Tem algo que é muito verdadeiro sobre pessoas que julgam: elas queriam ser diferente, mas não têm a coragem pra mudar. O mesmo sobre aquelas que impõem algo: se elas não podem ser, você também não será.
E isso vai desde pessoas desconhecidas, até nossos próprios pais.
Demorei anos pra me desfazer das amarras do julgamento. Mas foi libertador quando o fiz.
Agora estou na faze de ouvir das pessoas sobre ter filhos "é tão bom ser mãe", " não espera muito pra ter', "por que não?!". Não que eu ache que seria uma mãe ruim, muito pelo contrário, eu seria fantástica, só não me interesso pela maternidade mesmo.
Quando alguém se incomoda sobre algo que não lhe diz respeito, é porque ela queria ter a audácia de não seguir padrões, ter a ousadia de viver a própria vida. Mas opta pelo fácil que é julgar as atitudes alheias ao em vez de focar no próprio caminho.
Espero que em algum momento você se liberte dessa ideia de "provar que sou feliz".
Nossa Paloma, passei aqui e vi um monte de comentários seus, sério, fiquei mt feliz. Eu to ocupada, mas eu vou responder esse aqui logo.
eu fiz essa fic pensando mt em mulheres q n interpretam direito o papel de ser mulher e tu falando sobre essa cobrança de vc ter um filho cai mt na hora q eu disse "instinto materno".
e tipo eu me vj mt em vc nessa questao, pq eu sou assexual e por mais q eu escreva zosans romanticas (e q tu já percebeu q eu friso mais a amizade e companheirismo q necessariamente o romance), eu n sou nada romantica e por isso eu tb n me vj sendo mãe. Eu n sou novinha, tenho 31 anos, e minha vida tá começando só agora, ela é um caos q está se ajeitando e eu realmente me sinto uma bruxa.
esse ano eu trabalhei como cuidadora de crianças com deficiencias numa escola e descobri que eu AMO crianças, eu cuidei da criança mais problematica, q cuidadoras rodavam com ela, mas eu senti nesse momento um sentimento de mãe. Saí de lá em maio e choro até hj quando eu lembro da criança q cuidava todos os dias, das outras crianças q eu cuidava qnd tinha tempo e das crianças q faziam parte da sala de aula dessa criança q eu cuidava. eu amei mt elas, principalmente a q eu cuidei.
saí de lá mais por conta dos adultos por eles julgarem mt, me perguntaram se eu estava do jeito q estou pq havia sofrido uma desilusão amorosa e eu fiquei ????? me acharam mt maltratada e po, eu tava mesmo com depressão, mas eu nunca tive um relacionamento, o meu motivo era outro, mas como eu sou mulher, pensaram q podia ser algo relacionado ao amor.
eu vi o quanto há malícia no mundo, de como nós somos julgadas. Mas eu tb vi o quanto as crianças são boas e me fizeram um bem danado. eu provavelmente farei alguma coisa no futuro direcionada a elas, nem q seja uma pesquisa sobre crianças com retardo mental ou fazer um livro ilustrado (eu desenho)
mt obrigada por dividir sua visão ♥ essa parte de n precisar provar a ninguem q vc é feliz é algo mt sábio q vc disse. Eu n havia pensando por esse ponto e acabei saindo do trampo.
Tem algo que é muito verdadeiro sobre pessoas que julgam: elas queriam ser diferente, mas não têm a coragem pra mudar. O mesmo sobre aquelas que impõem algo: se elas não podem ser, você também não será.
E isso vai desde pessoas desconhecidas, até nossos próprios pais.
Demorei anos pra me desfazer das amarras do julgamento. Mas foi libertador quando o fiz.
Agora estou na faze de ouvir das pessoas sobre ter filhos "é tão bom ser mãe", " não espera muito pra ter', "por que não?!". Não que eu ache que seria uma mãe ruim, muito pelo contrário, eu seria fantástica, só não me interesso pela maternidade mesmo.
Quando alguém se incomoda sobre algo que não lhe diz respeito, é porque ela queria ter a audácia de não seguir padrões, ter a ousadia de viver a própria vida. Mas opta pelo fácil que é julgar as atitudes alheias ao em vez de focar no próprio caminho.
Espero que em algum momento você se liberte dessa ideia de "provar que sou feliz".
Loma.
Nossa Paloma, passei aqui e vi um monte de comentários seus, sério, fiquei mt feliz. Eu to ocupada, mas eu vou responder esse aqui logo.
eu fiz essa fic pensando mt em mulheres q n interpretam direito o papel de ser mulher e tu falando sobre essa cobrança de vc ter um filho cai mt na hora q eu disse "instinto materno".
e tipo eu me vj mt em vc nessa questao, pq eu sou assexual e por mais q eu escreva zosans romanticas (e q tu já percebeu q eu friso mais a amizade e companheirismo q necessariamente o romance), eu n sou nada romantica e por isso eu tb n me vj sendo mãe. Eu n sou novinha, tenho 31 anos, e minha vida tá começando só agora, ela é um caos q está se ajeitando e eu realmente me sinto uma bruxa.
esse ano eu trabalhei como cuidadora de crianças com deficiencias numa escola e descobri que eu AMO crianças, eu cuidei da criança mais problematica, q cuidadoras rodavam com ela, mas eu senti nesse momento um sentimento de mãe. Saí de lá em maio e choro até hj quando eu lembro da criança q cuidava todos os dias, das outras crianças q eu cuidava qnd tinha tempo e das crianças q faziam parte da sala de aula dessa criança q eu cuidava. eu amei mt elas, principalmente a q eu cuidei.
saí de lá mais por conta dos adultos por eles julgarem mt, me perguntaram se eu estava do jeito q estou pq havia sofrido uma desilusão amorosa e eu fiquei ????? me acharam mt maltratada e po, eu tava mesmo com depressão, mas eu nunca tive um relacionamento, o meu motivo era outro, mas como eu sou mulher, pensaram q podia ser algo relacionado ao amor.
eu vi o quanto há malícia no mundo, de como nós somos julgadas. Mas eu tb vi o quanto as crianças são boas e me fizeram um bem danado. eu provavelmente farei alguma coisa no futuro direcionada a elas, nem q seja uma pesquisa sobre crianças com retardo mental ou fazer um livro ilustrado (eu desenho)
mt obrigada por dividir sua visão ♥ essa parte de n precisar provar a ninguem q vc é feliz é algo mt sábio q vc disse. Eu n havia pensando por esse ponto e acabei saindo do trampo.
obrigada, loma!!