Primeiro, eu *amo* House (fato), segundo eu adoro as histórias que você escreve, então, preciso dizer o que eu to achando disso? Tô simplesmente pirando aqui. O.O
O começo já é bem o estilo House, sozinho, no silêncio (ou querendo ele). Até que alguem o incomoda e ele, como sempre, não dá a mínima e é super seco, e eu adoro esse jeito dele.
E a pessoa que incomoda ele, é quase minha chará, não sei pq quis usar "Loane", mas fico muito lisonjeada. kk
E a cuddy vai atrás dele. o/ Lógico que, para os fãs de Huddy, quando os dois estão na mesma cena o que vem na cabeça é que aconteça algo entre os dois... mas o House é carrancudo demais pra isso. Eis que surge as energias, e a do House entrega ele, lógico, indo tocar os lábios da Cuddy. É isso que ele tem vontade de fazer, mas não faz, e ver o House numa situação desconfortável e simbolicamente beijando a Cuddy é mais emocionante do que ver eles se beijando de verdade. *--*
Digamos que a série tem seu humor, o que não faltou aqui. Eu morri de rir quando ele falou que as estrelas eram gay, isso é bem típico do House, pude ver sua expressão e ouvir ele falando de verdade.
Ele não acreditar nas energias é o mais provável que poderia acontecer, cabeça dura como ele é...
Juro que a cena passa na cabeça como se fosse de verdade, o House de mal humor, as vezes sarcástico, a Cuddy com um olhar doce e esperançoso, tentando convencer ele...
"A cada palavra que ele dizia, estrelas saiam de seus dedos e iam cutucar Cuddy de um modo carinhoso. House notou isso e bufou irritado." Sempre tem uma frase que me chama atenção.. e achei essa tão bonitinha, as estrelas do House indo tocar ela, soa bem mais romantico do que a cena em si.
E óbivo, dificilmente o House iria admitir seus verdadeiros sentimentos... Mas não tem como esconder, seu poder mostrou tudo. =D
"Se fosse real ou não, talvez não importasse. Energia não era algo normal, e o anormal era o mundo de House. Por um momento, tudo estava no seu devido lugar."
Eis o mundo anormal de House.
Eu e minha mania de comentar frase por frase, mas é que eu impolgo. Tenho que falar tudo que eu senti. :S
Mas, no geral, depois de escrever isso tudo, é obvio o que eu achei né? Eu simplesmente ADOREI.
Primeiro, como eu disse, pq é sobre House. Segundo pq você sempre escreve super bem. E terceiro, pq ficou super criativa, seus textos ficaram ótimos, todo o diálogo e a narração.
E ah, só agora que fui ver que ela é dedicada a mim, nem sabe o quanto fico feliz por isso (Um texto seu dedicado pra mim, e sobre House ~Tô surtanto~). Obrigada de verdade. *---*
Dá pra ver o quanto você vem evoluindonos textos, nas histórias, estão cada vez melhores. Parabéns. =D
E, continue assim, melhorando, soltando a imaginação, escrevendo. Não nos prive desse enorme talento. Mais uma vez, PARABÉNS ;*
O que mais gostei: "A cada palavra que ele dizia, estrelas saiam de seus dedos e iam cutucar Cuddy de um modo carinhoso. House notou isso e bufou irritado." (Sempre há uma frase que me chama atenção)
Quando eu parei pra pensar em como começar a história, ele ia estar no hospital escondido para não atender os pacientes. Os convidados seriam pacientes. Mas como depois decidi por uma dúvida se a Cuddy era real ou não, resolvi transferi para um lugar onde ela talvez não estaria. Uma festa. Na verdade nem ele estaria, então bingo, isso mesmo que eu precisava. Do que é a festa não achei importante citar. Imaginem, oras, para isso que crio minhas histórias, para as pessoas pensarem. Ah, e a Loane continuou a ser uma enfermeira, então a festa pode ser algo com o hospital, não? Energy trabalha com o oculto. Se existe algo que não seja a muralha que House construiu ao seu redor, a energia vai expor. A única pessoa que consegue atravessar a muralha é Cuddy, ela tinha que ser a primeira vítima da energia. O negócio das estrelas tocando ela, nos cabelos, nos lábios, é exatamente isso: House quer, mas não quer ao mesmo tempo.
Frase especial, gran finale. Particularmente, resume tudo. Eu e minha mania de comentar frase por frase, mas é que eu impolgo. Tenho que falar tudo que eu senti. :S
Só poderia ser dedicado à você! Vmo me apoiou e ajudou com algumas partes das história! Sei que você vai pensar nisso ainda por algum tempo e talvez quando ver House e Cuddy em alguma cena, vai lembrar da energia. ISSO me deixa feliz, nossa, não tem idéia de como.
Muuuito obrigada pelo apoio e por esse SUPER (em vários sentidos) review! Fez uma escritora mais feliz =D
Bem, por onde começar?
