"Como eu não tinha escolha mesmo, eu comecei a andar para casa. Ainda não tinha andado um quarteirão e já estava encharcada e morrendo de frio. Parei no sinal para atravessar a rua e um carro esporte preto – daqueles que você sabe que não vai ter nem em miniatura – encostou perto de mim. A janela dianteira se abriu automaticamente e eu percebi que o motorista era ninguém menos que aquele urubu que todo mundo estava dizendo que queria meu couro.
Sr. Albert, uma dose de paciência e duas de coragem, por favor.
- Entra – ele disse, com um sorriso torto no rosto.
Eu o ignorei. Aham, eu vou realmente entrar num carro com aquele doido, até parece. Maldito sinal que não abria e me obrigava a ficar ali parada na chuva, bem na frente dele.
- Ei garota, eu falei com você – ele disse, autoritário. – Mandei entrar.
- Eu ouvi – disse, virando-me para ele. A dose de paciência já acabou.
- Então entra de uma vez, eu estou começando a me molhar.
- Pois você pode ficar esperando e se molhando a tarde inteira se pensa que eu vou entrar num carro com você. – Bom, se eu já havia cavado a minha cova mais cedo, era melhor deitar nela de uma vez. Quero mais é que se f...
- Como é? – ele estava incrédulo.
- Você ouviu – ah, meu filho, além de babaca, é surdo? Sério mesmo?
- Você não tem idéia de com quem está falando, não é? Ninguém diz não para mim.
- Bom, eu acho que acabei de dizer. – Nesse exato momento o sinal abriu. Graças a Deus. – Tchau."
HAHAHAHA!!!!!! Adorei!!!! " Ninguém me diz não!" I-D-I-O-T-A-!!!!
Eita menininho mimado esse Felipe. Isso vai dar uma treta da doida. Um menino mimado que vou insultado um vez e recebeu um não no segundo encontro.... isso não vai acabar bem.
"Como eu não tinha escolha mesmo, eu comecei a andar para casa. Ainda não tinha andado um quarteirão e já estava encharcada e morrendo de frio. Parei no sinal para atravessar a rua e um carro esporte preto – daqueles que você sabe que não vai ter nem em miniatura – encostou perto de mim. A janela dianteira se abriu automaticamente e eu percebi que o motorista era ninguém menos que aquele urubu que todo mundo estava dizendo que queria meu couro.
Sr. Albert, uma dose de paciência e duas de coragem, por favor.
- Entra – ele disse, com um sorriso torto no rosto.
Eu o ignorei. Aham, eu vou realmente entrar num carro com aquele doido, até parece. Maldito sinal que não abria e me obrigava a ficar ali parada na chuva, bem na frente dele.
- Ei garota, eu falei com você – ele disse, autoritário. – Mandei entrar.
- Eu ouvi – disse, virando-me para ele. A dose de paciência já acabou.
- Então entra de uma vez, eu estou começando a me molhar.
- Pois você pode ficar esperando e se molhando a tarde inteira se pensa que eu vou entrar num carro com você. – Bom, se eu já havia cavado a minha cova mais cedo, era melhor deitar nela de uma vez. Quero mais é que se f...
- Como é? – ele estava incrédulo.
- Você ouviu – ah, meu filho, além de babaca, é surdo? Sério mesmo?
- Você não tem idéia de com quem está falando, não é? Ninguém diz não para mim.
- Bom, eu acho que acabei de dizer. – Nesse exato momento o sinal abriu. Graças a Deus. – Tchau."
HAHAHAHA!!!!!! Adorei!!!! " Ninguém me diz não!" I-D-I-O-T-A-!!!!
Ponha moral garota!!!! Isso aí!!!
KKKKKKKK!!!!!
Adorei!!!
Raxei na parte do " tchau"
UUUUUUUUUUUUUUHHHHHHHHH GIRL!
Eita menininho mimado esse Felipe. Isso vai dar uma treta da doida. Um menino mimado que vou insultado um vez e recebeu um não no segundo encontro.... isso não vai acabar bem.
Sério, essa é a fic mais engraçada que já li. Ganha de mil a zero dos comediantes da globo. Qs
Sinto cheiro de altas tretas no ar B|
ahh gente adorei essa história e tão divertida!
Hilário.
Lidia, Lidia... kkkkkk
com certeza essa garota não tem amor a vida e eu adorooooo isso...
bjos e até mais..