Tem um erro lá começo, mas dá pra entender na boa.
Adorei essa parte “Céu com sabor de limão..." kk ^_^
Acho que a personagem não confia, nem acredita em si mesmo. Por isso ela está sempre a ver as mesmas coisas. Ela se acostumou tanto aquilo que sua mente já tem uma ideia fixa para não prosseguir e se manter para sempre ali. Por isso suas reflexões serão sempre as mesmas. O céu nunca mudará, a casa para sempre ali permanecerá.
Parada e só no mesmo lugar, sem coragens a prosseguir além das barreiras que ela mesma criou.
Ah, obrigada por me avisar sobre o erro, acabei deixando passar despercebido esse danadinho!
A personagem ainda tem muito o que aprender... Tem muito o que crescer. Ela no fundo no fundo não passa de uma medrosa e é teimosa demais para tentar mudar.
Gostei, gostei muito da sua one. Você conseguiu escrever sobre algo tão simples; gesto que fazemos, sentimentos que sentimos, e principalmente sobre uma decisão. Nesse último paragráfo percebi que tudo se trata de uma decisão. Quando tempo vou ficar por aqui? E nós não sabemos isso.
Além de tudo, eu me identifiquei demais. "Tento encontrar meus sentimentos, mas já nem me lembro mais aonde foi que os perdi e quando foi à última vez que eu os senti. Do meu modo desligado de ser devo tê-los abandonado inconseqüentemente em uma encruzilhada de um planeta qualquer." Parece ter sido escrito para mim.
Talvez ela tenha sido escrita para os seus sentimentos :} Muuuuuito obrigado pelo review *-* Muito obrigado pelo fato de ter se identificado com esta simples one, isso me deixa tão... Sorridente! E sim... Nós não sabemos o tempo que ficamos aqui e passamos a maior parte do tempo desorientados ou extremamente perdidos... Para uns, isto é bom para outros... Isto é ruim.
Acho que todas as pessoas já se sentiram assim, sentadas em uma varanda desconhecida de uma casa abandonada em uma rua deserta da calçada desbotada. Insuficientes e indiferentes diante do mundo, presos por suas próprias correntes, se perguntando quando chegará a liberdade, mas ao mesmo tempo sem forças (e talvez sem vontade) de buscá-la por si só.
Esse texto me inspirou, me cativou e, de certa forma, me definiu.
Tem um erro lá começo, mas dá pra entender na boa.
Adorei essa parte “Céu com sabor de limão..." kk ^_^
Acho que a personagem não confia, nem acredita em si mesmo. Por isso ela está sempre a ver as mesmas coisas. Ela se acostumou tanto aquilo que sua mente já tem uma ideia fixa para não prosseguir e se manter para sempre ali. Por isso suas reflexões serão sempre as mesmas. O céu nunca mudará, a casa para sempre ali permanecerá.
Parada e só no mesmo lugar, sem coragens a prosseguir além das barreiras que ela mesma criou.
Eu gostei, parabéns ;D
Foi uma bela poesia ;)
o/
Ah, obrigada por me avisar sobre o erro, acabei deixando passar despercebido esse danadinho!
A personagem ainda tem muito o que aprender... Tem muito o que crescer. Ela no fundo no fundo não passa de uma medrosa e é teimosa demais para tentar mudar.
Muito obrigada pelo review *-* De verdade !
Gostei, gostei muito da sua one. Você conseguiu escrever sobre algo tão simples; gesto que fazemos, sentimentos que sentimos, e principalmente sobre uma decisão. Nesse último paragráfo percebi que tudo se trata de uma decisão. Quando tempo vou ficar por aqui? E nós não sabemos isso.
Além de tudo, eu me identifiquei demais. "Tento encontrar meus sentimentos, mas já nem me lembro mais aonde foi que os perdi e quando foi à última vez que eu os senti. Do meu modo desligado de ser devo tê-los abandonado inconseqüentemente em uma encruzilhada de um planeta qualquer." Parece ter sido escrito para mim.
Parabéns.
Beijos =***
Talvez ela tenha sido escrita para os seus sentimentos :} Muuuuuito obrigado pelo review *-* Muito obrigado pelo fato de ter se identificado com esta simples one, isso me deixa tão... Sorridente! E sim... Nós não sabemos o tempo que ficamos aqui e passamos a maior parte do tempo desorientados ou extremamente perdidos... Para uns, isto é bom para outros... Isto é ruim.
Beijos ;*
Acho que todas as pessoas já se sentiram assim, sentadas em uma varanda desconhecida de uma casa abandonada em uma rua deserta da calçada desbotada. Insuficientes e indiferentes diante do mundo, presos por suas próprias correntes, se perguntando quando chegará a liberdade, mas ao mesmo tempo sem forças (e talvez sem vontade) de buscá-la por si só.
Esse texto me inspirou, me cativou e, de certa forma, me definiu.
Isso é verdade! Algumas conseguem se libertar com muito esforço, mas outros... Permanecem intactos. Fico feliz por você ter gostado, de verdade *-*