Sempre me perguntei porque as pessoas não se permitem sentir, como se qualquer sentimento diferente de felicidade fosse errado, beirando a criminalidade. Tristeza, medo, antipatia, angústia e muitos outros, todos eles fazem parte da nossa complexidade e são necessários para entendermos a vida. Eles não deveriam ser um fardo, deveriam ser uma dádiva.
Esse capítulo é sufocante, apesar de parecer mais otimista que o anterior. O personagem principal sentir que qualquer um é capaz de tirar sua paz, ainda que em atividades corriqueiras, mostra o quão dependente de uma palavra de conforto externa ele está. O quão ávido por reconhecimento, a constatação de que ele é necessário, vindo de outro ser com outras vivências.
Colocar seu parâmetro de sucesso em outros, é a chave para o fracasso. Pois torna todas as conquistas insignificantes.
Continuo gostando muito do seu livro. Nos vemos no próximo Cap ♥
Primeiramente, obrigado por ter investido seu tempo em deixar o seu comentário, isso é muito apreciado por mim.
Em sequência, sobre o primeiro ponto discutido em seu comentário, concordo com suas palavras. Demonstra maturidade e inteligência emocional ao lidar com os próprios sentimentos como parte de sua natureza e experiência humana. Creio que no caso do personagem central a resposta pode estar na maneira da qual ele próprio enxerga suas emoções, o peso de sua opinião generalizada individual sobre o seu mundo sentimental e o esforço desprendido ao julgá-lo - talvez ele tenta analisá-los em busca de sentido e objetivo, como um processo racional? talvez, considerando a indagação anterior como verdadeira, essa abordagem causa frustração por não ser uma questão racional? Quiçá, serão respondidas futuramente.
Com os segundo e terceiros parágrafos, desse modo, fico entusiasmado com as suas emoções, são imprescindíveis para mim. Sua perspectiva para mim é refrescante e perspicaz.
Eu de novo!
Sempre me perguntei porque as pessoas não se permitem sentir, como se qualquer sentimento diferente de felicidade fosse errado, beirando a criminalidade. Tristeza, medo, antipatia, angústia e muitos outros, todos eles fazem parte da nossa complexidade e são necessários para entendermos a vida. Eles não deveriam ser um fardo, deveriam ser uma dádiva.
Esse capítulo é sufocante, apesar de parecer mais otimista que o anterior. O personagem principal sentir que qualquer um é capaz de tirar sua paz, ainda que em atividades corriqueiras, mostra o quão dependente de uma palavra de conforto externa ele está. O quão ávido por reconhecimento, a constatação de que ele é necessário, vindo de outro ser com outras vivências.
Colocar seu parâmetro de sucesso em outros, é a chave para o fracasso. Pois torna todas as conquistas insignificantes.
Continuo gostando muito do seu livro. Nos vemos no próximo Cap ♥
Olá! Seja bem-vinda novamente.
Espero que esteja bem.
Primeiramente, obrigado por ter investido seu tempo em deixar o seu comentário, isso é muito apreciado por mim.
Em sequência, sobre o primeiro ponto discutido em seu comentário, concordo com suas palavras. Demonstra maturidade e inteligência emocional ao lidar com os próprios sentimentos como parte de sua natureza e experiência humana. Creio que no caso do personagem central a resposta pode estar na maneira da qual ele próprio enxerga suas emoções, o peso de sua opinião generalizada individual sobre o seu mundo sentimental e o esforço desprendido ao julgá-lo - talvez ele tenta analisá-los em busca de sentido e objetivo, como um processo racional? talvez, considerando a indagação anterior como verdadeira, essa abordagem causa frustração por não ser uma questão racional? Quiçá, serão respondidas futuramente.
Com os segundo e terceiros parágrafos, desse modo, fico entusiasmado com as suas emoções, são imprescindíveis para mim. Sua perspectiva para mim é refrescante e perspicaz.
Agradeço por ter continuado a leitura.
Até logo.