Talvez ele descubra que ser um homem adulto é igual a ser um homem criança, mas uma criança que sabe fingir que está dando conta de tudo, pagando as contas certinho... Bem, isso vale para adultos mulheres tbm kkkk E o que diferenciaria um homem e uma mulher nesse sentido? Papéis sociais? Acho que eles precisam (como eu) passar mais tempo na biblioteca!
Cara, quanto mais a gente estuda sobre esse assunto, mas a gente vê que não tem nada definitivo e tudo é convenção. Terrível. Eu queria ainda ler outros materiais e passar mais tempo na biblioteca também porque (além de ser legal), me faz muito mais ciente dos tipos de opressão que existem e aquelas que eu sinto. Por exemplo, por mais que a minha dinâmica familiar se diga justa, quando eu demonstrava interesse em química durante o ensino médio, meus pais me falavam que eu poderia ir para a parte de...cosméticos. Ou quando eu ia bem em geometria, curtia desenho técnico/de plantas arquitetônicas, eu poderia cursar arquitetura e... decorar interiores. Nada contra essas profissões, é claro. Mas é notável esse direcionamento de gênero. Ai, ai, viu! Vamos dar as mãos e ir para a biblioteca mais próxima!
Nossa, acertei em cheio... e, ai, esse capítulo me doeu tanto. Imagina o August no meio dessa confusão infundada? Espero que ao menos agora a Diana possa criar o menino num lar mais amoroso... e só de ele já ter esses pensamentos de não querer ser igual o pai já é um grande começo para não ser, né?
Sim! Empatia desde cedo é uma coisa linda de se ver. É claro que a socialização de homens é um negócio complicadíssimo, porque parece que eles começam a se estragar entre si durante a adolescência e imagino que hoje a internet seja terrível para isso. E falo isso nas coisas até mais simples, tipo higiene. Eu duvido que homens não sejam ensinados higiene básica por seus cuidadores (maioria mãe mesmo), mas daí a gente tem estatística de amputação de p***** por má higiene e também relatos de homens que não se limpam após o nº 2 no banheiro. SURREAL.
Então mesmo que nessa drabble não dê tempo para gente acompanhar o August na adolescência, na minha cabeça ele segue um ser humano normal, com empatia e que não vai se deixar estragar pelo patriarcado não kkkrying Diana ficará orgulhosa!
E assim as camadas vão sendo tiramos e vamos descobrindo, junto com Ken, do que eles tanto fogem.
Ken está mesmo dedicando-se com afinco a descobrir o que é ser homem, por ele, mas também por August. Se sua missão inicial era descobrir quem é Max Steel, aos poucos ele vai descobrindo que o Max também não é homem de verdade, apenas teve história mais elaborada que a dele.
Essa fala final de August é esclarecedora, mas também dói. Ele ainda é um menino, mas já sabe reconhecer certas maldades da vida, como o fato de seu pai não ser uma boa pessoa, como fugir com Diana por saber que eles estariam melhores sozinhos, porque ela é seu ponto seguro. Acima de tudo é como ele não se deixou contaminar por esse pai, mas também se sente em conflito sobre ser um homem que não seja como ele. Sinto que ele também quer saber como ser um homem adulto para proteger a irmão.
Sério! Meus olhos encheram de lágrimas escrevendo esse comentário e refletindo sobre como Diana vai além da irmã protetora. Ela tem batalhas maiores e ainda assim dá seu melhor para proteger seu irmãozinho desse pai tão assustador. E acho que pouco a pouco Ken vai entendendo e compartilhando desse sentimento.
Olá, lindona! Vou bem e você? Isso mesmo! Ir atrás do Max Steel foi só primeiro passo, mas essa jornada adquiriu camadas: entender o que é ser homem não só por ele, por entender o tal Max (e se o tal Max era um ideal masculino tão maneiro assim), e também por August. Me pega muito como crianças são muito perspicazes para entender coisas ruins. Elas não tem a bagagem emocional e nem léxica para se expressarem, para agirem, mas elas percebem bem a maldade. O bom é que a Diana conseguiu fugir e levar ele, porque se torna também um exemplo de que devemos agir também! Não devemos suportar maldades, por mais que outras alternativas sejam difíceis. E é claro, tirar o August de perto dessa influência horrenda não vai fazer apenas bem para o próprio August, como também melhora as chances dele continuar sendo uma pessoa boa. Tava respondendo em outro comentário aqui na drabble sobre como socialização de homem é complicado na fase da adolescência, porque o contato com outros homens (que podem ser terríveis!) acaba interferindo mesmo numa boa criação. Não vai dar tempo de explorar isso aqui na drabble, mas na minha cabeça ele segue sendo um ser humano normal, com empatia e que não vai se deixar estragar pelo patriarcado não kkkrying Diana ficará orgulhosa! Ô, amg. Acho que te pega esse tópico, né? Você é a irmã mais velha e tem um irmão novinho. Você também tem batalhas e dá seu melhor para cuidar do seu irmão ♥ Então com certeza dá para se identificar e sentir por essa personagem que eu gostei tanto, a Diana. E ainda bem que surgiu esse Ken aí para ela descansar um tico.
Olá, Shala! 💖
Já começo elogiando que amei o fato da Diana ser uma mulher trans. E ok, que diálogo profundo. Parece que o August não quer ser preconceituoso igual ao seu pai, o que já é um bom começo. Fico feliz em ver que buscar entender.
E a jornada do Ken vai ter várias nuances.
