Finalmente descobrimos o que fez Amelia deixar tudo para trás. Desconfiava do motivo e acertei em parte, mas ficar sabendo sempre é dolorido, ainda mais algo tão sensível e doloroso como isso.
Amelia não só teve o coração partido. Ligeia passou por sua vida como um furacão e causou uma enorme destruição. Brincou com seus sentimentos e bagunçou sua vida com difamação, fazendo com que perdesse o emprego e a moral. Tornou mesmo muito difícil que ela continuasse ali.
Senhora Clemonte parece ter sido a única que a deu algum apoio e indicou um emprego distante. Ainda acho suspeito ir de mala e cuia para um lugar desconhecido, mas certamente foi o começo do processo de cura. Enfim Amelia pôde ter um tempo para si e repensar em tanta coisa, mudar de foco, curtir a simplicidade e transcrever o que sentia naquele caderno.
Lenora lê-lo também foi bom. Ok que não a coisa mais legal. Rolou uma invasão de privacidade ali, contudo ela não julgou nossa Ame. Ela apenas deu a palavra para que tirasse o peso dos ombros e do peito, permitisse-se ser vulnerável e colocar para fora tudo que precisava. Faz parte do processo de cura e por mais que a senhora Clemonte seja legal, talvez não fosse a pessoa certa ou o momento certo para Amelia se abrir e deixar essa sensação ruim dentro dela fluir.
Ainda assim, com seus enigmas, talvez ela estivesse correta. A colina pode não ser o desfecho, mas o caminho. Levou nossa garota até Lenora, né?! Não sou a maior fã do "só um amor pode curar o outro", porque isso costuma envolver outra pessoa e propicia surgir dependência emocional, porém o amor próprio sempre é uma boa pedida. Amelia precisa permitir seguir em frente e deixar essa mágoa no fundo do baú, se amar mais, cuidar mais, ter novas aspirações. Não é fácil, trata-se de um processo, mas assim é o legítimo amor próprio: um exercício diário.
Bom, Lenora, tão distinta, com seus próprios mistérios, fases e talvez fantasmas, pode ser que ajude. Ela é mesmo intrigante e entendo que Amelia sinta certa atração por ela. A lua tem essa capacidade de seduzir aqueles que a admiram.
Suspirei esse capítulo. Aquele suspiro que a gente solta quando sente o pesar dos personagens e só quer vê-los se reerguer, sabe?
Amelia, não se sinta culpada. Amar não é errado nem pecado. Você apenas não teve a sorte de encontrar alguém ainda que realmente a amasse com tanta intensidade a ponto de enfrentar o mundo para estar contigo.
Olá, iconeee! Estar bem é muito relativo KKKKkrying então eu só tô tentando sobreviver esses últimos dias porque tô com mil coisas pra fazer aaaa e mesmo assim quero fazer mais fanfics, vê se pode
(e espero que você esteja melhor que eu e que possa perdoar se minha resposta parecer curta)
Eu acho incrível como existem pessoas com zero senso do impacto que causam nas outras. E olha que eu nem vou aprofundar aqui com jargões de ~responsabilidade emocional, acho que tô falando mais de pura decência kkkk Absurdo mesmo, essa Ligeia cruel ser capaz de desprezar tanto o coração da nossa querida Amelia. Amelia, eu te defendereeeei!
Acho insensato só fugir? Definitivamente. Tenho fantasias escapistas com frequência? Definitivamente kkkkk
Awin, eu amei o apelidinho. Ame. Bem significativo. Eu nunca tive apelodo, acredita? Um dos meus traumas, inclusive. E vou te contar, concordo plenamente sobre o que você disse sobre amor próprio e não ser legal depositar seu amor e virar dependência emocional. Isso rola pra muitos relacionamentos, mesmo os não-românticos, e da um nó na cabeça.
