Amigo, como não me emocionar com o final da drabble e com você se abrindo dessa forma sobre como se sente e como está tentando se curar. Todos temos nossas questões e terapia é SIM uma solução a se procurar. Espero que esses momentos anuais de interação sejam luz e que você se lembre deles e de muitos mais que certamente você tem vivido quando se sentir pra baixo.
Parabéns por ter concluído mais um desafio. Eu desejo tudo de bom para você, que você consiga se curar e superar isso.
Esse ano também está sendo difícil para mim. Os meus colegas de trabalho, que chegaram esse ano, são um inferno, salvo alguns. Tem a fofoqueira barraqueira, que mente e já causou algumas confusões. Uma ignorante que se acha mais que os outros, e quando vai faltar avisa logo pra companheira dela, que inventa de faltar junto (não sei o que se passa na cabeça dessas pessoas). Mais o jardineiro, que vem quando quer e sai na hora que quer.
Hoje já sobrou pra passar pano no pavilhão da escola (o jardineiro está de atestado, para contextualizar os alunos estão de férias, é o último dia deles). A que se acha mais que os outros queria que minha colega e eu trocasse com ela e limpasse os dois banheiros do pavilhão, que são delas pra limpar. Mas não caio nesse golpe, não. Depois ela só passa o assoprador mal passado, vare junto com a colega dela menos da metade e abandona tudo como na outra vez. E o Vice-diretor sai atrás de nós duas pra terminar, enquanto a outra inventa qualquer coisa pra se escapar (ela já estava com o papo de estar com cólica).
Já tá virando desabafo. Nunca me estressei tanto como esse ano, a minha salvação é que completei cinco anos de trabalho (sou efetiva, fiz o concurso porque não estava fácil conseguir um emprego depois de completar o ensino médio). Já assinei minha licença-prêmio e vou ficar 30 dias em casa. Só assim para ter um bom descanso e ficar sossegada em paz.
É! Essa história vai muito além do Peter Pan e, como falei no comentário anterior, se a gente pensar demais nisso, se identifica. Entende como esse medo está dentro de nós e o quão assustador crescer é. Toca no nosso íntimo e dá vontade de chorar.
Achei muita coragem sua se permitir ser vulnerável ao compartilhar um pouco da sua história com os leitores. Aqui não temos uma narrativa de eventos, mas de reflexões. Gostaria de dizer que não e que fosse verdade, mas me vi mais que gostaria entre as emoções de Peter Pan, bem como nas suas notas finais.
Crescer não é fácil. Implica em responsabilidades e expectativas que são sufocantes. A gente aprende apanhando e perdendo. Cria cicatrizes e medos, além de promover muita dor, que não sabemos como fazer parar. É um looping no qual nós reconhecemos como vilões da nossa história e esquecemos que cabe a nós também sermos os heróis.
Espero que sua vida haja mais dias de luz que de sombras e que até mesmo em tempestades possa apreciar a brisa e encontrar uma zona de conforto que te dê força para seguir e não te prenda nela.
O final me pegou de surpresa, eu não esperava por isso, até pensei que ele não fosse sair pelo conforto/desconforto de ser e pertencer a um lugar, mas os capítulos foram avançando e a vontade dele permaneceu, eu havia esquecido que o gancho iria aparecer na história então fiquei com o pé atrás ao vê-lo "ajudando" o Peter e agora sabemos o motivo e depois que li as notas, só consigo dizer que terapia faz um bem danado e é uma ajuda mais do que necessária.
Poxa, amg! Que nota final sensível. Eu fui notando uma pegada meio psicanalítica ao longo da drabble, mas não imaginava que carregava tanto de você. Sei que nos comunicamos apenas digitalmente, mas saiba que te acho uma pessoa com ideias incríveis (eu lembro daquela drabble do gatinho e do moço no fim do mundo!) e também com um astral legal, pois te vejo participando aqui e ali nos desafios e seus comentários são sempre divertidos.
Enfim, to falando tudo isso porque acho que a gente merece ouvir algo bom depois de tomar um baita tombo da vida. Espero que você esteja se sentindo mais leve hoje em dia, uma mistura de pés nos chãos e a Sininho nos ombros.
Sobre o capítulo em si, eu fico meio impactada com o potencial de explorar o Peter como alguém que não quer crescer (ok, meio óbvio até aqui kkk) e o Capitão Gancho como o adulto que só parece atrapalhar as coisas, mas é a própria versão adulta querendo dissolver essa infantilidade. Muito bom para pensar e colocar em círculo de biblioterapia. Daí ver o Peter indo me deixa AAAA porque deixa no ar, me deixa com vontade de saber mais!
