Comentários em “Doce Vingança”: “Capítulo 2”

João Vitor Guimarães
Boa noite, Gabriel! Como vai? Espero que esteja bem. Reli o capítulo anterior para me relembrar da história e percebi que muitos dos erros que apontei no primeiro capítulo (algumas questões gramáticais, emprego correto da vírgula, erros de concordância verbal e nominal, coêrencia e coesão gramatical e narrativa, além de redundâncias em algumas descrições) ainda persistem no capítulo anterior, que poderia ser revisado, mas estes mesmo erros também podem ser vistos aqui. Outra coisa que me chamou a atenção neste capítulo, mas de uma forma não tão positiva, foi a questão da menção da relação do pai da protagonista com ela e sua irmã. Você diz que o pai brigava com a mãe, que isso forçou a protagonista a querer sair de casa e que afetou sua irmã quando o pai foi embora. Tudo isso foi contado dentro da narrativa, mas não foi mostrado e também não consegui sentir isso. A própria protagonista narrando nem sequer dava uma única pista emocional de como o desgaste da relação familiar e o abandono do pai a afetou, nenhum frase que ela usasse para expor seu emocional em relação a isso. Não que isso seja ou devesse estar ali no momento, poderia ser algo que pudesse ser transmitido com o tempo conforme a narrativa ande, mas a forma seca como a personagem menciona tal fato dá a entender que nem relevância aquilo poderia. Uma ou duas frases de monólogo sobre isso poderia ajudar. Quanto ao resto, acho que está tudo razoável. Aiden é um personagem interessante porque, do ponto de vista narrativo, ele parece ganhar camadas, mas, novamente, elas ainda ficam só no campo da sugestão, sendo apenas contadas e não mostradas ao público para que ele possa senti-lo. De resto, nada mais a acrescentar. Obrigado pela leitura e até o próximo capítulo! Até! Atenciosamente, João Vitor Guimarães!