Nossa, eu tava crente que ela ia transformar o xerife em vampiro ou se alimentar dele... não pensei que ele é que iria matá-la (matar a morta kkkkkk tecnicamente vampiros estão mortos, né)
E gente, quem manda uma criança sair sozinha de noite pra dar recado? Ela podia ter sido sequestrada, assassinada... deixa o cara se atrasar, eu hein.
Hmm, e não é que tinha realmente mais nessa história toda. Entrelinhas perdidas dentro de entrelinhas. Uma maldição chamando, clamando, por outra enquanto uma fera parte desse mundo. Tudo isso dentro de um capítulo maravilhosamente escrito. Mais uma vez: obrigado.
Puxa, adorei a descrição, bem visual e a espacialidade da cena funcionou bem pra mim. Parabéns, imagino que seja resultado de muita leitura, pq suas descrições tendem a ser detalhadas e, apesar do pouco espaço para usar as palavras, vc as coloca muito bem nos capítulos. Eu estou entendendo a sua drabbel de uma forma quase antológica, como se cada arco se bastasse em si, e o coveiro fosse apenas o nosso guia para conhecer essas entidades. Se for isso, então eu estou gostando bastante e entendendo tudo. Se não for, eu estou gostando bastante mesmo sem entender. kkkk
EU SABIAAAAAA! Eu sabia que tinha alguma coisa a ver com a Maeve, já estava pressentindo!
Apesar de ter que escrever apenas 100 palavras por capítulo, vc as coloca muito bem, e é uma leitura gostosa. Estou sentindo quase como se o coveiro fosse um guia que vai apresentando as entidades do cemitério pra nós. Amando!
Olá, Makimoto! ❤️
E a minha teoria estava certa! A pressa dela a matou durante o ataque! Cara, nem consigo imaginar qual foi a reação da polícia na época ao encontrar os dois corpos, nesses estados e seminuos. E coitada da menininha, cara! Imagino o trauma! Ver o pai traindo a mãe e a morte ao lado de sua amante desconhecida.
Beijos ❤️ Indo pro próximo!
Oi!
Nossa, eu tava crente que ela ia transformar o xerife em vampiro ou se alimentar dele... não pensei que ele é que iria matá-la (matar a morta kkkkkk tecnicamente vampiros estão mortos, né)
E gente, quem manda uma criança sair sozinha de noite pra dar recado? Ela podia ter sido sequestrada, assassinada... deixa o cara se atrasar, eu hein.
Até amanhã!
Hmm, e não é que tinha realmente mais nessa história toda. Entrelinhas perdidas dentro de entrelinhas. Uma maldição chamando, clamando, por outra enquanto uma fera parte desse mundo. Tudo isso dentro de um capítulo maravilhosamente escrito. Mais uma vez: obrigado.
Ansioso para ler mais. ♥
Puxa, adorei a descrição, bem visual e a espacialidade da cena funcionou bem pra mim. Parabéns, imagino que seja resultado de muita leitura, pq suas descrições tendem a ser detalhadas e, apesar do pouco espaço para usar as palavras, vc as coloca muito bem nos capítulos. Eu estou entendendo a sua drabbel de uma forma quase antológica, como se cada arco se bastasse em si, e o coveiro fosse apenas o nosso guia para conhecer essas entidades. Se for isso, então eu estou gostando bastante e entendendo tudo. Se não for, eu estou gostando bastante mesmo sem entender. kkkk
A MAEVE!!!! Socorro, nunca imaginei que as duas estivessem ligadas de mais de uma forma além de dividirem o mesmo cemitério. Chocada!
EU SABIAAAAAA! Eu sabia que tinha alguma coisa a ver com a Maeve, já estava pressentindo!
Apesar de ter que escrever apenas 100 palavras por capítulo, vc as coloca muito bem, e é uma leitura gostosa. Estou sentindo quase como se o coveiro fosse um guia que vai apresentando as entidades do cemitério pra nós. Amando!