Comentários em “Arthur”: “Arthur”

S
Sven

Um pianista. Não se se você sabe, mas eu amo música clássica de todo o coração. O simples fato de ter um pianista torna a história mais atrativa para mim. Ainda mais por ter citado Bach. - Só Bach, não gosto de Chopin.

Foi o narrador aqui que primeiro se sentiu atraído a Arhtur, mas Arthur, mesmo tendo recusado no começo, parecia já ter uma ligação muito forte com ele. Essa ligação culminou num amor romântico. Mas não precisava. O amor puro que eles parecem ter - como no caso das duas meninas de "Lírio". - é mais forte que o amor romântico. E isso ficou bem claro na última frase:

"amei, sobretudo, a certeza de que vou amá-lo eternamente."

E que fique só entre nós: eu ainda não comecei o meu romance lésbico, mas a história que tenho em mente é bem parecida com essa.


O que mais gostei: Descrições
Bárbara Carvalho MelissadeCarv

Eu li João Pedro primeiro e depois essa. Nas duas você disse para começar a ler a outra primeiro, foi de propósito ou sem-querer (pessoa lerda)?

Gostei da maneira como você abordou as diferenças de pontos de vista e a insegurança do Arthur. E a visão dos dois um pelo outro é bem bonita.

Ryoko_chan
Ryoko_chan Autor

Provavelmente eu sou uma lesa que misturou e confundiu tudo, sorry XD

Mas fico feliz que tenhas gostado dos contos ♥ Obrigada por ler, baby ♥

Pérola San

ai jesus..que lindo,,simplesmente perfeitoo

marvailhoso ♥

Ryoko_chan
Ryoko_chan Autor

Obrigada! ♥ *-* Feliz que tenhas gostado

M
Marii_W

Gente, você percebe que a fic é de outros tempos quando dona Sammy tem notas justificando atraso de Blind Angel. Mas tudo bem kkkkkkkkkkkkkk eu tive que vir comentar, porque Mari não é Mari se não analisar textos lindos.

E esse texto é particularmente muito lindo. Mesmo. Permita-me explicar porque. Senti que ele captou de forma maravilhosa, poética a sensação de amar alguém. Tem algo de viciante em todo sofrimento trazido pelo sentimento. Aquela paixão avassaladora, a angústia, a falta de controle sobre si mesmo. Mesmo assim o ser humano se alimenta disso, remói fotos, conversas antigas, fica com aquela coisa forte a retumbar no peito de uma forma... Quase sufocante. E eu acho que essa foi a palavra chave pra esse texto. Sufocante.

Chega uma hora em que você nem sabe mais com o que está se deparando, porque o foco cai totalmente na repetição do amor. Ele é reiterado várias e várias vezes, de modo que ao chegar no final, da até um certo medo de como vai acabar. Como se tudo pudesse vir de uma explosão de sentimentos catalisada por algum acontecimento trágico. Juro que por um minuto imaginei que o cenário do presente seria um cemitério e que Arthur estaria morto. Mas acho que essa época estava mais pra Blind Angel do que pra Sammy Sadista mesmo. xD

Em todo caso, como disse, pra mim a chave foi esse sufoco. Sem fuga e para o qual você nem quer uma fuga, entende? Ah, acho lindo seu trabalho com as palavras, adoro como brinca com elas e realmente transforma histórias de amor em... Passagens. Aqui há todo um decorrer dos anos e mesmo assim... Ele simplesmente flui. Apaixonado. E vicioso.

Desculpe se você esperava uma crítica, mas não consigo pensar em nenhuma. Adorei. u_u