bem sucedida. Era uma promessa.

Teríamos que ir para o sótão, falar com o Oráculo e descobrir nossa profecia, então seria melhor resolver isso de uma vez por todas. Subimos a escada, minha irmã ainda segurando minha mão. Ana Stela abriu a porta...

Nós entramos no sótão e o oráculo de Delfos estava brilhando em verde muito forte, nos aproximamos, e o oráculo começou a falar:

-O sol e a Lua estão caídos

No jardim eles foram apreendidos

O número sagrado foi rompido

Uma maldição será liberada

E para pagar a divida, a alma de um semideus será ceifada.

Nós todas descemos do sótão e Quíron tinha um semideus ao lado dele, um filho de Ares cujo nome era Vitor.

-Ele ajudará vocês nesta missão. – Falou Quíron. – O que o oráculo disse?

Eu voltei para a sala com as meninas e ainda estava meio chocada com o último verso da Profecia, não queria deixar que ninguém morresse e agora tinha mais um que me faria ir a loucura se morresse? Ótimo!

Percebi que estava segurando a mão da minha irmã ainda, então soltei e me sentei em uma das cadeiras antes que desabasse de uma vez. Miih foi correndo e abraçou Zeus, achei que ele ia fritar ela, mas me lembrei que ela era filha dele, mas ele pareceu surpreso. Ana Stela se apresentou para o garoto.

Miih vendo que ninguém ia abrir a boca pra falar a profecia se adiantou.

Depois todos ficaram em silêncio. Senti pena de Vitor, ele vai ter que ir numa missão com QUATRO garotas e ainda um dos cinco não voltará vivo, pobre Vitor! Queria quebrar o silêncio então falei, pela primeira vez naquela noite:

- Gente! Ânimo! Não significa, necessariamente, que um dos semideuses que vai morrer seja um de nós! Vamos logo com isso, e sem que percebamos já estaremos de volta com Apolo e Selene!

Espero que isso tenha dado um ânimo, porque a situação era uma das piores!

Quíron ouviu e se despediu de nós, Zeus desejou boa sorte e foi embora. Todos nos preparamos e saímos da casa grande, e Argos levou-nos até São Francisco, que foi o último lugar que os deuses foram vistos por uma Náiade. Nós nos conhecemos e saímos do carro. Não demorou muito e duzentos metros da rua que estávamos, apareceu uma Químera que olhou pra nós e começou a correr em nossa direção.

Primeiro pensamento: Ferrou adeus mundo, nunca mais vou ver a luz do sol, da lua, nada! Segundo pensamento: Ok, nada de ficar paralisada de medo! Tirei a presilha do cabelo, e logo Velox estava em minha mão, a espada que ganhei de meu pai.

Todas as meninas sacaram as armas e Vitor também, estávamos prontos para lutar. A Químera chegou perto, mais perto, e pronto. Ela investiu contra mim, sim justo eu! Peguei Velox e quase acertei seu estomago, mas ela se desviou e eu rolei para fugir dela, não queria morrer pelas mãos (ou patas) de uma Químera.

A Químera foi tentar a sorte com Vitor, mas foi esperta suficiente para desarmá-lo, tirou a espada de sua mão com a boca e pulou em cima dele, Miih sacou a espada e foi pra cima do monstro, enquanto isso Ana Stela ajudou Vitor a se levantar. Ondina e eu pegamos nossos arcos e com muita precisão demos um tiro certeiro na Químera. O meu entre os olhos e o de Ondina direto na cabeça. O monstro caiu no chão e se desintegrou.

- Ok, ok, ok, isso não foi nada divertido, eu não gostei de como nossa missão começou! – gritei, eu tinha ficado realmente nervosa com a Químera.

- Calma Ana! Nós já estamos aqui em São Francisco, não é bem o começo, já estamos na metade! – disse Vitor, ele me sacudiu pelos ombros, o que eu REALMENTE não gostei.

- É verdade, vamos nos concentrar no que fazer agora. Pra onde iremos? – perguntou Ana Stela.

- Eu não sei, é melhor tentarmos descobrir pela Profecia... – sugeriu Ondina.

- Você tem razão – concordou Miih – O primeiro verso está claro, Apolo e Selene foram raptados, mas ‘No jardim eles foram apreendidos’? Isso eu não sei.

— O único ‘jardim’ que eu acho que poderia ser, é o de Perséfone, no Mundo Inferior – disse Ana Stela.

— Não, tem que ser outro! Não podemos acreditar que Hades faria isso, qual o motivo? – disse Ondina.

— Espera aí, e esse verso ‘O número sagrado foi rompido’? É sobre ser cinco na missão e não três? – perguntei.

