Este capítulo foi muito bom, em termos narrativos e de história. Ele foi o capítulo necessário para um fechamento e eu gostei muito de como a evolução da relação entre a Esther e a Kimura se desenrolou aqui.
Acho que o retorno pra ver o pai dela foi uma boa forma de explicar alguns detalhes, especialmente com relação a como a Kimura estava, de fato, escondendo a presença da Esther ali. Achei bem pensada a forma como as coisas foram desenvolvidas e fico feliz que o pai da Esther tá sendo bem cuidado - melhor, eu diria, do que se ela realmente tivesse casado.
Mas é claro que o ponto alto foi esse final. Eu já tinha desconfiança sobre o que a Kimura seria, mas pelo menos aqui houve alguma confirmação. E a relação entre elas é realmente doce, de um jeito que faz a gente querer acompanhar esse desenvolvimento. Mas meu maior medo é que tá tão bonito agora e depois isso pode acabar tão mal.
Não acho que Kimura seria violenta a ponto de atentar contra a Esther. Mas outra coisa poderia ser possível...
Não, não me conta.
Eu quero muito descobrir [mas também tenho receio de sofrer].
Esse capítulo foi muito gostoso de ler, Arin. Cada capítulo torna a história mais sensível e deliciosa. É tipo comer bolo com café em dia de chuva, a sensação é muito confortável e aconchegante. Parabéns pelo excelente capítulo.
Um beso, Arin. Te vejo em breve.
O que mais gostei: Ah, que coisa mais linda esse capítulo. A relação da Es com a Kimura é o auge aqui.
O que acho que pode melhorar: "a anos" na verdade deve ser "há anos" por ser tempo passado.
Obrigado por estar acompanhando até aqui, fico feliz que esteja gostando ♥
Eu adoro bolo e café e saber que a sensação de ler algo que escrevi seja semelhante a degustar estes eu fico muito realizada, a intenção é justamente ser algo fluído e confortável de se ler.
~dancinha
Oi oi oi Arin. Demorei um pouquinho, mas vim.
Este capítulo foi muito bom, em termos narrativos e de história. Ele foi o capítulo necessário para um fechamento e eu gostei muito de como a evolução da relação entre a Esther e a Kimura se desenrolou aqui.
Acho que o retorno pra ver o pai dela foi uma boa forma de explicar alguns detalhes, especialmente com relação a como a Kimura estava, de fato, escondendo a presença da Esther ali. Achei bem pensada a forma como as coisas foram desenvolvidas e fico feliz que o pai da Esther tá sendo bem cuidado - melhor, eu diria, do que se ela realmente tivesse casado.
Mas é claro que o ponto alto foi esse final. Eu já tinha desconfiança sobre o que a Kimura seria, mas pelo menos aqui houve alguma confirmação. E a relação entre elas é realmente doce, de um jeito que faz a gente querer acompanhar esse desenvolvimento. Mas meu maior medo é que tá tão bonito agora e depois isso pode acabar tão mal.
Não acho que Kimura seria violenta a ponto de atentar contra a Esther. Mas outra coisa poderia ser possível...
Não, não me conta.
Eu quero muito descobrir [mas também tenho receio de sofrer].
Esse capítulo foi muito gostoso de ler, Arin. Cada capítulo torna a história mais sensível e deliciosa. É tipo comer bolo com café em dia de chuva, a sensação é muito confortável e aconchegante. Parabéns pelo excelente capítulo.
Um beso, Arin. Te vejo em breve.
O que mais gostei: Ah, que coisa mais linda esse capítulo. A relação da Es com a Kimura é o auge aqui.
O que acho que pode melhorar: "a anos" na verdade deve ser "há anos" por ser tempo passado.
Olá Mandy!
Obrigado por estar acompanhando até aqui, fico feliz que esteja gostando ♥
Eu adoro bolo e café e saber que a sensação de ler algo que escrevi seja semelhante a degustar estes eu fico muito realizada, a intenção é justamente ser algo fluído e confortável de se ler.
Até breve!