Eu realmente acertei ao dizer que Matt iria animar as coisas por aqui... Sou boa nessas coisas, uma vez até acertei o enredo todo de uma novela antes de acontecer. Olha só você se achando novamente. Mas é verdade. Hs, brincadeira. Realmente não estou surpresa com Matt, porque os melhores nunca são realmente melhores. Coitado do Erik, eu podia ir lá consolar ele... Tire esses pensamentos da cabeça, até parece. Ele é da Cath, você gosta da Cath, ela é legal. É, eu gosto da Cath...y; mas isso não impede de achar ele muito perfeito. Com todo o respeito.
Ah, já estou no capítulo treze! Se não soubesse que há uma continuação eu estaria quse desesperada agora. c:
Eu li o livro. Várias vezes, por sinal. Vi várias versões do filme. Vi o musical.
Gaston Leroux inventou o seu Fantasma. Seu livro foi baseado em fatos reais, mas por falta de dados, ele criou. Não ficou preso ao pouco que realmente se sabe sobre o que aconteceu.
Eu também não me prendi aos fatos. Isso é para pessoas caretas e sem imaginação. Qual é o problema em inventar, afinal?Em criar, brincar? Qual é o problema em fazer de conta?
Eu não estou aqui como uma escritora profissional - esse site nem sequer é destinado a profissionais.
Eu sou apenas uma menina, que acabou de entrar na adolescência, e tem a escrita como sua forma de fugir da realidade. Não preciso ser careta para isso, porque eu tenho a criatividade ao meu lado. Não tenho medo de mudanças.
O Erik dessa fanfic não é o Erik criado por Gaston Leroux. Não é uma cópia fiel a todos os Fantasmas dos filmes ou musicais. Esse é o Erik da minha imaginação, que eu desenvolvi e "criei" na minha cabeça - embora o personagem, em si, não seja meu. Volto a repetir, é claro, que um século deve, provavelmente, mudar um pouco a personalidade de uma pessoa. Sem contar que, bem ou mal, a fanfic é MINHA. Não vou ficar me prendendo ao que Gastou Leroux escreveu, porque se fosse para ter uma sequência para essa história, ele a teria escrito.
Repito também que não precisa "perder seu tempo", que deve ser realmente tão precioso, ao ler minha história.
Vá ler Shakespeare, ouvir Mozart, ir ao teatro. Levante a bunda da cadeira e vá fazer algo que "pessoas cultas" fazem. Sei lá.
Eu realmente acertei ao dizer que Matt iria animar as coisas por aqui... Sou boa nessas coisas, uma vez até acertei o enredo todo de uma novela antes de acontecer. Olha só você se achando novamente. Mas é verdade. Hs, brincadeira. Realmente não estou surpresa com Matt, porque os melhores nunca são realmente melhores. Coitado do Erik, eu podia ir lá consolar ele... Tire esses pensamentos da cabeça, até parece. Ele é da Cath, você gosta da Cath, ela é legal. É, eu gosto da Cath...y; mas isso não impede de achar ele muito perfeito. Com todo o respeito.
Ah, já estou no capítulo treze! Se não soubesse que há uma continuação eu estaria quse desesperada agora. c:
Au revoir.
Só duas coisas pra falar nesse review: Eu odeio o Matt e a sua história continua ótima. Estou ansiosa pelo próximo cap. ;*
Você nunca leu o livro, pelo que se pode notar, então acho que é válido você achar que é tão fácil assim invadir o cárcere do Fantasma.
Eu li o livro. Várias vezes, por sinal. Vi várias versões do filme. Vi o musical.
Gaston Leroux inventou o seu Fantasma. Seu livro foi baseado em fatos reais, mas por falta de dados, ele criou. Não ficou preso ao pouco que realmente se sabe sobre o que aconteceu.
Eu também não me prendi aos fatos. Isso é para pessoas caretas e sem imaginação. Qual é o problema em inventar, afinal?Em criar, brincar? Qual é o problema em fazer de conta?
Eu não estou aqui como uma escritora profissional - esse site nem sequer é destinado a profissionais.
Eu sou apenas uma menina, que acabou de entrar na adolescência, e tem a escrita como sua forma de fugir da realidade. Não preciso ser careta para isso, porque eu tenho a criatividade ao meu lado. Não tenho medo de mudanças.
O Erik dessa fanfic não é o Erik criado por Gaston Leroux. Não é uma cópia fiel a todos os Fantasmas dos filmes ou musicais. Esse é o Erik da minha imaginação, que eu desenvolvi e "criei" na minha cabeça - embora o personagem, em si, não seja meu. Volto a repetir, é claro, que um século deve, provavelmente, mudar um pouco a personalidade de uma pessoa. Sem contar que, bem ou mal, a fanfic é MINHA. Não vou ficar me prendendo ao que Gastou Leroux escreveu, porque se fosse para ter uma sequência para essa história, ele a teria escrito.
Repito também que não precisa "perder seu tempo", que deve ser realmente tão precioso, ao ler minha história.
Vá ler Shakespeare, ouvir Mozart, ir ao teatro. Levante a bunda da cadeira e vá fazer algo que "pessoas cultas" fazem. Sei lá.
Beijos, Luna :*