— Bom, é a única explicação – disse Vitor.

— Espera gente, nós não devíamos tentar decifrar a Profecia, não acho que isso nós leve a lugar algum – disse Miih.

Miih estava certa, onde estávamos com a cabeça? Tentar decifrar a Profecia? Bobagem! E não podia ser o jardim de Perséfone, e também não iríamos procurar em cada jardim de São Francisco! E em São Francisco tem o...

- Jardim das Hespérides! – gritei.

- O que? – perguntou Ondina.

- O Jardim das Hespérides fica no Monte Tamalpais! – disse eu, já convivi com muitos filhos de Atena durante minhas aulas de arco e eles sabem de muitas coisas, e já ouvi isso.

- Mas Ana, você sabe o que tem mais no Monte Tamalpais? – perguntou Ana Stela – O Monte Ótris!

- O que é o Monte Ótris? – perguntou Vitor.

- Ele é conhecido por ter sido a base dos titãs durante a guerra de dez anos travadas com os Deuses – respondi.

- Então você quer nos levar até uma antiga base titã? – perguntou Miih.

- Não! Mas é o único lugar que eles podem estar! – disse.

- Ela está certa, vamos ter que ir até lá, mas não vai ser nada interessante – disse Ondina.

- Vai sim! Precisamos de um carro! – falei.

Vitor, Miih e Ana Stela foram arranjar um carro, como tínhamos um pouco de dinheiro mortal, daria para alugar um, minha irmã e eu ficamos esperando perto do Monte Tamalpais, aquele lugar não dava nenhuma sensação boa, pelo contrário. E além de tudo era cheio de Névoa, o lugar devia ter tudo de ruim, e para não ter mortais intrometidos o lugar era impregnado de Névoa por todo lugar!

- Ana, e se for uma armadilha? – perguntou minha irmã.

- Provavelmente será, o que me preocupa é ‘E para pagar a divida, a alma de um semideus será ceifada’ acho que isso acontecerá lá, essa pode ser a armadilha – disse eu, era o que vinha pensando desde que me lembrei do Jardim das Hespérides.

- Não gosto dessa maldita ideia de Apolo e Selene estarem no Monte Tam, isso não parece certo, e sim uma armadilha para irmos lá e não acharmos nada! – confessou Ondina.

- O que nos resta é esperar – disse.

Naquele momento Vitor, Ana Stela e Miih estavam chegando com o carro alugado. Eu acho que eles não entendiam muito bem de carros, porque eles tinham nos trazido um Shelby GT 500, vermelho com duas listras brancas e nós tínhamos dito para trazer um carro normal, um carro popular, nãomáquina veloz! E linda! Vitor estava dirigindo, eles saíram do carro com um sorriso indo de orelha a orelha.

- O aconteceu com o carro popular para não chamarmos atenção? – perguntou Ondina.

- Esse não estava caro e é um carro e tanto! – disse Vitor.

- É mesmo, então por isso, EU dirijo! – disse e peguei a chave da mão de Vítor.

- Ei! – ele protestou e correu atrás de mim, mas eu entrei no carro e liguei o motor.

- Entrem logo! Se não, eu vou sem vocês! – ameacei.

Quando todos entraram dei a partida e acelerei com tudo em direção ao Monte Tam, o carro era uma delícia de dirigir! Eu ainda não fiz dezesseis anos, então tecnicamente não poderia estar dirigindo, mas fazer o que? Ninguém mandou Vitor alugar meu carro dos sonhos. Nós estávamos chegando ao topo do monte quando senti um forte cheiro de eucalipto, e só pra registrar, esse cheiro me dá ânsia.

- Eca! Por que está cheirando a eucalipto? – perguntei.

- Você devia saber lindinha. Você que nos disse sobre o Jardim das Hespérides. – disse Vitor – No Jardim tem uma espécie de dragão, Ladon, vive lá e ele come eucalipto, pelo menos é o que sei.

- Um dragão? – perguntei, uma Químera tudo bem, agora um dragão? Isso estava começando a ficar um tanto quanto perigoso demais para o meu gosto!

- É, e ele tem uma porção de cabeças – disse Ana Stela.

- O que hein? Vocês estão querendo me fazer bater esse carro? – disse – Porque é o que vão conseguir!

Mais de uma cabeça e sendo um dragão? Que lindo! Vou querer adotá-lo como bichinho de estimação de tão fofo que deve ser! Até parece!

- Ok, foco! – disse – Vamos ver isso, Ladon é um dragão que tem várias cabeças e que deve ser enorme.

