Menino, que dó do Davi. Crianças sentem muito mais do que nós uma perda tão repentina quanto essa. É um aperto, sim, sem dúvida. Acho que esse momento de nos recolhermos e ficarmos um pouco na nossa também faz parte do processo todo. Então, que bom que ficou recolhido no colo da mãe.
Fico pensando em, caso tu resolva seguir com a história depois do desafio, a continuação bem que poderia se chamar "O lado de fora da janela" né? Eu simplesmente iria amar! ahsuhsaauh Bem metido eu, mas conhecer uma versão maiorzinha dos guris, talvez com ares de romance no ar, seria legal! Enfim, devaneios!
Amigo, parece que você leu a minha mente! Eu realmente estou com ideias de continuar essa história e o seu título foi muito legal. Agora to em duvida se uso ele ou o que eu havia escolhido esse final de semana hahaha
Se pra gente que é adulto já foi difícil ter saúde mental pra lidar com certas coisas, imagina pra criança e com negacionistas martelando na cabeça? As pessoas dizem uma coisa, mas a realidade era outra...
E não sei como Yuri pode entregar a carta... Correios? Passar por debaixo da porta da frente? Enrolar numa pedra e jogar? Brincadeira kkkk
Olha, a ideia de passar por debaixo da porta era a ideia principal dele rsrs Ele queria dar aquela fugidinha de casa e jogar por debaixo da porta da casa do Davizinho, mas... A mamãe pegou ele no flagra!
Nossa, coitado do Davi... estava tão contente por ter feito um novo amigo, fazendo seus desenhos.. e de repente recebe uma notícia dessas, isso deve ter desestruturado ele completamente. Imagino que ele nem saiba o que significa o que é uma pessoa entubada.
Em momentos assim só colo de mãe pode confortar a pessoa mesmo. Espero que a visita do Yuri consiga animá-lo um pouco.
E que bom que conseguiu planejar melhor o andamento da história! Estou ansiosa para ver.
Que boa notícia que está mais animado e com um planejamento! Até eu me empolguei mais ainda pra ver o que vc tem pra gente!
Sobre o capítulo: triste demais perder alguém ainda mais para uma doença que poderia ter sido evitada se as pessoas e governantes levassem mais a sério. Realmente não há ânimo depois disso
Siiim, eu to super animado agora! Consegui botar as ideias em mente e fazer um bom final pra essa história e você teve ponta nisso, viu? Seu comentário foi essencial pra eu voltar a essencia da história ♥
Fiquei com pena do Davi, o coitado estava tão animado com as conversas por cartas na janela que nem se lembrou de todo o resto e infelizmente a realidade chegou batendo na porta com a vó dele. O menino está tendo que lidar com isso, então entendo porque ele nem tem ânimo pra abrir a janela.
Muitas crianças tiveram que enfrentar e lidar com a morte durante a pandemia, especialmente porque nem velórios eram permitidos. Além de todo o caos, ainda isso para piorar. Mesmo adultos não tem capacidade de lidar com todo aquele peso, menininhos menos ainda.
Parabéns pelo planejamento! Espero que as palavras não te atrapalhem
Ai, ai, Davi... É uma situação horrível. Não dá nem pra chamar de delicada. Luto é horrível, triste, incapacitante... Ainda mais pra ele, como uma criança. Ainda bem que ele tem o colo da mãe, mesmo que Yuri não consiga conversar com ele, pelo menos o menino tem apoio dentro de casa.
E é muito difícil esse sentimento de culpa também. Como se a gente pudesse fazer alguma coisa pra impedir, como se a felicidade dele antes tivesse alguma responsabilidade sobre a morte da avó dele... É tão triste.
Torcendo muito pra que ele receba as palavras do Yuri, os dois merecem isso
Nossa fiquei triste, quando a COVID estava em alta foi um período obscuro e cheio de medo, entendo perfeitamente o Davi e esse medo Mas agora entendo a mente das crianças nessa época, de não entenderem o quão grave foi esse período. Mais um capítulo incrível e sensível Gab.
Esse pegou, hein. No auge da pandemia, lá quando não entendiam muito bem ainda como tratar, não tinha vacina nem nada, um parente ficou doente e foi internado. E foi uma evolução como essa que ocorreu com a vó do Davi. As esperas por notícias de manhã, saber que o quadro dele não havia melhora, até que, infelizmente, não aguentou.
E foi bem esse sentimento de não entender muito bem o que estava acontecendo até que o pior aconteceu.
Esse era o meu maior pesadelo. Eu não aguentava mais ver noticias de amigos e familiares que estavam passando por isso. Foi bem dificil escrever essa parte do capítulo...
Heey! Cá estou!
Menino, que dó do Davi. Crianças sentem muito mais do que nós uma perda tão repentina quanto essa. É um aperto, sim, sem dúvida. Acho que esse momento de nos recolhermos e ficarmos um pouco na nossa também faz parte do processo todo. Então, que bom que ficou recolhido no colo da mãe.
Fico pensando em, caso tu resolva seguir com a história depois do desafio, a continuação bem que poderia se chamar "O lado de fora da janela" né? Eu simplesmente iria amar! ahsuhsaauh Bem metido eu, mas conhecer uma versão maiorzinha dos guris, talvez com ares de romance no ar, seria legal! Enfim, devaneios!
Sigo acompanhando!
Beijo!
