NOSSA, SIM. Na minha cabeça, to quase com uma história do Ken-antropólogo/sociólogo saindo por aí tentando entender (e KENSTIONAR) o patriarcado/noções de masculinidade pelo mundo. E na minha cabeça, o August vira fotógrafo por algum motivo. Já a Diana vira empresária ou advogada, ainda não decidi.
Awin, obrigada pelo apoio. Esses dias não tem sido fáceis, mas tenho amado escrever a drabble! (Embora existam capítulos melhores do que outros, normal KKK)
Tá ótima a qualidade! Gosto como você nos faz refletir... E é uma vibe parecida com o filme da Barbie! Muita qualidade, cuidado na escrita e capricho! Parabéns, é sim excelente!
:') Ai, fico feliz! Minha intenção era ser divertido e reflexivo, mesmo que não pudesse ser tãooo profundo assim. Só bate aquela incerteza se tá muito có có có pra pouco ovo, ainda mais quando eu tive um dia meio terrível pra daí postar capítulo kkkrying. Obrigada pelo apoio, você é muito gentil ♥
Eu estou amando acompanhar essa história. Acho que o lado positivo de ter me atrasado na leitura é poder apreciar os capítulos se esperar. É a continuidade da emoção dessa jornada, que cresce e se transforma a cada nova descoberta de Ken sobre o mundo real.
Vemos aqui que vai muito além da autodescoberta do Ken, mas ainda tem muito dele sim. Diria até que por vezes parece que ele transita entre protagonista e coadjuvante da própria história, mas justamente por esse processo de se definir quem é.
Tem uma crônica que gosto muito que se chama "Receita de viver", do Pedro Bloch. Não sei se já falei dele, mas me fez refletir quando li no 8⁰ ano. Depois quando a vi de novo na prova do 1⁰ ano do médio e ainda hoje mexe comigo. Não porque é linda e poética, mas porque desenha com simplicidade e objetividade, de maneira compreensível, essa ideia de estar se transformando. E que aquele texto não cabe tudo, porque sempre há algo mais por vir. Pode não ser o texto mais inspirador, mas tem seu valor.
Olá, ícone! Vou bem e a senhorita? Sabe que eu também acabo curtindo pegar alguns capítulos acumulados para ler porque daí se acontecer algum muito escandaloso, pelo menos eu posso ler o que acontece em seguida KASJDAKSJ Puxa, você falou algo que me chamou muito a atenção! Sobre ele transitar entre ser protagonista e coadjuvante. Acho que faz todo o sentido. A história de autodescoberta dele não seria a mesma sem esse contato, sem a história de outras pessoas. E essas histórias de terceiros, da Diana e do August, justamente não trazem o Ken como protagonista; para os irmãos, ele é o estranho solícito. Acho que é bom para gente pensar sobre a nossa história e a história de pessoas próximas, né? Capaz da gente ter alto impacto, baixo impacto; capaz da gente trazer muito a figura de terceiros para nossa história... Muito curioso. Poxa, eu amo recomendações. Tenho impressão que você mencionou sim, mas o nome eu acabei esquecendo e, para não perder o fio da meada, li agora! Eu gostei, mas amei principalmente esse trecho aqui: "Acredito nos homens. Até nos vigaristas." KKKK Assim, é de uma aceitação muito forte. Achei simples e um jeito mais compreensível talvez de entender aquele conceito de Nietzsche, o Amor Fati.
Olá, Shala! 💖
É, parece que a mãe deles é omissa, e isso é o pior cenário que imaginei. Imagino os horrores que eles passaram com esse pai nojento, ainda bem que a Diana conseguiu sair de casa e foi resgatar o irmão desse mar de maldade.
Beijos 💖 Indo pro próximo!
Petição pro Ken e pro August saírem pelo mundo (quando ele for um tico mais velho) vivendo aventuras de autodescoberta and stuff ♥
Não se preocupe, meu bem. A drabble continua maravilhosa, assim como você!