- Confere – confirmou Miih.

- E nós somos apenas cinco que não somos lá muito acostumadas com dragões e precisamos passar por um de cabeças múltiplas? – confirmei.

- Confere de novo, mas fique calma, se Apolo e Selene estiveram lá, só precisaremos salvá-los e ir embora – disse Ondina.

- É! Nós vamos conseguir, então fique tranqüila – pediu Miih.

O resto da viagem foi silencioso, estávamos todos muito assustados e o tal do Ladon não nos ajudava muito. O cheiro de eucalipto ficava mais forte e isso não me ajudava em nada, se Ladon comia aquilo não quero nem imaginar o cheiro do hálito dele!

Finalmente chegamos ao topo do Monte, lá havia algumas garotas cantando dançando, e fazendo sei lá o que. Quando nos viram elas pararam e ficaram nos olhando, uma delas se aproximou.

- O que fazem aqui? E melhor dizendo: quem são vocês? – perguntou ela.

- Nós somos semideuses enviados por Quíron e Zeus, meu nome é Ondina, e eles são: Ana Luiza, Ana Stela, Miih e Vitor – respondeu Ondina.

- Não há motivos para semideuses estarem aqui, o que os trouxe aqui? – perguntou a garota.

- Há motivos sim! – falei – Apolo e Selene foram capturados! Não há mais dia e noite como antigamente! Vocês não fazem mais quase nada aqui! O trabalho de vocês não vai existir mais e não hámotivo para vir aqui?

- Não, vocês acham que eles estão aqui? – riu a garota – Pois estão perdendo tempo, vão embora! Por favor!

- Não, não e não! Se está agindo dessa forma aí tem coisa! – disse Miih.

- Verdade! Deixe-nos passar! O dragão vai tentar nos impedir, mas nós vamos lutar! – disse Ana Stela.

- E nós nem queremos as maçãs douradas! Vamos subir o Monte Ótris! – disse Vitor.

- Vamos? – perguntei baixinho.

- Não! Vocês não entendem! Não podem ir! A maldição! Vocês vão liberá-la! – a garota dizia e parecia realmente assustada.

- Maldição? – perguntei, pois me lembrei do verso da Profecia que falava de uma maldição.

- Sim, a maldição. Agora vão! Não posso dizer mais nada. Vão! – pediu.

- Não vamos sem Apolo e Selene – falou Miih.

- Não digam que lhes avisei! – a menina disse e desapareceu junto com as outras.

- Agora eu estou assustada! – confessou Ana Stela.

- Pois é! Mas vamos logo achá-los. Os dois só podem estar em algum lugar desse Jardim – disse.

- Se estiverem né? – disse Vitor.

- Eles estão aqui! – disse eu – Você viu o jeito que a hespéride falou.

- É verdade, ela deve saber alguma coisa e agora está tentando nos esconder – disse Ondina.

- Vamos! – disse eu.

Nós começamos a procurar os deuses, mas sempre sem chegar muito perto de Ladon e acabamos quase sem esperanças.

- Temos que olhar perto daquele dragão – disse Ana Stela por fim.

- Estou pensando isso também – concordei

Nós nos aproximamos da árvore e Ladon acordou. Beleza, agora nos ferramos de verdade. Ele era rápido mais tinha cinco de nós, ele não soube qual de nós atacar primeiro, isso deu tempo para pegarmos nossas armas. Peguei Velox e o arco estava em minhas costas para o caso de precisar usá-lo invés da espada.

As cabeças de Ladon eram tantas que ele se virava para um lado e depois para outro, mas depois finalmente se decidiu em quem atacar. E fui a escolhida. Eu fui muito heróica no momento em que todas as cabeças viraram-se na minha direção, eu corri.

Corri muito, e gritando. Pelo menos isso fez o dragão sair de perto da árvore, Ondina e Ana Stela correram na direção da árvore, mas uma das cabeças de Ladon percebeu e ele ficou confuso de novo, mas foi por pouco tempo e correu na direção delas.

Vitor pegou sua espada e tentou atirá-la no dragão. Deu certo, se der certo significa deixar o dragão furioso e fazê-lo ir atrás de você. Vitor correu e isso me deu uma idéia. Peguei meu arco e peguei algumas flechas e atirei contra Ladon, a pele dele era duríssima e as flechas nem sempre acertavam meu alvo, mas consegui acertar duas. Elas acertaram o flanco dele e ele urrou de dor. O som foi bem alto porque aquelas centenas de cabeças gritando de dor ao mesmo tempo, não é legal.

