Daria um belo diorama:

Cristiano na porta da igrejinha da cidade, a qual nunca tinha frequentado, pronto para levar sua Janaina até o altar.

Daria, em outra realidade, em uma que ele não estivesse se descabelando de tanto pensar se deveria realmente fazer isso, ou se seria melhor jogar tudo para o ar e confessar o que sentia.

Pedro o olhava desconfiado, tinha feito ele prometer que não estragaria tudo. Daniel o olhava preocupado, tinha esperanças de que ele estragasse tudo.

Os sinos tocaram, e ele prometeu a si mesmo que se ela tivesse certeza, então ele teria certeza também.