NOSSA, SIM. Na minha cabeça, to quase com uma história do Ken-antropólogo/sociólogo saindo por aí tentando entender (e KENSTIONAR) o patriarcado/noções de masculinidade pelo mundo. E na minha cabeça, o August vira fotógrafo por algum motivo. Já a Diana vira empresária ou advogada, ainda não decidi.
Awin, obrigada pelo apoio. Esses dias não tem sido fáceis, mas tenho amado escrever a drabble! (Embora existam capítulos melhores do que outros, normal KKK)
Tá ótima a qualidade! Gosto como você nos faz refletir... E é uma vibe parecida com o filme da Barbie! Muita qualidade, cuidado na escrita e capricho! Parabéns, é sim excelente!
:') Ai, fico feliz! Minha intenção era ser divertido e reflexivo, mesmo que não pudesse ser tãooo profundo assim. Só bate aquela incerteza se tá muito có có có pra pouco ovo, ainda mais quando eu tive um dia meio terrível pra daí postar capítulo kkkrying. Obrigada pelo apoio, você é muito gentil ♥
Olá, Gatitaaaa! ❤️ Como vai?
Eu estou amando acompanhar essa história. Acho que o lado positivo de ter me atrasado na leitura é poder apreciar os capítulos se esperar. É a continuidade da emoção dessa jornada, que cresce e se transforma a cada nova descoberta de Ken sobre o mundo real.
Vemos aqui que vai muito além da autodescoberta do Ken, mas ainda tem muito dele sim. Diria até que por vezes parece que ele transita entre protagonista e coadjuvante da própria história, mas justamente por esse processo de se definir quem é.
Tem uma crônica que gosto muito que se chama "Receita de viver", do Pedro Bloch. Não sei se já falei dele, mas me fez refletir quando li no 8⁰ ano. Depois quando a vi de novo na prova do 1⁰ ano do médio e ainda hoje mexe comigo. Não porque é linda e poética, mas porque desenha com simplicidade e objetividade, de maneira compreensível, essa ideia de estar se transformando. E que aquele texto não cabe tudo, porque sempre há algo mais por vir. Pode não ser o texto mais inspirador, mas tem seu valor.
Até!!
Olá, ícone! Vou bem e a senhorita?
Sabe que eu também acabo curtindo pegar alguns capítulos acumulados para ler porque daí se acontecer algum muito escandaloso, pelo menos eu posso ler o que acontece em seguida KASJDAKSJ Puxa, você falou algo que me chamou muito a atenção!
Sobre ele transitar entre ser protagonista e coadjuvante. Acho que faz todo o sentido. A história de autodescoberta dele não seria a mesma sem esse contato, sem a história de outras pessoas. E essas histórias de terceiros, da Diana e do August, justamente não trazem o Ken como protagonista; para os irmãos, ele é o estranho solícito. Acho que é bom para gente pensar sobre a nossa história e a história de pessoas próximas, né? Capaz da gente ter alto impacto, baixo impacto; capaz da gente trazer muito a figura de terceiros para nossa história... Muito curioso.
Poxa, eu amo recomendações. Tenho impressão que você mencionou sim, mas o nome eu acabei esquecendo e, para não perder o fio da meada, li agora! Eu gostei, mas amei principalmente esse trecho aqui: "Acredito nos homens. Até nos vigaristas." KKKK Assim, é de uma aceitação muito forte. Achei simples e um jeito mais compreensível talvez de entender aquele conceito de Nietzsche, o Amor Fati.
Não se preocupe muito com a qualidade, está seguindo um bom ritmo e fazendo uma boa construção.
Vai, Ken, surpreende ela!
Ai, fico feliz! Eu queria fazer algo legal que não fosse UAU, muito piegas para abordar tópicos tão importantes. Muito obrigada!
BORA SURPRENDER, KEN-RIDO!