Genuinamente queria ter desenvolvido melhor essa parte da relação da Amelia consigo mesma, mas você sabe que o desafio foi uma correria danada e eu estava na onda de dizer as coisas aqui na história com meias-palavras. Sinto que meu objetivo era fazer ela própria desligar desse ímpeto de ser sempre correta e atender as expectativas dos outros, mesmo que isso significasse tomar atitudes impulsivas. Meio irreal ser impulsiva desse jeito e as coisas darem certo? É, talvez. Mas tanta coisa errada acontece mesmo a gente fazendo o certo que achei interessante escrever o contrário KDJSISKA
Torcendo para nossa Amelia entender que não tem culpa alguma! E que sim, ela merece ser amada e poder derramar seu amor sem ser julgada por isso. Suspirei aqui tbm.
Desculpa a demora para retomar a leitura, a vida está um turbilhão.
Adoro a atmosfera que você criou a cada capítulo, dos mistérios que rondam a trama, da leveza e também a suave tristeza que parece esconder sua profundidade como um lago de águas escuras. Isso é incrível! E de alguma forma ressoa dentro de mim, e então é inevitável a admiração crescente que tenho por essas duas mulheres, ainda mais pela principal.
Bom, afinal a Amélia teve seu coração partido de forma cruel pela "parceira". Além do desdém pelo qual foi tratada e a posição de vilã em que foi jogada. Espero de coração que até o fim ela consiga se reerguer.
De turbilhão na vida, eu entendo bem kkkkk fica tranquila, compreendo total.
Uma das coisas que mais amo e lembro das histórias é como elas me fazem sentir. Tenho a suspeita de que as descrições ~a atmosfera~ está muito relacionada com isso! Eu queria algo melancólico, sincero e um tanto esperançoso também. Acho que são boas palavras para descrever a protagonista, no final das contas.
Sim, a nossa lindinha da Amelia deu tudo de si para ainda levar essa invertida da outra. Acho que não é incomum, mas não é por isso que deixa de doer, né? É terrível. Mas a Amelia pouco a pouco vai entender que a sensibilidade dela também pode se tornar a própria força!
Oii, Lauren! Tudo bem?
Finalmente descobrimos o que fez Amelia deixar tudo para trás. Desconfiava do motivo e acertei em parte, mas ficar sabendo sempre é dolorido, ainda mais algo tão sensível e doloroso como isso.
Amelia não só teve o coração partido. Ligeia passou por sua vida como um furacão e causou uma enorme destruição. Brincou com seus sentimentos e bagunçou sua vida com difamação, fazendo com que perdesse o emprego e a moral. Tornou mesmo muito difícil que ela continuasse ali.
Senhora Clemonte parece ter sido a única que a deu algum apoio e indicou um emprego distante. Ainda acho suspeito ir de mala e cuia para um lugar desconhecido, mas certamente foi o começo do processo de cura. Enfim Amelia pôde ter um tempo para si e repensar em tanta coisa, mudar de foco, curtir a simplicidade e transcrever o que sentia naquele caderno.
Lenora lê-lo também foi bom. Ok que não a coisa mais legal. Rolou uma invasão de privacidade ali, contudo ela não julgou nossa Ame. Ela apenas deu a palavra para que tirasse o peso dos ombros e do peito, permitisse-se ser vulnerável e colocar para fora tudo que precisava. Faz parte do processo de cura e por mais que a senhora Clemonte seja legal, talvez não fosse a pessoa certa ou o momento certo para Amelia se abrir e deixar essa sensação ruim dentro dela fluir.
Ainda assim, com seus enigmas, talvez ela estivesse correta. A colina pode não ser o desfecho, mas o caminho. Levou nossa garota até Lenora, né?! Não sou a maior fã do "só um amor pode curar o outro", porque isso costuma envolver outra pessoa e propicia surgir dependência emocional, porém o amor próprio sempre é uma boa pedida. Amelia precisa permitir seguir em frente e deixar essa mágoa no fundo do baú, se amar mais, cuidar mais, ter novas aspirações. Não é fácil, trata-se de um processo, mas assim é o legítimo amor próprio: um exercício diário.
