Que fofura essa Maeve, ela me passa uma ideia de que apesar de ser uma criança, é muito poderosa, ou talvez ela seja um símbolo de inocência que acalma os demais amaldiçoados. Será? Acho a vibe dela muito gostosa e confiável.
Sou particularmente fã de todos os capítulos que exploram as figuras do cemitério, com cada uma delas revelando algo único e especial, quase como se tivessem uma alma própria. Essa caminhada entre esses personagens e símbolos sombrios me trouxe arrepios, no melhor sentido possível. A forma como as palavras foram escolhidas é incrivelmente harmônica, como se cada uma estivesse exatamente onde deveria estar para intensificar o clima de mistério e terror que paira sobre a história. Esse cuidado na narrativa dá à trama um peso que encanta e assusta na medida certa.
Mal posso esperar para ler mais e descobrir o que vem a seguir.
Olá, Makimoto! ❤️
Deve ser bem complicado para a Maeve aceitar que morreu tão jovem. Mesmo assim, é bonito ver que ela encontrou apoio em pessoas inimagináveis, que sempre são gentis e empáticas com ela. O que será que ela encontrou? Esse mistério está me intrigando muito. Espero que não seja nada de muito ruim.
Beijos ❤️ Indo pro próximo!
Oi!
Tadinha, não pode nem dar a mão para as pessoas ;-; Será que ela morreu segurando esse balão?
O que será que o Coveiro está procurando? Uma pá? Algum túmulo específico? O próprio túmulo?? Curiosa aqui.
Até amanhã!
Que fofinha, o que me deixou com mais pena pela situação dela
Puts, agr eu não faço ideia do que o Coveiro procura, mas parece bem importante.
Que fofura essa Maeve, ela me passa uma ideia de que apesar de ser uma criança, é muito poderosa, ou talvez ela seja um símbolo de inocência que acalma os demais amaldiçoados. Será? Acho a vibe dela muito gostosa e confiável.
Sou particularmente fã de todos os capítulos que exploram as figuras do cemitério, com cada uma delas revelando algo único e especial, quase como se tivessem uma alma própria. Essa caminhada entre esses personagens e símbolos sombrios me trouxe arrepios, no melhor sentido possível. A forma como as palavras foram escolhidas é incrivelmente harmônica, como se cada uma estivesse exatamente onde deveria estar para intensificar o clima de mistério e terror que paira sobre a história. Esse cuidado na narrativa dá à trama um peso que encanta e assusta na medida certa.
Mal posso esperar para ler mais e descobrir o que vem a seguir.
Eu ainda acho que a Maeve ter, digamos assim, reaparecido na história não é por acaso. Sinto que tem alguma coisa aí.
Menina esperta. O que o coveiro está procurando?