Achei o episódio curto. Tivemos MAx falando em telepatia com seu amigo ao mesmo tempo que a menina de forma inocente tentava ajudá-lo a superar as supostas dores mentais que ele estava sentindo.
A comoção de Max foi para um misto de frustração e plenitude. Plenitude por não haver apenas guerra e combates, momentos ruins e o potencial de se explorar a criança de formas que ela inda fosse criança. No entanto frustrante... porque estando no terceiro episódio a fic que alentava a morte e o sangue a todo momento, na verdade só puxou drama e cansaço emocional do protagonista.
Tipo... A criança por dois capitulos seguidos faz ele debulhar-se em lagrimas num momento sublime, lhe confortando e lhe mostrando o porque dele não desistir e continuar nas duras batalhas. Mas, que duras batalhas e terror realmente foram apresentados ao leitor até então? entende... para a vida do personagem aquela criança teve todo o efeito e contexto para deixá-lo daquela maneira... Mas para o leitor que apenas o viu desesperado num pós batalha, sem ter certeza do terror que os personagens da história estão vivendo, o primeiro choro diante a criança é eficiente mas o segundo meio que sem sentido, sem base... Sem profundida. Não se consegue acompanahr a carga emocional do combatente primogenito apenas pelo apresentado.
Como sempre perfeito em sua análise. Interessante sua reflexão sobre a “ausência da guerra”. Te garanto que a mesma será bem explorada, até mesmo o poder de cada personagem. Tentei neste capítulo mostrar o absurdo contraste da loucura da vida de Maximus e o contexto da menina. Acredito que possa ter exagerado. E vou estar a repensar isto no futuro. Muito obrigado por mais uma esplendida avaliação.
A
Abaité
Max-sensei. dado o lugar e o que ocorreu ali, achei a ação dos dois simplesmente BIZARRA! Foi um tanto perturbador imaginar ambos bailando em meio ao caos, buscando um pouco de consolo em meio ao desespero inexorável... muito bom! Por favor, continue o bom trabalho!
O que mais gostei: A forma grotesca como ocorreu a cena de conforto...
O que acho que pode melhorar: Revisão. Só. O restante está perfeito. Instiga e deixa curiosidade sobre o que virá.
Fala amigão. Este papo de revisão é o que mais estou me dedicando. Acredito que vou aprender muito ainda escrevendo fic com isto. Tenho muito a Melhorar.
Sobre a dança. Eu me emocionei bastante ao escrever esta parte. Realmente estava totalmente imerso no contexto. Via cada coisa, sentia cada cheiro, cada sentimento. Foi muito forte para mim. Fico feliz que tenha conseguido passar isto na escrita.
Muito obrigado pelo apoio e espero que continue acompanhando e gostando da leitura. Um grande abraço!
Achei o episódio curto. Tivemos MAx falando em telepatia com seu amigo ao mesmo tempo que a menina de forma inocente tentava ajudá-lo a superar as supostas dores mentais que ele estava sentindo.
A comoção de Max foi para um misto de frustração e plenitude. Plenitude por não haver apenas guerra e combates, momentos ruins e o potencial de se explorar a criança de formas que ela inda fosse criança. No entanto frustrante... porque estando no terceiro episódio a fic que alentava a morte e o sangue a todo momento, na verdade só puxou drama e cansaço emocional do protagonista.
Tipo... A criança por dois capitulos seguidos faz ele debulhar-se em lagrimas num momento sublime, lhe confortando e lhe mostrando o porque dele não desistir e continuar nas duras batalhas. Mas, que duras batalhas e terror realmente foram apresentados ao leitor até então? entende... para a vida do personagem aquela criança teve todo o efeito e contexto para deixá-lo daquela maneira... Mas para o leitor que apenas o viu desesperado num pós batalha, sem ter certeza do terror que os personagens da história estão vivendo, o primeiro choro diante a criança é eficiente mas o segundo meio que sem sentido, sem base... Sem profundida. Não se consegue acompanahr a carga emocional do combatente primogenito apenas pelo apresentado.
Por isso eu falei que o capitulo ficou curto.
Como sempre perfeito em sua análise. Interessante sua reflexão sobre a “ausência da guerra”. Te garanto que a mesma será bem explorada, até mesmo o poder de cada personagem. Tentei neste capítulo mostrar o absurdo contraste da loucura da vida de Maximus e o contexto da menina. Acredito que possa ter exagerado. E vou estar a repensar isto no futuro. Muito obrigado por mais uma esplendida avaliação.
Max-sensei. dado o lugar e o que ocorreu ali, achei a ação dos dois simplesmente BIZARRA! Foi um tanto perturbador imaginar ambos bailando em meio ao caos, buscando um pouco de consolo em meio ao desespero inexorável... muito bom! Por favor, continue o bom trabalho!
O que mais gostei: A forma grotesca como ocorreu a cena de conforto...
O que acho que pode melhorar: Revisão. Só. O restante está perfeito. Instiga e deixa curiosidade sobre o que virá.
Fala amigão. Este papo de revisão é o que mais estou me dedicando. Acredito que vou aprender muito ainda escrevendo fic com isto. Tenho muito a Melhorar.
Sobre a dança. Eu me emocionei bastante ao escrever esta parte. Realmente estava totalmente imerso no contexto. Via cada coisa, sentia cada cheiro, cada sentimento. Foi muito forte para mim. Fico feliz que tenha conseguido passar isto na escrita.
Muito obrigado pelo apoio e espero que continue acompanhando e gostando da leitura. Um grande abraço!