Amigo, parece que você leu a minha mente! Eu realmente estou com ideias de continuar essa história e o seu título foi muito legal. Agora to em duvida se uso ele ou o que eu havia escolhido esse final de semana hahaha
Mas sério, muito obrigado mesmooo ♥
E curiosa estou pra ler ♥
Se pra gente que é adulto já foi difícil ter saúde mental pra lidar com certas coisas, imagina pra criança e com negacionistas martelando na cabeça? As pessoas dizem uma coisa, mas a realidade era outra...
E não sei como Yuri pode entregar a carta... Correios? Passar por debaixo da porta da frente? Enrolar numa pedra e jogar? Brincadeira kkkk
Até mais o/
Olha, a ideia de passar por debaixo da porta era a ideia principal dele rsrs Ele queria dar aquela fugidinha de casa e jogar por debaixo da porta da casa do Davizinho, mas... A mamãe pegou ele no flagra!
Oi!
Nossa, coitado do Davi... estava tão contente por ter feito um novo amigo, fazendo seus desenhos.. e de repente recebe uma notícia dessas, isso deve ter desestruturado ele completamente. Imagino que ele nem saiba o que significa o que é uma pessoa entubada.
Em momentos assim só colo de mãe pode confortar a pessoa mesmo. Espero que a visita do Yuri consiga animá-lo um pouco.
E que bom que conseguiu planejar melhor o andamento da história! Estou ansiosa para ver.
Até o próximo!
Pois é, Davi teve um choque de realidade muito forte! Muito forte pra uma criança de 11 anos :\
Que boa notícia que está mais animado e com um planejamento! Até eu me empolguei mais ainda pra ver o que vc tem pra gente!
Sobre o capítulo: triste demais perder alguém ainda mais para uma doença que poderia ter sido evitada se as pessoas e governantes levassem mais a sério. Realmente não há ânimo depois disso
Siiim, eu to super animado agora! Consegui botar as ideias em mente e fazer um bom final pra essa história e você teve ponta nisso, viu? Seu comentário foi essencial pra eu voltar a essencia da história ♥
Awnnn o menino.
Eu li as notas iniciais achando que ele ia aparecer na janela e terminei chorando no cantinho.
Coitado do garoto, vivenciar o luto de um jeito tão dificil como foi na pandemia. Felizmente não perdi nenhum parente.
Quero que ele volte logo para a janela e sorria de novo com o novo amigo.
É dificil mesmo, Davi tá ainda de luto, mas logo vai ficar feliz! Fica vendo!
É uma situação muito difícil, espero que a carta chegue e console, ao menos um pouco, o coraçãozinho do Davi!!
Demais :(
Awn que lindos
Fiquei emocionada lendo
Eu me identifico com o Davi
Obrigada muito obrigada mesmo por essa história
Ahhhh ♥ Que legal saber qeu se identifica com nosso gurizinho ♥
Fiquei com pena do Davi, o coitado estava tão animado com as conversas por cartas na janela que nem se lembrou de todo o resto e infelizmente a realidade chegou batendo na porta com a vó dele. O menino está tendo que lidar com isso, então entendo porque ele nem tem ânimo pra abrir a janela.
Dá realmente uma dó, tadinho! Ele recebeu um choque de realidade muito forte, coitado!
Muitas crianças tiveram que enfrentar e lidar com a morte durante a pandemia, especialmente porque nem velórios eram permitidos. Além de todo o caos, ainda isso para piorar. Mesmo adultos não tem capacidade de lidar com todo aquele peso, menininhos menos ainda.
Ansioso para ler mais.
Essa parte do velório é algo que doeu em muitas pessoas. Muito mesmo! Imagina rpa uma criança. Cara, eu fico muito triste só de lembrar.
Parabéns pelo planejamento! Espero que as palavras não te atrapalhem
Ai, ai, Davi... É uma situação horrível. Não dá nem pra chamar de delicada. Luto é horrível, triste, incapacitante... Ainda mais pra ele, como uma criança. Ainda bem que ele tem o colo da mãe, mesmo que Yuri não consiga conversar com ele, pelo menos o menino tem apoio dentro de casa.
E é muito difícil esse sentimento de culpa também. Como se a gente pudesse fazer alguma coisa pra impedir, como se a felicidade dele antes tivesse alguma responsabilidade sobre a morte da avó dele... É tão triste.
Torcendo muito pra que ele receba as palavras do Yuri, os dois merecem isso
Vai dar tudo certo pros nossos gurizinhos! Logo ele vai receber uma notícia super feliz no próximo capítulo e vai ficar bão rapidãoooo!
Nossa fiquei triste, quando a COVID estava em alta foi um período obscuro e cheio de medo, entendo perfeitamente o Davi e esse medo Mas agora entendo a mente das crianças nessa época, de não entenderem o quão grave foi esse período. Mais um capítulo incrível e sensível Gab.
Ahhh, obrigado, Iggy ♥ hihi Muito feliz mesmo com seus comentários aqui esse ano ♥
Que ódio de você fazendo esses nenês ficarem tristinhos KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
DESCULPA!!!
Esse pegou, hein. No auge da pandemia, lá quando não entendiam muito bem ainda como tratar, não tinha vacina nem nada, um parente ficou doente e foi internado. E foi uma evolução como essa que ocorreu com a vó do Davi. As esperas por notícias de manhã, saber que o quadro dele não havia melhora, até que, infelizmente, não aguentou.
E foi bem esse sentimento de não entender muito bem o que estava acontecendo até que o pior aconteceu.
Esse era o meu maior pesadelo. Eu não aguentava mais ver noticias de amigos e familiares que estavam passando por isso. Foi bem dificil escrever essa parte do capítulo...