FobiaMeu lado obscuro
Daquele dia jamais me esqueci
Do violento bater de asas que aqui
Levou minha mente a um frenesi
E não suportando a tensão, desfaleci.
Basta apenas uma troca de olhares
Que as memórias vêm à tona.
A taquicardia e o suor frio são tão familiares.
Deixo-me levar pela minha doce mente sonsa.
Demônios não tem rosto, tamanho
E muito menos compaixão.
Porém, não parece estranho
Revelarem sua real forma apenas a nós, então?
Borboletas a voar,
Tão místicas e belas
Mas não posso negar
A apreensão por vocês é eterna.
Minha fobia escondo em um túmulo
Para que ninguém possa a encontrar.
Por acaso, você se sentiria bem em revelar
Seu segredo mais obscuro?