Primeiro, eu *amo* House (fato), segundo eu adoro as histórias que você escreve, então, preciso dizer o que eu to achando disso? Tô simplesmente pirando aqui. O.O
O começo já é bem o estilo House, sozinho, no silêncio (ou querendo ele). Até que alguem o incomoda e ele, como sempre, não dá a mínima e é super seco, e eu adoro esse jeito dele.
E a pessoa que incomoda ele, é quase minha chará, não sei pq quis usar "Loane", mas fico muito lisonjeada. kk
E a cuddy vai atrás dele. o/ Lógico que, para os fãs de Huddy, quando os dois estão na mesma cena o que vem na cabeça é que aconteça algo entre os dois... mas o House é carrancudo demais pra isso. Eis que surge as energias, e a do House entrega ele, lógico, indo tocar os lábios da Cuddy. É isso que ele tem vontade de fazer, mas não faz, e ver o House numa situação desconfortável e simbolicamente beijando a Cuddy é mais emocionante do que ver eles se beijando de verdade. *--*
Digamos que a série tem seu humor, o que não faltou aqui. Eu morri de rir quando ele falou que as estrelas eram gay, isso é bem típico do House, pude ver sua expressão e ouvir ele falando de verdade.
Ele não acreditar nas energias é o mais provável que poderia acontecer, cabeça dura como ele é...
Juro que a cena passa na cabeça como se fosse de verdade, o House de mal humor, as vezes sarcástico, a Cuddy com um olhar doce e esperançoso, tentando convencer ele...
"A cada palavra que ele dizia, estrelas saiam de seus dedos e iam cutucar Cuddy de um modo carinhoso. House notou isso e bufou irritado." Sempre tem uma frase que me chama atenção.. e achei essa tão bonitinha, as estrelas do House indo tocar ela, soa bem mais romantico do que a cena em si.
E óbivo, dificilmente o House iria admitir seus verdadeiros sentimentos... Mas não tem como esconder, seu poder mostrou tudo. =D
"Se fosse real ou não, talvez não importasse. Energia não era algo normal, e o anormal era o mundo de House. Por um momento, tudo estava no seu devido lugar."
Eis o mundo anormal de House.
Eu e minha mania de comentar frase por frase, mas é que eu impolgo. Tenho que falar tudo que eu senti. :S
Mas, no geral, depois de escrever isso tudo, é obvio o que eu achei né? Eu simplesmente ADOREI.
Primeiro, como eu disse, pq é sobre House. Segundo pq você sempre escreve super bem. E terceiro, pq ficou super criativa, seus textos ficaram ótimos, todo o diálogo e a narração.
E ah, só agora que fui ver que ela é dedicada a mim, nem sabe o quanto fico feliz por isso (Um texto seu dedicado pra mim, e sobre House ~Tô surtanto~). Obrigada de verdade. *---*
Dá pra ver o quanto você vem evoluindonos textos, nas histórias, estão cada vez melhores. Parabéns. =D
E, continue assim, melhorando, soltando a imaginação, escrevendo. Não nos prive desse enorme talento. Mais uma vez, PARABÉNS ;*
O que mais gostei: "A cada palavra que ele dizia, estrelas saiam de seus dedos e iam cutucar Cuddy de um modo carinhoso. House notou isso e bufou irritado." (Sempre há uma frase que me chama atenção)
Quando eu parei pra pensar em como começar a história, ele ia estar no hospital escondido para não atender os pacientes. Os convidados seriam pacientes. Mas como depois decidi por uma dúvida se a Cuddy era real ou não, resolvi transferi para um lugar onde ela talvez não estaria. Uma festa. Na verdade nem ele estaria, então bingo, isso mesmo que eu precisava. Do que é a festa não achei importante citar. Imaginem, oras, para isso que crio minhas histórias, para as pessoas pensarem. Ah, e a Loane continuou a ser uma enfermeira, então a festa pode ser algo com o hospital, não?
Energy trabalha com o oculto. Se existe algo que não seja a muralha que House construiu ao seu redor, a energia vai expor. A única pessoa que consegue atravessar a muralha é Cuddy, ela tinha que ser a primeira vítima da energia. O negócio das estrelas tocando ela, nos cabelos, nos lábios, é exatamente isso: House quer, mas não quer ao mesmo tempo.
Frase especial, gran finale. Particularmente, resume tudo.
Eu e minha mania de comentar frase por frase, mas é que eu impolgo. Tenho que falar tudo que eu senti. :S
Só poderia ser dedicado à você! Vmo me apoiou e ajudou com algumas partes das história! Sei que você vai pensar nisso ainda por algum tempo e talvez quando ver House e Cuddy em alguma cena, vai lembrar da energia. ISSO me deixa feliz, nossa, não tem idéia de como.
Muuuito obrigada pelo apoio e por esse SUPER (em vários sentidos) review! Fez uma escritora mais feliz =D
Beijos e Abraços!
Bia.