Infinite Times Infinite
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Chapter 14 min read

Capítulo 1

Me chamo Nikolas Connor Johnson, tenho 18 anos. Moro com meus pais, Robert Johnson que tem um escritório de advocacia e minha mãe Julia Johnson. E esse é o começo de tudo...

O despertador vibrava 6h da manhã. Uma hora e meia antes da minha ida para o colégio. Esse seria o primeiro dia de aula do terceiro ano, ou seja, algo me diz que estou mais perto do que nunca de ir para faculdade.

O despertador ainda vibrava, mesmo depois de eu tê-lo arremessado no chão. — Como essa merda nunca quebra? — Soquei os travesseiros com raiva.

Me revirei na cama, me recusando a levantar. Levantei e esfreguei os olhos, o som estridente do despertador ainda perturbava em meus ouvidos.

Me levantei e retirei o aparelho do chão e sem seguida desliguei. Bocejando enquanto ia até o banheiro, tomei uma ducha quente ( sempre faço isso ao acordar, única coisa que me mantém alerta). Coloquei uma roupa e desci as escadas.

Meus pais já estavam tomando café e me juntei a eles.

- E então filho, ansioso para o ultimo ano no colégio? Depois então a faculdade de Direito o espera certo? — Perguntou meu pai.

Meu pai é completamente obsessivo por Direito, só porque ele fez direito não quer dizer que eu tenha que fazer o mesmo. Se bem que eu não tenho muito oque discutir, sempre ele tem a decisão final.

- Uhrum.

Já sabia onde aquelas conversa iria parar, então peguei uma maçã e me retirei da mesa. Hoje é dia de sermão e de fato não estou muito bem para escutar.

- Filho espere. Te dou uma carona para o colégio. — Ele disse.

Beijei minha mãe na testa e fui em direção ao carro.

Estava distraído e dei um pequeno pulo quando ele entrou também no carro.

- Depois da aula passe no escritório para pegar uns documentos e levar para sua mãe.
***
Primeiro dia de aula. Não estava muito ansioso já que seria igual a todos os outros. Estava com saudades mesmo era da galera, meus amigos. Saudades das zoações de Philipe e Alexandra e dos choramingo da Cassie.

Adentrei os portões de vidro que envolvia a entrada do colégio e fui ao encontro da sala de aula. Entrei sem pedir licença para o professor, mas ele não deu bola. Vi a galera no fundão e fui sentar perto deles.

- Iai Sr. Futuro Advogado. — zomba Alexandra
- Nem brinca com isso cara. — digo rindo.

As primeiras aulas foram de física quântica, teoricamente chato, porém de bom proveito para o futuro. Terceira aula do professor Julio Cesar, eu adorava suas aulas porque amo historia.

E então o sinal havia tocado, indicando fim do dia. — Graças a Deus -. Mas eu ainda tinha que ir no escritório do Pai.

Peguei um taxi e dentro de 20 minutos eu já estava lá.

Utilizei o elevador pra ir até o 10º andar. Quando as portas do elevador se abriram, eu esbarrei assim que sai dele em outra pessoa e logo percebi que o copo de café que estavam em suas mãos, agoram estava derramado sobre minha camisa, que bom que estava frio o café.

- Desculpa, desculpa. — ouvi ele balbuciar.

Olhei para minha camisa, que agora estava transparente e marcava os meus músculos, em seguida olhei para cima. Me desconectei do mundo quando vi aquele deus da beleza, um homem de terno, de aparência bem jovem, olhos azuis, loiro e seus músculos salteados do terno. Eu estava em êxtase.

- Sem problemas. — digo saindo do elevador e entrando na sala do meu pai.

Ele me entregou uma pasta cheia de documentos.

- Devo perguntar oque aconteceu? — diz meu pai.
- Não mesmo.

È... todos olhando para mim e eu constrangido por causa da camisa transparente, mas que foda-se todos eu queria mesmo era ir para casa.

Adentrei novamente o elevador e o cara lindo que acabará de esbarrar em mim estava dentro.

- Me desculpa novamente. — disse ele.
- Que nada. — digo sorrindo.
- Então... Seu pai é o meu chefe...
- Trabalha aqui?
- Sim.
- O Sr. Robert é seu pai. Sinto muito em lhe dizer.

Comentário que fizemos soltar risos.

- Como se chama? — pergunto.
- Eric e você?
- Nikolas.

As portas do elevador se abrem e eu tinha que infelizmente dar adeus para ele.

- Tchau. Nos vemos por ai. — Digo.

- Tchau. Prazer em conhece-lo.

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