Mas acho que essa parte fica para a imaginação hihi Parabéns por finalizar o desafio de drabbles! E parabéns por estar aqui, ter pedido ajuda e estimular outras pessoas a fazerem o mesmo.
Nossa, eu me identifiquei tanto com suas notas finais! Também me senti muito engaiolada durante a adolescência, especialmente na época da escola. Era extremamente tímida e tinha uma autoestima muito baixa. Só depois de me formar e entrar na faculdade que comecei a me sentir um pouco mais livre e descobri minha personalidade tagarela e extrovertida. Também tive que procurar ajuda psicológica, mas a luta contra a ansiedade é constante, e cada dia pode ser um desafio.
Você assistiu "Divertida Mente 2"? O filme oferece uma reflexão incrível sobre saúde mental.
E gostei muito de como Peter e o Capitão Gancho encontraram um entendimento interior e se reaproximaram. Agora eles vão navegar por aventuras nos mares mágicos além da Terra do Nunca? Ou migrar para o mundo real? Acho que é um pouco dos dois.
Sinceramente, não consigo acreditar que a história já acabou. Foi uma honra acompanhar essa jornada. A construção foi brilhante e reflexiva, e eu adorei a forma como você abordou um tema tão sério quanto a saúde mental, desenvolvendo-o ao longo da narrativa, explorando a mente humana. Quem nunca se sentiu perdido em relação a si mesmo e ao rumo da própria vida? Fico feliz que o Peter tenha encontrado a luz no fim do túnel. Se ele conseguiu, outras pessoas também podem.
Além disso, você conseguiu combinar o universo de Peter Pan de uma forma maravilhosa. Adoro como Peter Pan é um conto clássico com um universo tão rico, que mesmo depois de 120 anos, continua sendo marcante no imaginário das pessoas.
Que mensagem linda! Gabs, você fez mágica com 500 palavras! Uma salva de palmas para você; você transformou a dor em obra de arte! ♥️
Só uma dúvida: você pretende dar continuidade a essa história no desafio de outubro? Se sim, me avise.
Amigo, como não me emocionar com o final da drabble e com você se abrindo dessa forma sobre como se sente e como está tentando se curar. Todos temos nossas questões e terapia é SIM uma solução a se procurar. Espero que esses momentos anuais de interação sejam luz e que você se lembre deles e de muitos mais que certamente você tem vivido quando se sentir pra baixo.
Beijos e muito carinho pra ti!
Não esperava que ele fosse morrer.
Parabéns por ter concluído mais um desafio. Eu desejo tudo de bom para você, que você consiga se curar e superar isso.
Esse ano também está sendo difícil para mim. Os meus colegas de trabalho, que chegaram esse ano, são um inferno, salvo alguns. Tem a fofoqueira barraqueira, que mente e já causou algumas confusões. Uma ignorante que se acha mais que os outros, e quando vai faltar avisa logo pra companheira dela, que inventa de faltar junto (não sei o que se passa na cabeça dessas pessoas). Mais o jardineiro, que vem quando quer e sai na hora que quer.
Hoje já sobrou pra passar pano no pavilhão da escola (o jardineiro está de atestado, para contextualizar os alunos estão de férias, é o último dia deles). A que se acha mais que os outros queria que minha colega e eu trocasse com ela e limpasse os dois banheiros do pavilhão, que são delas pra limpar. Mas não caio nesse golpe, não. Depois ela só passa o assoprador mal passado, vare junto com a colega dela menos da metade e abandona tudo como na outra vez. E o Vice-diretor sai atrás de nós duas pra terminar, enquanto a outra inventa qualquer coisa pra se escapar (ela já estava com o papo de estar com cólica).
Já tá virando desabafo. Nunca me estressei tanto como esse ano, a minha salvação é que completei cinco anos de trabalho (sou efetiva, fiz o concurso porque não estava fácil conseguir um emprego depois de completar o ensino médio). Já assinei minha licença-prêmio e vou ficar 30 dias em casa. Só assim para ter um bom descanso e ficar sossegada em paz.
Boas melhoras para você.
Olá, Gabs! Como está?
É! Essa história vai muito além do Peter Pan e, como falei no comentário anterior, se a gente pensar demais nisso, se identifica. Entende como esse medo está dentro de nós e o quão assustador crescer é. Toca no nosso íntimo e dá vontade de chorar.
