Olá! Ainda bem que eu me comporto, viu. Eu conheço um amigo que faria questão de copiar tua fic só para ter o prazer de se encontrar com a Samara Hhsuahsuashaushaushua. É sério! Vai entender! Cada doido com suas manias rs.
Li esse conto ontem, e como já comentei em resposta ao teu review, fiz relação com o final do último capítulo que postei. Claro que tua fic tem um contexto um pouco diferente, e é muito melhor descrita, mais muito mesmo.
Sabe o que me veio à mente agora?! Que essa fic lembra um pouco de “Cacos de Céu”, talvez por haver um casal e o instinto protetor do homem pela amada. Não sei tão bem o que pensar a respeito desse ato, tanto que desisti da ideia que havia tido quando comecei a escrever “Sou seu pecado”, sendo o homem se sobrepor a mulher para protegê-la. É bonito, muito bonito, mas por algum motivo faz com que pareça surreal (tipo, coisa de cinema, sabe.), é estranho dizer isso já que é uma tragédia, mas sei lá.
O final foi tão bom quanto os outros, talvez um pouco clichê, sabe. Pois em fins como esse as pessoas sempre declaram o amor que tem uma pela outra. De qualquer forma, o mais importante é você ter se sentido bem. O que mais gostei foi a maneira com que narrou tudo, isso sim é sempre muito original.
A Samara é uma garota legal, mas não é bom conhecer ela copiando minhas coisas D:.
A ideia é realmente meio clichê, o garoto protegendo a garota, a declaração final e tudo mais... Mas não foi exatamente esse o foco. O foco, ao menos quando a ideia surgiu, era do impulso protetor. Apesar de ter sido completamente inutil entrar na frente das balas, apesar de que o garoto até pudesse saber que as balas o atravessariam, ele entrou na frente. O ato é mais sentimental do que físico. A ideia era proteger, se as balas ficassem nele, melhor, mas o importante era o ato, não o resultado. A ideia veio de uma cena descrita. Um helicóptero, com suas metralhadoras que atravessam o casco de um avião. Uma mulher, no chão, com o filho. O helicóptero começa a atirar neles. O primeiro impulso da mãe é entrar na frente do filho, tentando protegê-lo das balas. Adianta? Não. Uma folha de papel daria a mesma proteção. Mas nem por isso a mulher vai deixar de tentar. Mantendo o exemplo materno, a mesma situação se dá ao que uma mãe encontra um filho morimbundo. Ela vai abraçá-lo, um ato protetor, mesmo que saiba ser inútil.
É isso que o ato representa. Proteger, não físicamente, mas sentimentalmente. Simbólicamente.
Que Linda *-* Morro de medo da Samara '-', e eu ri das Notas Iniciais x). Que fofa sua éstoria! Eles se amavam mesmo ç.ç e ele foi defenda-la :'( AAH que Romantico e Lindo >u<. Até =*
O que mais gostei: O Amor ♥
O que acho que pode melhorar: Nada Meool u.u
Olá! Ainda bem que eu me comporto, viu. Eu conheço um amigo que faria questão de copiar tua fic só para ter o prazer de se encontrar com a Samara Hhsuahsuashaushaushua. É sério! Vai entender! Cada doido com suas manias rs.
Li esse conto ontem, e como já comentei em resposta ao teu review, fiz relação com o final do último capítulo que postei. Claro que tua fic tem um contexto um pouco diferente, e é muito melhor descrita, mais muito mesmo.
Sabe o que me veio à mente agora?! Que essa fic lembra um pouco de “Cacos de Céu”, talvez por haver um casal e o instinto protetor do homem pela amada. Não sei tão bem o que pensar a respeito desse ato, tanto que desisti da ideia que havia tido quando comecei a escrever “Sou seu pecado”, sendo o homem se sobrepor a mulher para protegê-la. É bonito, muito bonito, mas por algum motivo faz com que pareça surreal (tipo, coisa de cinema, sabe.), é estranho dizer isso já que é uma tragédia, mas sei lá.
O final foi tão bom quanto os outros, talvez um pouco clichê, sabe. Pois em fins como esse as pessoas sempre declaram o amor que tem uma pela outra. De qualquer forma, o mais importante é você ter se sentido bem. O que mais gostei foi a maneira com que narrou tudo, isso sim é sempre muito original.
Parabéns!
Beijos :********
A Samara é uma garota legal, mas não é bom conhecer ela copiando minhas coisas D:.
A ideia é realmente meio clichê, o garoto protegendo a garota, a declaração final e tudo mais... Mas não foi exatamente esse o foco. O foco, ao menos quando a ideia surgiu, era do impulso protetor. Apesar de ter sido completamente inutil entrar na frente das balas, apesar de que o garoto até pudesse saber que as balas o atravessariam, ele entrou na frente. O ato é mais sentimental do que físico. A ideia era proteger, se as balas ficassem nele, melhor, mas o importante era o ato, não o resultado. A ideia veio de uma cena descrita. Um helicóptero, com suas metralhadoras que atravessam o casco de um avião. Uma mulher, no chão, com o filho. O helicóptero começa a atirar neles. O primeiro impulso da mãe é entrar na frente do filho, tentando protegê-lo das balas. Adianta? Não. Uma folha de papel daria a mesma proteção. Mas nem por isso a mulher vai deixar de tentar. Mantendo o exemplo materno, a mesma situação se dá ao que uma mãe encontra um filho morimbundo. Ela vai abraçá-lo, um ato protetor, mesmo que saiba ser inútil.
É isso que o ato representa. Proteger, não físicamente, mas sentimentalmente. Simbólicamente.
O que mais gostei: O Amor ♥
O que acho que pode melhorar: Nada Meool u.u
Tenha medo da Samara mesmo. SHAUSHUA. Que bom que gostou, foi um dos contos que mais gostei de escrever...
Pf, amo. :c
Ahn... Biscoito?
Eu não tenho bem o que responder, acho. O comentário foi bastante... Simples.
Mas de todo modo, acho que ele me agradou. Muito mais do que vários comentários curtos-e-quase-sem-sentido que já recebi.
Ora, agora que reparei... Meus contos formam 60% de suas histórias favoritas... E o primeiro review que recebo de você é assim, uma palavra e meia?...
Eu gostei disso. Gostei mesmo disso. Enfim... É isso.
Breno.