Querido eu comecei a ler a historia, achando que ia ser mais um drama que uma alucinaçao. mas ai você me coloca essa mulher histerica bem no metro da Se.Pude imaginar toda a cena. Tenho medo de mim quando - se por acaso -, eu ter um ataque desses. Pode se comparar ao filme Um dia de Furia, porque se eu aparecer com um taco de beiseball FODEU!hahahahaEu vi muitas pessoas se entregando a doença la no hospital, mas para uma pessoa saudável como eu, é fácil jugar alguem numa situação como essa ne ;/
Infelizmente ninguem esta a salvo disso, de estar doente, ou de ter um doente ao lado. Mas nao somente uma doença nos deixa histericos. Lembro de um episodio de CSI que assisti, que o marido matou a familia toda D:
e so sobrou o filho pequenininho, que ficou com a irma da esposa dele, mais ou menos isso, hahaha foi um dos episodios mais chocantes que eu vi o.o
Podemos entrar em crise a qualquer momento OMG lembrei da nossa conversa de ontem hahaha imagina o mundo todo em uma quarentena infinita -qqqq Nao sei mais o que estou fazendo.Adorei o texto, sempre deixando sua marca com esses finais chocantes HAHAHAHHA
Beijos ;***
O que mais gostei: A mulher na praça da Se, originalissima, sinto falta de historias no nosso cotidiano, mesmo ela sendo uma louca.
O que acho que pode melhorar: Na verdade o Nyah te trollou mesmo ne? desconfigurou a historia HSHUASHUASHU sacanagem =/
Sabe o que me lembrei lendo essa história? Do Coringa. Da piada que só ele entendia e achava graça. Do mesmo modo, Carina vivera uma vida engraçada. Só pra ela. E a piada, só ela entendia.
Ninguém era capaz de compreender a graça da situação. Viver uma vida da forma que se quer, tem suas consequências. Ela escolheu não ser um NPC, ser diferente. E acabou se dando mal,por causa de suas escolhas, feitas tão conscientemente.
Não parece justo, mas é até engraçado ver que no fundo, bem no fundo mesmo, não tem muita graça.
É como o louco que fala pro outro: "Vamos, pule, eu deixo a luz acesa, pra você não ter medo"
"Mas, e se enquanto eu estiver pulando, você apagar a luz?"
Onde fica a esperança, afinal de contas?
Não há nenhuma quando se vai morrer de qualquer jeito.
Gostei bastante da sua história. Tempo que não vinha aqui dar uma lida, né hsuashaushausha.
Arthur o rei do horror HAHAAHAHAH
Querido eu comecei a ler a historia, achando que ia ser mais um drama que uma alucinaçao. mas ai você me coloca essa mulher histerica bem no metro da Se.Pude imaginar toda a cena. Tenho medo de mim quando - se por acaso -, eu ter um ataque desses. Pode se comparar ao filme Um dia de Furia, porque se eu aparecer com um taco de beiseball FODEU!hahahahaEu vi muitas pessoas se entregando a doença la no hospital, mas para uma pessoa saudável como eu, é fácil jugar alguem numa situação como essa ne ;/
Infelizmente ninguem esta a salvo disso, de estar doente, ou de ter um doente ao lado. Mas nao somente uma doença nos deixa histericos. Lembro de um episodio de CSI que assisti, que o marido matou a familia toda D:
e so sobrou o filho pequenininho, que ficou com a irma da esposa dele, mais ou menos isso, hahaha foi um dos episodios mais chocantes que eu vi o.o
Podemos entrar em crise a qualquer momento OMG lembrei da nossa conversa de ontem hahaha imagina o mundo todo em uma quarentena infinita -qqqq Nao sei mais o que estou fazendo.Adorei o texto, sempre deixando sua marca com esses finais chocantes HAHAHAHHA
Beijos ;***
O que mais gostei: A mulher na praça da Se, originalissima, sinto falta de historias no nosso cotidiano, mesmo ela sendo uma louca.
O que acho que pode melhorar: Na verdade o Nyah te trollou mesmo ne? desconfigurou a historia HSHUASHUASHU sacanagem =/
Ah, Arth, Arth, Arth.
Sabe o que me lembrei lendo essa história? Do Coringa. Da piada que só ele entendia e achava graça. Do mesmo modo, Carina vivera uma vida engraçada. Só pra ela. E a piada, só ela entendia.
Ninguém era capaz de compreender a graça da situação. Viver uma vida da forma que se quer, tem suas consequências. Ela escolheu não ser um NPC, ser diferente. E acabou se dando mal,por causa de suas escolhas, feitas tão conscientemente.
Não parece justo, mas é até engraçado ver que no fundo, bem no fundo mesmo, não tem muita graça.
É como o louco que fala pro outro: "Vamos, pule, eu deixo a luz acesa, pra você não ter medo"
"Mas, e se enquanto eu estiver pulando, você apagar a luz?"
Onde fica a esperança, afinal de contas?
Não há nenhuma quando se vai morrer de qualquer jeito.
Gostei bastante da sua história. Tempo que não vinha aqui dar uma lida, né hsuashaushausha.
Bjo =*