Bom, Lenora, tão distinta, com seus próprios mistérios, fases e talvez fantasmas, pode ser que ajude. Ela é mesmo intrigante e entendo que Amelia sinta certa atração por ela. A lua tem essa capacidade de seduzir aqueles que a admiram.
Suspirei esse capítulo. Aquele suspiro que a gente solta quando sente o pesar dos personagens e só quer vê-los se reerguer, sabe?
Amelia, não se sinta culpada. Amar não é errado nem pecado. Você apenas não teve a sorte de encontrar alguém ainda que realmente a amasse com tanta intensidade a ponto de enfrentar o mundo para estar contigo.
Até a próxima!
Olá, iconeee! Estar bem é muito relativo KKKKkrying então eu só tô tentando sobreviver esses últimos dias porque tô com mil coisas pra fazer aaaa e mesmo assim quero fazer mais fanfics, vê se pode
(e espero que você esteja melhor que eu e que possa perdoar se minha resposta parecer curta)
Eu acho incrível como existem pessoas com zero senso do impacto que causam nas outras. E olha que eu nem vou aprofundar aqui com jargões de ~responsabilidade emocional, acho que tô falando mais de pura decência kkkk Absurdo mesmo, essa Ligeia cruel ser capaz de desprezar tanto o coração da nossa querida Amelia. Amelia, eu te defendereeeei!
Acho insensato só fugir? Definitivamente. Tenho fantasias escapistas com frequência? Definitivamente kkkkk
Awin, eu amei o apelidinho. Ame. Bem significativo. Eu nunca tive apelodo, acredita? Um dos meus traumas, inclusive. E vou te contar, concordo plenamente sobre o que você disse sobre amor próprio e não ser legal depositar seu amor e virar dependência emocional. Isso rola pra muitos relacionamentos, mesmo os não-românticos, e da um nó na cabeça.
Genuinamente queria ter desenvolvido melhor essa parte da relação da Amelia consigo mesma, mas você sabe que o desafio foi uma correria danada e eu estava na onda de dizer as coisas aqui na história com meias-palavras. Sinto que meu objetivo era fazer ela própria desligar desse ímpeto de ser sempre correta e atender as expectativas dos outros, mesmo que isso significasse tomar atitudes impulsivas. Meio irreal ser impulsiva desse jeito e as coisas darem certo? É, talvez. Mas tanta coisa errada acontece mesmo a gente fazendo o certo que achei interessante escrever o contrário KDJSISKA
Torcendo para nossa Amelia entender que não tem culpa alguma! E que sim, ela merece ser amada e poder derramar seu amor sem ser julgada por isso. Suspirei aqui tbm.
Até a próxima!
Desculpa a demora para retomar a leitura, a vida está um turbilhão.
Adoro a atmosfera que você criou a cada capítulo, dos mistérios que rondam a trama, da leveza e também a suave tristeza que parece esconder sua profundidade como um lago de águas escuras. Isso é incrível! E de alguma forma ressoa dentro de mim, e então é inevitável a admiração crescente que tenho por essas duas mulheres, ainda mais pela principal.
Bom, afinal a Amélia teve seu coração partido de forma cruel pela "parceira". Além do desdém pelo qual foi tratada e a posição de vilã em que foi jogada. Espero de coração que até o fim ela consiga se reerguer.
De turbilhão na vida, eu entendo bem kkkkk fica tranquila, compreendo total.
Uma das coisas que mais amo e lembro das histórias é como elas me fazem sentir. Tenho a suspeita de que as descrições ~a atmosfera~ está muito relacionada com isso! Eu queria algo melancólico, sincero e um tanto esperançoso também. Acho que são boas palavras para descrever a protagonista, no final das contas.
Sim, a nossa lindinha da Amelia deu tudo de si para ainda levar essa invertida da outra. Acho que não é incomum, mas não é por isso que deixa de doer, né? É terrível. Mas a Amelia pouco a pouco vai entender que a sensibilidade dela também pode se tornar a própria força!