Comentários em “A Princesa Aprisionada no Inferno”: “Ato um”

ariviel

Bem, eu ia perguntar se alguém já tinha tirado cartas para você antes, mas deixa pra lá, rs. Já tiraram para mim algumas vezes e eu reparei que você conhecia "a forma correta", tanto pela disposição das cartas quanto pelo "objetivo do jogo". Sobre a Hell e a leitura da Pamela, acredito que existe um motivo para que o tal John seja inacessível... talvez ele seja uma representação de tudo que ela gostaria de ter, mas que não consegue. Ou quem sabe, uma advertência para alguém que acredita que não há mais o que perder, além da vida que não valoriza. Enfim, teorias à parte, gostei do final em aberto.

slytherina
slytherina Autor
Eu vou te adicionar como amiga, ok? Qualquer dúvida é só apertar o "rejeita", depois a gente tenta de novo.

Num passado não tão distante, eu fui fanática por Tarô, ao ponto de colocar as cartas para mim mesma, todo santo dia. Descobri que as coisas não acontecem como o tarô prevê, e que é mais sábio dizer "eu não quero isso", e seguir com sua vida. Entretanto, continuo gostando do simbolismo do tarô, e gosto de ver como todos os folclores utilizam tanto esse simbolismo. Quer coisa mais bonita do que cartas como: "a temperança", ou "a estrela", ou a carta mais romântica de todas: "os enamorados"? A minha carta em especial é medonha, e por isso mesmo mágica: "o diabo". :P (eu a obtive através da minha data de nascimento).

Quanto ao enredo, ele é antigo. Eu o imaginei há quase 10 anos. Claro, eu estou falando de John e Hell, não de Pamela e companhia. você deduziu que John é o ideal inatingível, isso é poético e altamente romântico, mas você verá mais adiante que John praticamente convive com Hell, e que está acessível nas mãos dela. lol

Um abraço. tia sly