Ah, uma coisa ruim é ter que calar sentimentos quando outro alguém não tem a inclinação de conhecê-los. Acho que entender perfeitamente não é obrigação, mas o procurar e tentar seria... o mínimo (?). Talvez dependa da situação também.
Entre molhar os pés na praia e ir nadar dá pra ver logo qual incita calma e comodismo, por não ter riscos, e o que traz cautela junto a animação. Existem pessoas complexas e profundas, mergulhar nisso é uma das melhores experiências que se pode ter para os dois lados. Mergulhar leva tempo e pode ser bom, mas inegavelmente pode ter consequências também. É algo que considero delicado. Então, em certo nível, chego também a compreender quem se negue a essa interação mais significativa e prefira águas rasas.
Sinceramente, essa leitura foi quase um tapa na cara. Talvez eu seja uma pessoa que prefira explorar, mas que agora não permita ninguém a fazer o mesmo por mim ( ̄ヘ ̄) Parece então muito irônico que eu exponha tanto do que penso por aqui. enfim.
Mas as sobre as consequências da profundidade, mesmo que eu ainda tenha muito a ver pra compreender, o que me vem a cabeça é poder. Há muito mesmo o que descobrir e demonstrar. Proximidade gradativamente aumenta o nível de poder de outros sobre nós mesmos e, querendo ou não, compartilhar tanto um dia pode virar dor. Mas acho ser um risco que pode valer a pena. A jornada não deixa de perder a beleza e o significado.
Sinto que divaguei muito, de novo, então fico por aqui xD
Em epítome, corroboro com a sua interpretação, e principalmente com a forma que a dispôs. Esse é um tema que cabe bastante análise, e é verdade que não somos obrigados a conhecer nada profundamente, ou mesmo entender perfeitamente. A compreensão de si já é por si só complexa, e a do outro passa por uma dificuldade ainda maior. Realmente, cada situação pode expressar a vontade e o desejo em "mergulhar" ou apenas "molhar os pés".
Daí surge o comodismo ou a cautela que mencionou. Até onde vale à pena investir nisso? Às vezes soa confuso para nós mesmos, e ainda mais se formos indicar o contraponto da dificuldade de entendimento. E por isso, é delicado, e talvez as pessoas não se sintam prontas, ou simplesmente não desejam se aprofundar; preferindo as águas rasas.
A ideia de quando pensei sobre esse poema permeia mais ou menos por aí. É claro que hoje temos um grau maior de superficialidade devido a efemeridade e rapidez da tecnologia (o que é transportado, em certos casos, para as relações). Nos tornamos mais sintéticos e menos orgânicos, de certa forma. Entretanto, o que pontuou é muito válido, as consequências de se expor dão um poder ao outro sobre nós. A partir desse ponto, acho que tudo o que surge é uma ideia entre os envolvidos nisso: para quem se aprofunda, será que vale realmente à pena desprender o tempo para isso? E para quem deixa isso ocorrer, é esse o tipo de poder que você quer entregar àquela pessoa? Uma espécie de "controle" sobre si.
No fim, é uma ideia corriqueira e sempre nos expomos de alguma maneira. O relacionamento é uma faca de dois gumes, e depende exclusivamente dos envolvidos. Se vale à pena? Só poderemos descobrir durante a jornada que, nesse caso, é mais importante que o destino.
Bem, agradeço o seu comentário e elogios e fico contente que meu humilde poema tenha lhe feito pensar e refletir; acho que esse é o fim dessas singelas composições ^^'. Creio que eu devo ter divagado bastante também kkkkk' De toda forma, agradeço por compartilhar sua interpretação e visão. Acho que é tudo, até a próxima~
Olá!
Ah, uma coisa ruim é ter que calar sentimentos quando outro alguém não tem a inclinação de conhecê-los. Acho que entender perfeitamente não é obrigação, mas o procurar e tentar seria... o mínimo (?). Talvez dependa da situação também.
Entre molhar os pés na praia e ir nadar dá pra ver logo qual incita calma e comodismo, por não ter riscos, e o que traz cautela junto a animação. Existem pessoas complexas e profundas, mergulhar nisso é uma das melhores experiências que se pode ter para os dois lados. Mergulhar leva tempo e pode ser bom, mas inegavelmente pode ter consequências também. É algo que considero delicado. Então, em certo nível, chego também a compreender quem se negue a essa interação mais significativa e prefira águas rasas.
Sinceramente, essa leitura foi quase um tapa na cara. Talvez eu seja uma pessoa que prefira explorar, mas que agora não permita ninguém a fazer o mesmo por mim ( ̄ヘ ̄) Parece então muito irônico que eu exponha tanto do que penso por aqui. enfim.
Mas as sobre as consequências da profundidade, mesmo que eu ainda tenha muito a ver pra compreender, o que me vem a cabeça é poder. Há muito mesmo o que descobrir e demonstrar. Proximidade gradativamente aumenta o nível de poder de outros sobre nós mesmos e, querendo ou não, compartilhar tanto um dia pode virar dor. Mas acho ser um risco que pode valer a pena. A jornada não deixa de perder a beleza e o significado.
Sinto que divaguei muito, de novo, então fico por aqui xD
Até!
Heey,
Em epítome, corroboro com a sua interpretação, e principalmente com a forma que a dispôs. Esse é um tema que cabe bastante análise, e é verdade que não somos obrigados a conhecer nada profundamente, ou mesmo entender perfeitamente. A compreensão de si já é por si só complexa, e a do outro passa por uma dificuldade ainda maior. Realmente, cada situação pode expressar a vontade e o desejo em "mergulhar" ou apenas "molhar os pés".
Daí surge o comodismo ou a cautela que mencionou. Até onde vale à pena investir nisso? Às vezes soa confuso para nós mesmos, e ainda mais se formos indicar o contraponto da dificuldade de entendimento. E por isso, é delicado, e talvez as pessoas não se sintam prontas, ou simplesmente não desejam se aprofundar; preferindo as águas rasas.
A ideia de quando pensei sobre esse poema permeia mais ou menos por aí. É claro que hoje temos um grau maior de superficialidade devido a efemeridade e rapidez da tecnologia (o que é transportado, em certos casos, para as relações). Nos tornamos mais sintéticos e menos orgânicos, de certa forma. Entretanto, o que pontuou é muito válido, as consequências de se expor dão um poder ao outro sobre nós. A partir desse ponto, acho que tudo o que surge é uma ideia entre os envolvidos nisso: para quem se aprofunda, será que vale realmente à pena desprender o tempo para isso? E para quem deixa isso ocorrer, é esse o tipo de poder que você quer entregar àquela pessoa? Uma espécie de "controle" sobre si.
No fim, é uma ideia corriqueira e sempre nos expomos de alguma maneira. O relacionamento é uma faca de dois gumes, e depende exclusivamente dos envolvidos. Se vale à pena? Só poderemos descobrir durante a jornada que, nesse caso, é mais importante que o destino.
Bem, agradeço o seu comentário e elogios e fico contente que meu humilde poema tenha lhe feito pensar e refletir; acho que esse é o fim dessas singelas composições ^^'. Creio que eu devo ter divagado bastante também kkkkk' De toda forma, agradeço por compartilhar sua interpretação e visão. Acho que é tudo, até a próxima~