Percebi que o dragão tinha se machucado feio com minhas flechas, ele estava caído e provavelmente desacordado. Eu, Vitor e Miih corremos até Ondina e Ana Stela, elas estavam do outro lado da árvore e adivinha! Apolo e Selene estavam lá! Eles tinham umas algemas mágicas ou sei lá, pois não podiam sair de lá.

- Como vamos sair daqui com eles? – perguntei

- Eu não sei, nem sei como vamos tirar essas coisas das mãos deles – disse Miih.

- Apolo! Acorda! Anda! – Ana Stela chacoalhou Apolo com força. Ele devia estar enfeitiçado ou algo assim, pois demorou a acordar e a única coisa que disse foi:

- Maldição. Atlas.

- Uau. Ele ajudou muito agora. – disse Vitor.

- Não! Espera. É isso! Atlas está lá! – apontei para mais acima no Monte Tam, o Monte Ótris.

- Atlas? O titã? Com a maldição de segurar o céu? – perguntou Ana Stela, eu assenti.

- Então vamos pra lá! – disse Ondina – Se ele está segurando o céu não pode fazer nada.

- Nos enganar ele pode. – eu disse. – Mas temos que arriscar.

Nós subimos, e lá estava ele. Atlas. Ele mais parecia estar segurando a escuridão, mas não me deixei enganar, aquilo era o céu. Meu plano era fazê-lo soltar Apolo e Selene sem ter que sair de lá.

- Atlas! – gritei e ele olhou para mim,

- Ora! Vocês chegaram! Finalmente! Agora como pretendem soltar aqueles deuses? – ele perguntou.

- Fácil – disse eu, peguei a espada e coloquei no queixo dele – Você nos diz.

- Ah, se você me machucar ou tentar algo do tipo, quem vai segurar o céu? – provocou – Isso é o que podem fazer: Algum de vocês segurar o céu, quem deve fazer isso sabe quem é, e eu solto os deuses. Mas quem ficar aqui fica pra sempre.

- Eu fico! – disse Vitor.

- Você está louco? E soltarmos ele? – perguntou Ana Stela.

- Não! É o que temos que fazer! Não há outra maneira! Traga Apolo e Selene – pediu ele.

Eu corri e achei os dois. Eles eram pesados. Mas consegui arrastá-los para lá. Vitor posicionou-se ao lado de Atlas, que transferiu o pode para ele. Atlas foi à direção de Apolo e Selene e soltou as algemas, mas ambos continuavam desacordados.

- Pronto. Agora se me dão licença, vou dar uma saída e... – Atlas disse, mas eu o parei antes que pudesse da um passo.

- Agora você volta lá! – gritei.

- Por que eu farei isso? – perguntou Atlas.

Ele segurou meu braço e me jogou para o lado, nisso Ondina pegou o arco e mandou Atlas parar. Ela estava apontando para a cabeça dele. Ana Stela pegou a espada e acertou Atlas no braço, ele urrou e Miih acertou o outro braço. Eu me levantei e acertei um chute em sua costa ele caiu.

Ondina fez a coisa mais horrível que eu pude pensar, acertou uma flecha em Vitor, enquanto isso Miih e Ana Stela levaram Atlas até lá e saíram, assim que Vítor caiu, o peso do céu caiu sobre Atlas e ele o segurou, gritou conosco.

- A Maldição foi liberada, suas tolinhas, assim que aquele garoto segurou o céu a maldição foi liberada e isso foi só o começo!

Eu fui até Vitor, não pude acreditar que Ondina tinha feito aquilo, mas entendi que aquele era o último verso da Profecia e infelizmente precisava ser feito, provavelmente tinham combinado na minha ausência, mas ainda sim era terrível. Ele não tinha morrido quando fui até ele, mas ele disse uma última coisa ‘A divida’ e depois não se mexeu mais.

No mesmo momento Apolo e Selene acordaram e estavam discutindo como iríamos para casa. Apolo disse que poderíamos ir de carona com ele, e foi isso que fizemos, Selene iria pegar nosso carro alugado e devolvê-lo e depois iria para o Olimpo.

Quando chegamos ao Acampamento Meio-Sangue, todos estavam felizes por nosso sucesso. Contamos a Quíron o que tinha acontecido, e eles souberam que dois meio-sangues tinham sido encontrados e que Annabeth tinha desaparecido e que o Monte Tam estava muito agitado e que poderia ser pela Maldição do Titã que eles tinham liberado.

Kommentare & Reaktionen

Teile deine Gedanken, hefte Sammel-Stempel an und interagiere mit dem Autor und der Community.

Du hast das neueste Kapitel erreichtZurück zur Geschichte
Geschichten-Index