Toda vez que eu leio esse tipo de narrativa, eu sinto ódio. Um ódio tão profundo que me faz questionar se eu deveria ler mesmo. E a í eu entendo que a literatura é exatamente isso, compartilhar com a gente os sentimentos que cada personagem sente.
~dancinha
Olá, Noah. Eu li a sinopse da tua história e fiquei muito curiosa pra saber como Carrie se faria presente nessa narrativa. E, a despeito de qualquer teorização, achei que esse capítulo inicial deu total nome à essa interação. Acho que, por sentir alguma identificação com quem é tratado dessa forma (por n razões que não valem menção), seu tipo de narrativa tem um efeito muito mais profundo na forma como eu encaro o mundo que é criado.
E por isso, eu quis deixar esse review com a minha mais profunda emoção: o ódio. Cada linha me provoca dor, cada sensação me arrasta por um espiral em que eu odeio a religião e a forma como ela ataca. E ainda assim, eu olho pra esse capítulo e penso: cara, olha como isso tem efeito, olha como essa pessoa conseguiu criar algo tão puramente bem elaborado a ponto de eu ficar com ódio.
Eu geralmente falo demais, então me perdoe se em algum momento esse review ficar extenso. É um mal do qual eu não consigo me livrar. Mas eu juro que é sempre na boa intenção - ou pra esconder a timidez.
Eu quero começar esse review de uma forma que demonstre minha apreciação à tua obra. E eu costumo fazer isso deixando apontamentos - que podem ser úteis ou não, sinta-se completamente livre pra ignorá-los.
Para este capítulo, eu tenho apenas um: diagramar melhor a estrutura do texto pode tornar a leitura mais agradável do ponto de vista estético. A conexão entre as diferentes manchetes é visualmente difícil, então fica aqui a minha sugestão.
Depois de tais considerações, tenho apenas perguntas que não foram sanadas aqui e muito, muito ódio pela vida que Vince teve. E embora eu tenha hipóteses sobre os caminhos que essa história pretende seguir, quero me dar ao direito de relaxar com um bom livro. A poética desse capítulo é justamente uma direção que pode se tornar uma enorme surpresa. E confesso que as manchetes agregaram consideravelmente ao que eu estou pensando que virá, mas pretendo dar um passo de cada vez.
Achei sua escrita bastante imersiva, dura, bruta. É como um tapa na cara e eu gosto de coisas que sejam assim, eu diria brutais e selvagens, mas mais no sentido que esgotarem aquilo que pode ser retirado da dor. Um visceral diferente, um visceral que estraçalha o emocional. Estou ansiosa para ver pra onde esse trem nos levará e, embora eu seja uma dessas leitoras lentas, não abandone a mim ou a essa história. Eu sempre virei prestigiar seus capítulos.
Não é uma ordem, é talvez uma demanda fervorosa de uma leitora interessada hahah.
Um beso, Noah. Eu te vejo no próximo capítulo.
O que mais gostei: A premissa.
O que acho que pode melhorar: A diagramação.
Toda vez que eu leio esse tipo de narrativa, eu sinto ódio. Um ódio tão profundo que me faz questionar se eu deveria ler mesmo. E a í eu entendo que a literatura é exatamente isso, compartilhar com a gente os sentimentos que cada personagem sente.
~dancinha
Olá, Noah. Eu li a sinopse da tua história e fiquei muito curiosa pra saber como Carrie se faria presente nessa narrativa. E, a despeito de qualquer teorização, achei que esse capítulo inicial deu total nome à essa interação. Acho que, por sentir alguma identificação com quem é tratado dessa forma (por n razões que não valem menção), seu tipo de narrativa tem um efeito muito mais profundo na forma como eu encaro o mundo que é criado.
E por isso, eu quis deixar esse review com a minha mais profunda emoção: o ódio. Cada linha me provoca dor, cada sensação me arrasta por um espiral em que eu odeio a religião e a forma como ela ataca. E ainda assim, eu olho pra esse capítulo e penso: cara, olha como isso tem efeito, olha como essa pessoa conseguiu criar algo tão puramente bem elaborado a ponto de eu ficar com ódio.
Eu geralmente falo demais, então me perdoe se em algum momento esse review ficar extenso. É um mal do qual eu não consigo me livrar. Mas eu juro que é sempre na boa intenção - ou pra esconder a timidez.
Eu quero começar esse review de uma forma que demonstre minha apreciação à tua obra. E eu costumo fazer isso deixando apontamentos - que podem ser úteis ou não, sinta-se completamente livre pra ignorá-los.
Para este capítulo, eu tenho apenas um: diagramar melhor a estrutura do texto pode tornar a leitura mais agradável do ponto de vista estético. A conexão entre as diferentes manchetes é visualmente difícil, então fica aqui a minha sugestão.
Depois de tais considerações, tenho apenas perguntas que não foram sanadas aqui e muito, muito ódio pela vida que Vince teve. E embora eu tenha hipóteses sobre os caminhos que essa história pretende seguir, quero me dar ao direito de relaxar com um bom livro. A poética desse capítulo é justamente uma direção que pode se tornar uma enorme surpresa. E confesso que as manchetes agregaram consideravelmente ao que eu estou pensando que virá, mas pretendo dar um passo de cada vez.
Achei sua escrita bastante imersiva, dura, bruta. É como um tapa na cara e eu gosto de coisas que sejam assim, eu diria brutais e selvagens, mas mais no sentido que esgotarem aquilo que pode ser retirado da dor. Um visceral diferente, um visceral que estraçalha o emocional. Estou ansiosa para ver pra onde esse trem nos levará e, embora eu seja uma dessas leitoras lentas, não abandone a mim ou a essa história. Eu sempre virei prestigiar seus capítulos.
Não é uma ordem, é talvez uma demanda fervorosa de uma leitora interessada hahah.
Um beso, Noah. Eu te vejo no próximo capítulo.
O que mais gostei: A premissa.
O que acho que pode melhorar: A diagramação.
Muito obrigado pela review tão atenciosa!!! Meu coração se aqueceu diversas vezes enquanto eu lia
Suas palavras fizeram o meu dia! Vou levar as dicas em consideração sim. Vou absorve-lás com muito carinho.
Me sinto tão feliz em saber que minha escrita foi capaz de transmitir tantas emoções, mesmo que as mãos diversas; me sinto honrado como escritor.
Espero ter você mais vezes por aqui acompanhando o desenrolar da história. ♥