Beijos 💖 Indo pro próximo!
Humm e tem mesmo uma história por trás desses dois, uma bem pesada aparentemente.
Sim :( E na real, é tão comum, né? Pais serem terríveis.
Olha só, interessante!
Talvez ele descubra que ser um homem adulto é igual a ser um homem criança, mas uma criança que sabe fingir que está dando conta de tudo, pagando as contas certinho... Bem, isso vale para adultos mulheres tbm kkkk E o que diferenciaria um homem e uma mulher nesse sentido? Papéis sociais? Acho que eles precisam (como eu) passar mais tempo na biblioteca!
Cara, quanto mais a gente estuda sobre esse assunto, mas a gente vê que não tem nada definitivo e tudo é convenção. Terrível. Eu queria ainda ler outros materiais e passar mais tempo na biblioteca também porque (além de ser legal), me faz muito mais ciente dos tipos de opressão que existem e aquelas que eu sinto. Por exemplo, por mais que a minha dinâmica familiar se diga justa, quando eu demonstrava interesse em química durante o ensino médio, meus pais me falavam que eu poderia ir para a parte de...cosméticos. Ou quando eu ia bem em geometria, curtia desenho técnico/de plantas arquitetônicas, eu poderia cursar arquitetura e... decorar interiores. Nada contra essas profissões, é claro. Mas é notável esse direcionamento de gênero.
Ai, ai, viu! Vamos dar as mãos e ir para a biblioteca mais próxima!
Nossa, acertei em cheio... e, ai, esse capítulo me doeu tanto. Imagina o August no meio dessa confusão infundada? Espero que ao menos agora a Diana possa criar o menino num lar mais amoroso... e só de ele já ter esses pensamentos de não querer ser igual o pai já é um grande começo para não ser, né?
Acertou aaaaaa
Sim! Empatia desde cedo é uma coisa linda de se ver. É claro que a socialização de homens é um negócio complicadíssimo, porque parece que eles começam a se estragar entre si durante a adolescência e imagino que hoje a internet seja terrível para isso. E falo isso nas coisas até mais simples, tipo higiene. Eu duvido que homens não sejam ensinados higiene básica por seus cuidadores (maioria mãe mesmo), mas daí a gente tem estatística de amputação de p***** por má higiene e também relatos de homens que não se limpam após o nº 2 no banheiro. SURREAL.
Então mesmo que nessa drabble não dê tempo para gente acompanhar o August na adolescência, na minha cabeça ele segue um ser humano normal, com empatia e que não vai se deixar estragar pelo patriarcado não kkkrying Diana ficará orgulhosa!
Oii, Gatitaaa! Como vai?
E assim as camadas vão sendo tiramos e vamos descobrindo, junto com Ken, do que eles tanto fogem.
Ken está mesmo dedicando-se com afinco a descobrir o que é ser homem, por ele, mas também por August. Se sua missão inicial era descobrir quem é Max Steel, aos poucos ele vai descobrindo que o Max também não é homem de verdade, apenas teve história mais elaborada que a dele.
Essa fala final de August é esclarecedora, mas também dói. Ele ainda é um menino, mas já sabe reconhecer certas maldades da vida, como o fato de seu pai não ser uma boa pessoa, como fugir com Diana por saber que eles estariam melhores sozinhos, porque ela é seu ponto seguro. Acima de tudo é como ele não se deixou contaminar por esse pai, mas também se sente em conflito sobre ser um homem que não seja como ele. Sinto que ele também quer saber como ser um homem adulto para proteger a irmão.
Sério! Meus olhos encheram de lágrimas escrevendo esse comentário e refletindo sobre como Diana vai além da irmã protetora. Ela tem batalhas maiores e ainda assim dá seu melhor para proteger seu irmãozinho desse pai tão assustador. E acho que pouco a pouco Ken vai entendendo e compartilhando desse sentimento.
Até!!
Olá, lindona! Vou bem e você?
Isso mesmo! Ir atrás do Max Steel foi só primeiro passo, mas essa jornada adquiriu camadas: entender o que é ser homem não só por ele, por entender o tal Max (e se o tal Max era um ideal masculino tão maneiro assim), e também por August.
Me pega muito como crianças são muito perspicazes para entender coisas ruins. Elas não tem a bagagem emocional e nem léxica para se expressarem, para agirem, mas elas percebem bem a maldade. O bom é que a Diana conseguiu fugir e levar ele, porque se torna também um exemplo de que devemos agir também! Não devemos suportar maldades, por mais que outras alternativas sejam difíceis. E é claro, tirar o August de perto dessa influência horrenda não vai fazer apenas bem para o próprio August, como também melhora as chances dele continuar sendo uma pessoa boa. Tava respondendo em outro comentário aqui na drabble sobre como socialização de homem é complicado na fase da adolescência, porque o contato com outros homens (que podem ser terríveis!) acaba interferindo mesmo numa boa criação.
Não vai dar tempo de explorar isso aqui na drabble, mas na minha cabeça ele segue sendo um ser humano normal, com empatia e que não vai se deixar estragar pelo patriarcado não kkkrying Diana ficará orgulhosa!
Ô, amg. Acho que te pega esse tópico, né? Você é a irmã mais velha e tem um irmão novinho. Você também tem batalhas e dá seu melhor para cuidar do seu irmão ♥ Então com certeza dá para se identificar e sentir por essa personagem que eu gostei tanto, a Diana. E ainda bem que surgiu esse Ken aí para ela descansar um tico.
Até!