Achei muita coragem sua se permitir ser vulnerável ao compartilhar um pouco da sua história com os leitores. Aqui não temos uma narrativa de eventos, mas de reflexões. Gostaria de dizer que não e que fosse verdade, mas me vi mais que gostaria entre as emoções de Peter Pan, bem como nas suas notas finais.
Crescer não é fácil. Implica em responsabilidades e expectativas que são sufocantes. A gente aprende apanhando e perdendo. Cria cicatrizes e medos, além de promover muita dor, que não sabemos como fazer parar. É um looping no qual nós reconhecemos como vilões da nossa história e esquecemos que cabe a nós também sermos os heróis.
Espero que sua vida haja mais dias de luz que de sombras e que até mesmo em tempestades possa apreciar a brisa e encontrar uma zona de conforto que te dê força para seguir e não te prenda nela.
Até!
Primeiro eu gostei muito do que eu li!
O final me pegou de surpresa, eu não esperava por isso, até pensei que ele não fosse sair pelo conforto/desconforto de ser e pertencer a um lugar, mas os capítulos foram avançando e a vontade dele permaneceu, eu havia esquecido que o gancho iria aparecer na história então fiquei com o pé atrás ao vê-lo "ajudando" o Peter e agora sabemos o motivo e depois que li as notas, só consigo dizer que terapia faz um bem danado e é uma ajuda mais do que necessária.
Poxa, amg! Que nota final sensível. Eu fui notando uma pegada meio psicanalítica ao longo da drabble, mas não imaginava que carregava tanto de você. Sei que nos comunicamos apenas digitalmente, mas saiba que te acho uma pessoa com ideias incríveis (eu lembro daquela drabble do gatinho e do moço no fim do mundo!) e também com um astral legal, pois te vejo participando aqui e ali nos desafios e seus comentários são sempre divertidos.
Enfim, to falando tudo isso porque acho que a gente merece ouvir algo bom depois de tomar um baita tombo da vida. Espero que você esteja se sentindo mais leve hoje em dia, uma mistura de pés nos chãos e a Sininho nos ombros.
Sobre o capítulo em si, eu fico meio impactada com o potencial de explorar o Peter como alguém que não quer crescer (ok, meio óbvio até aqui kkk) e o Capitão Gancho como o adulto que só parece atrapalhar as coisas, mas é a própria versão adulta querendo dissolver essa infantilidade. Muito bom para pensar e colocar em círculo de biblioterapia. Daí ver o Peter indo me deixa AAAA porque deixa no ar, me deixa com vontade de saber mais!
Mas acho que essa parte fica para a imaginação hihi Parabéns por finalizar o desafio de drabbles! E parabéns por estar aqui, ter pedido ajuda e estimular outras pessoas a fazerem o mesmo.
Olá, wearegabs! Tudo bem? ❤️
Nossa, eu me identifiquei tanto com suas notas finais! Também me senti muito engaiolada durante a adolescência, especialmente na época da escola. Era extremamente tímida e tinha uma autoestima muito baixa. Só depois de me formar e entrar na faculdade que comecei a me sentir um pouco mais livre e descobri minha personalidade tagarela e extrovertida. Também tive que procurar ajuda psicológica, mas a luta contra a ansiedade é constante, e cada dia pode ser um desafio.
Você assistiu "Divertida Mente 2"? O filme oferece uma reflexão incrível sobre saúde mental.
E gostei muito de como Peter e o Capitão Gancho encontraram um entendimento interior e se reaproximaram. Agora eles vão navegar por aventuras nos mares mágicos além da Terra do Nunca? Ou migrar para o mundo real? Acho que é um pouco dos dois.
Sinceramente, não consigo acreditar que a história já acabou. Foi uma honra acompanhar essa jornada. A construção foi brilhante e reflexiva, e eu adorei a forma como você abordou um tema tão sério quanto a saúde mental, desenvolvendo-o ao longo da narrativa, explorando a mente humana. Quem nunca se sentiu perdido em relação a si mesmo e ao rumo da própria vida? Fico feliz que o Peter tenha encontrado a luz no fim do túnel. Se ele conseguiu, outras pessoas também podem.
Além disso, você conseguiu combinar o universo de Peter Pan de uma forma maravilhosa. Adoro como Peter Pan é um conto clássico com um universo tão rico, que mesmo depois de 120 anos, continua sendo marcante no imaginário das pessoas.
Que mensagem linda! Gabs, você fez mágica com 500 palavras! Uma salva de palmas para você; você transformou a dor em obra de arte! ♥️
Só uma dúvida: você pretende dar continuidade a essa história no desafio de outubro? Se sim, me avise.
Até mais! Beijos, beijos, beijos! ❤️